O miúdo estava a ir muito mal em matemática. Os pais tentaram tudo: aulas particulares, brinquedos educativos, centros especializados, terapia, nada adiantou. Ouvem dizer que há uma escola de freiras no bairro que é muito boa, e resolvem fazer mais essa tentativa.
No primeiro dia, o filho volta para casa com cara séria e vai directo para o quarto, sem sequer cumprimentar a mãe. Senta-se na escrivaninha e estuda. Estuda sem parar. A mãe chama-o para jantar. Ele janta depressa e volta imediatamente aos estudos. A mãe nem acredita. Isso dura algumas semanas. Um dia, o rapaz volta para casa com as notas, que entrega à mãe: vinte a matemática! A mãe não se contém, e pergunta:
— Filho, conta à mãe o que te fez mudar? Foram as freiras? O miúdo balança a cabeça negativamente.
— O que foi, então? — insiste a mãe — Foram os livros, a disciplina, a estrutura de ensino, o uniforme, os colegas, o que foi? Ele olha a mãe e diz:
— No primeiro dia, quando vi um sujeito pregado no sinal mais, percebi que elas não eram para brincadeiras…
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Anedota
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Piada
Um jovem foi visitar a sua namorada.
A namorada e a sogra receberam com muito prazer o jovem.
Ficara na sala e almoçaram e muito mais…
O jovem chegou na hora de ir para casa.
Começou a chuver muito forte, e a mãe da namorada disse: jovem hoje vais dormir aqui por causa da chuva.
Jovem disse: tudo bem.
A namorada foi arrumar o quarto e a mãe foi fazer o jantar.
Logo voltaram pra o jovem. o jovem não se encontrava na sala.
Procuraram até se aborrecer.
Mais tarde estão a ver o jovem, e lhe perguntaram~ onde é q tu estavas?
O jovem respondeu: foi té com meus pais pra avizar q hoje não vou pode vir… -
Anedota
Irritado com os alunos, o professor lançou um desafio:
— Aquele que se julgar burro, faça o favor de ficar de pé! Toda a gente continua sentada. Alguns minutos depois, o Joãozinho levanta-se.
— Quer dizer que tu te julgas burro? — perguntou o professor, indignado.
— Bem, para dizer a verdade, não! Mas fiquei com pena de ver o senhor aí de pé sozinho! -
Anedota
A professora está a ter dificuldades com um dos alunos.
— Pedro, qual é o problema?
— Sou muito inteligente para estar na primeira classe. Minha irmã está na terceira e eu sou mais inteligente do que ela. Eu quero ir para a terceira também!
A professora vê que não vai conseguir resolver este problema e manda-o ao director. Enquanto o Pedro espera na antes-sala, a professora explica a situação ao director. Este diz que vai fazer um teste ao garoto, e que, se ele não conseguir responder a todas as perguntas, fica na primeira. A professora concorda. Chama o Pedro, explicam-lhe que vai ter de passar por um teste e ele aceita. Director:
— Pedro, quanto é três vezes três?
Pedro:
— Nove.
Director:
— E quanto é seis vezes seis?
Pedro:
— Trinta e seis.
E o director continua com a bateria de perguntas que um aluno da terceira classe deve saber responder e o Pedro não erra nenhuma. Então diz para a professora:
— Acho que temos mesmo de colocar o Pedro na terceira. A professora pergunta:
— Posso fazer algumas perguntas também?
O director e o Pedro concordam. A professora pergunta:
— O que é que a vaca tem quatro e eu tenho dois? Pedro pensa um instante e responde:
— Pernas.
Ela faz outra pergunta:
— O que é que há nas tuas calças que não há nas minhas?
O director arregala os olhos, mas não tem tempo de interromper…
— Bolsos — responde o Pedro.
— O que é que entra na frente da mulher e que só pode entrar atrás do homem?
Estupefacto, o director prende a respiração…
— A letra M — responde o garoto.
O director respira aliviado e diz para a professora:
— Ponha o Pedro na quarta classe. Eu mesmo teria errado as três últimas respostas. -
Anedota
A professora pediu aos alunos que levassem para a aula instrumentos utilizados num hospital.
— Cíntia, o que trouxeste?
— Um bisturi.
— Quem to deu?
— A minha mãe.
— E o que disse ela?
— Falou que serve para cortar a pele.
— Ah, parabéns. Vítor, o que trouxeste?
— Uma seringa.
— E quem ta deu?
— O meu pai.
— O que disse ele?
— Falou que serve para aplicar injecções.
— Parabéns. E tu, Joãozinho, o que é essa bola debaixo do teu braço?
— Um balão de oxigénio.
— E quem to deu?
— Tirei-o à minha avó.
— E que disse ela?
— Dá cá isso!… Dá cá i… Dá cá… Dá… -
Anedota
– Então não sabes que não se joga a bola dentro de casa?, ralhou a mãe ao filho. – A mãe é que não percebe nada de futebol, respondeu o Marquinhos. Não vê que o Benfica umas vezes joga fora de casa outras vezes em casa?
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Anedota
Na escola:
— Quantos são os mandamentos da Lei de Deus?
— Nove.
— O quê?!
— Sim, senhor… nove para as mulheres e dez para os homens. As mulheres têm menos um, aquele que diz: «Não desejarás a mulher do próximo.» -
Anedota
— Muito bem, meninos, digam-me: o que é um egoísta? — pergunta a professora.
Uma mão, ao fundo, ergue-se:
— Um egoísta é alguém que nunca pensa em mim! -
Anedota
Na aula de religião, o professor voltou-se para a mais assanhadinha da classe e perguntou:
— Lurdinhas, diga-me, quem foi o primeiro homem!
— Ah, professor, se o senhor não se importa, eu prefiro não dizer! -
Anedota
Um miúdo foi à escola pela primeira vez e a professora explicava que, quando tivesse vontade de ir à casa de banho, devia levantar dois dedos da mão.
O garoto, intrigado, perguntou:
— E isso tira a vontade de lá ir? -
Anedota
– Zezinho, eu tinha três bocados de bolo no frigorí- fico e só lá encontro um, queixava-se a mãe. – É porque o frigorífico não tinha luz e não vi o outro bocado…
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Anedota
Porque é que o Alentejo é todo plano? Porque todos os calhaus emigraram para o resto do pais!
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Anedota
— Desejo um remédio radical contra os soluços!
(O farmacêutico administra-lhe duas fortíssimas bofetadas):
— Pronto! Os seus soluços já passaram.
— Mas… meu caro senhor!… O remédio era para… a minha mulher! -
Anedota
— Onde foi que você arranjou esse olho inchado?
— Você não se lembra da viúva que me apresentaram há dias?
— Que tem ela com isso?
— Não era viúva. -
Anedota
Na escuridão:
— Ai, Mário! Nunca me beijaste desta maneira. Será porque esta noite não há luar?
— Não. Não é. O que é é que não sou o Mário. -
Anedota
O aldeão passava em frente da moradia de férias do escritor e via-o sentado à mesinha de trabalho, a escrever.
— Bom dia, senhor doutor. Está a descansar, não é verdade?
— Não, meu amigo: estou a trabalhar.
Cuidava o aldeão que a resposta era de brincadeira. Um dia em que o escritor se entretinha a cavar o jardim, o camponês aproxima-se, e diz com ar de triunfo:
— Ah! Hoje sim. Hoje é que o senhor doutor está a trabalhar!
— Engana-se, meu amigo. Hoje é que estou a descansar.

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