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Muito alegres, depois de uns copos bebidos, o homem puxa pelo braço do amigo de ocasião, arranjado naquela festa, e diz-lhe em tom de gabarolice:
— Estás a ver? Que coincidência! Olha aquelas duas, ali. A loira é a minha mulher, e a morena que conversa com ela é minha amante.
— Curiosa coincidência, realmente. Comigo e com elas passa-se exactamente a mesma coisa… Só que é exactamente ao contrário.

Um homem e uma mulher estavam casados por mais de 60 anos.
Eles tinham compartilhado tudo um com o outro e conversado sobre tudo.
Não havia segredos entre eles, com exceção de uma caixa de sapato que a
mulher guardava em cima de um armário e tinha avisado ao marido que nunca
abrisse aquela caixa e nem perguntasse o que havia nela.
Por todos aqueles anos ele nunca nem pensou sobre o que estaria naquela
caixa de sapato.
Um dia a velhinha ficou muito doente e o médico falou que ela não
sobreviveria.
Sendo assim, o velhinho tirou a caixa de cima do armário e a levou pra perto
da cama da mulher.
Ela concordou que era a hora dele saber o que havia naquela caixa.
Quando ele abriu a tal caixa, viu 2 bonecas de crochê e um pacote de
dinheiro que totalizava 95 mil dólares.
Ele perguntou a ela o que aquilo significava, ela explicou:

  • Quando nós nos casamos minha avó me disse que o segredo de um casamento

feliz é nunca argumentar/brigar por nada. E se alguma vez eu ficasse com
raiva de você que eu ficasse quieta e fizesse uma boneca de crochê.

O velhinho ficou tão emocionado que teve que conter as lágrimas enquanto
pensava ‘Somente 2 bonecas preciosas estavam na caixa.. Ela ficou com raiva
de mim somente 2 vezes por todos esses anos de vida e amor.’

  • Querida!!! – Você me explicou sobre as bonecas, mas e esse dinheiro todo

de onde veio?

  • Ah!!! – Esse é o dinheiro que eu fiz com a venda das bonecas.

Um tipo sai bêbado de uma discoteca às 7 da manhã e mete-se no carro. No entanto, tem um momento de lucidez e decide dormir no carro antes de se meter ao caminho. Estaciona então ao lado de um jardim e adormece.
Minutos depois um tipo em fato de treino que anda a correr bate à janela do carro, acorda-o e pergunta-lhe que horas são.
— Sete e cinco — resmunga ele.
Cinco minutos mais tarde outro desportista volta a bater-lhe à janela do carro para perguntar as horas.
— Sete e dez — responde ele.
Nessa altura saca de um papel e de uma caneta e escreve em letras grandes: «Não sei que horas são!», e pendura o letreiro na janela do carro.
Cinco minutos mais tarde um tipo que vai a passar bate-lhe à janela do carro e diz-lhe:
— São sete e um quarto!

Um tipo entra numa taberna e senta-se.
— Tu és de cá? — pergunta-lhe outro.
— Sim. Nasci na rua que fica por trás da igreja, ao lado do passal.
— Também eu! — espantou-se o outro.
— Pois eu vivo mesmo na casa que fica logo a seguir ao passal. Uma branca, que tem sempre um cão à porta da adega…
— Também eu! — espanta-se uma vez mais o outro.
— Eu cá —continuou— fiz a tropa em 72.
— Também eu!
Nisto entra outro cliente. Diz-lhe o taberneiro:
— Lá estão os gémeos do Ti Chico Madeira outra vez bêbados…

Um polícia manda encostar um carro, o condutor baixa a janela e pergunta:
— Que foi que eu fiz?
— O senhor acabou de passar o serríáforo com o vermelho!
Nessa altura ouve-se uma mulher:
— Estou sempre a dizer-lhe que não passe com o sinal vermelho, mas ele não me liga nenhuma!
— Cala-te, estúpida! — grita-lhe o marido. O polícia finge que não ouve e diz:
— Além disso, foi apanhado por um radar a conduzir a 110 à hora, quando não devia andar a mais de 90!
Diz a mulher:
— Nunca entro no carro que não lhe diga que vá devagar, mas ele tem a mania de que ele é que sabe!
— Cala-te, parva! — grita-lhe o marido.
— Minha senhora — diz o guarda profundamente chocado—, o seu marido fala-lhe sempre desta maneira?!
— Não! — responde ela. — Só quando vai bêbado!

Minha esposa e eu estávamos sentados numa mesa na minha reunião anual
dos amigos do colegial e eu fiquei olhando para uma moça bêbada que
balançava seu drinque enquanto estava sozinha numa mesa próxima.
Minha esposa perguntou:

  • Você a conhece?
  • Sim. – disse eu. – Ela é minha antiga namorada. Eu sei que ela começou

a beber logo depois que nos separamos há tantos anos e pelo que sei ela
nunca mais ficou sóbria.

  • Meu Deus!!! – disse minha esposa. – Quem pensaria que uma pessoa

poderia ficar celebrando por tanto tempo?

Depois de aposentar-me, fui até o INSS para poder receber meu benefício.
A mulher que me atendeu solicitou minha identidade para verificar minha idade.
Chequei meus bolsos e percebi que a tinha deixado em casa.
Disse a mulher que lamentava, mas teria que ir até minha casa e voltar depois.
A mulher disse:

  • Desabotoe sua camisa.

Então, desabotoei minha camisa deixando exposto meus cabelos crespos prateados.
Ela disse:

  • Este cabelo prateado no seu peito é prova suficiente para mim.

E processou meu benefício.
Quando cheguei em casa, contei entusiasmado o que ocorrera para minha esposa.
Ela disse:

  • Por que você não abaixou as calças? Você poderia ter conseguido auxilio-invalidez também.