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O Fernando Henrique vai na festa do 145o. aniversário do Roberto Marinho. Mas ao chegar na entrada da supermansão, percebeu que tinha esquecido a sua carteira.

  • Desculpe, mas sem convite não posso deixá-lo entrar – alegou o porteiro, todo educado.
  • Mas, eu sou o Fernando Henrique Cardoso, sociólogo e presidente da República (do Brasil)!
  • Então, mostre-me os seus documentos!
  • É que também não tenho documentos, esqueci a minha carteira!
  • Desculpe-me, mas não vou poder deixar o senhor entrar!
  • O que é isso? O senhor nunca me viu na TV? Olha bem para a minha cara!
  • De fato, o senhor é muito parecido com o presidente, mas sabe como é… existem muitos sósias seu por aí… o senhor vai ter de provar que é o senhor mesmo!
  • Mas o que você quer que eu faça?
  • Não sei! O Pelé também se esqueceu dos documentos, aí eu lhe dei uma bola de futebol e ele fez uma demonstração que logo me convenceu. O Oscar também esqueceu os documentos e eu lhe dei uma bola de basquete e ele fez uma demonstração e provou que era o grande Oscar.
  • Pô, mas eu não sei fazer nada!
  • Ok! Pode entrar!
Sujeito entra no bar e pede:

– Um uísque duplo.

Ele paga, bebe de um gole, e olha pra carteira.

– Outro uísque duplo.

Ele paga, bebe de um gole, e olha pra carteira.

E o sujeito repete o ritual uma porção de vezes. Lá pelas tantas, o barman não aguenta e pergunta:

– O senhor me desculpa a indiscrição, mas porque toda vez que o senhor bebe, o senhor dá uma olhada na carteira?
– É que aqui na carteira tem uma foto da minha mulher. Quando eu começar a achar ela bonita, tá na hora de ir para casa.

Aquele advogado recém-formado estava sendo entrevistado para um emprego.

  • E quais são suas pretensões salariais? – perguntou o entrevistador, depois de ouvir as longas digressões do candidato sobre a sua própria capacidade de assumir responsabilidades.
  • Aproximadamente uns 700 contos por mês, mais benefícios.

E com ar todo empertigado, perguntou:

  • Quais os benefícios que a sua empresa oferece?
  • Normalmente férias de 6 semanas por ano, fundo de pensão para complementar sua aposentadoria, um Vectra novo a cada dois anos, cartões de crédito, título de um clube, plano de saúde integral para todos os dependentes e viagem aos Estados Unidos duas vezes por ano.
  • O senhor está brincando? – pergunta o advogado.
  • É claro! Mas foi você quem começou!

Era uma vez quatro homens e uma mulher que sobreviveram de um naufrágio numa tradicional ilha deserta. Até aí, tudo bem, rolava a maior suruba, todo mundo era feliz.. Até o dia em que a mulher morreu. A primeira semana, até que foi sossegada, a segunda já tava mais complicada, na terceira, a coisa tava feia, e na quarta então, a situação ficou insuportável. Foi então que um deles virou e disse:

  • É isso aí moçada, não dá mais prá aguentar, vamos enterrá-la…

Duas freiras vinham andando pela rua, à noite, quando foram atacadas por dois assaltantes que, vendo que as duas não tinham nada que valesse a pena roubado, resolveram, para não perder o serviço, viola-las. Elas gritam, gritam e ninguém aparece. Uma delas, tomada do fervor religioso, reza:

  • Senhor, perdoai-lhes. Eles não sabem o que fazem!

Ao que a outra responde:

  • Só se fôr o teu, porque o meu é um artista!
Paulo Maluf está a passeio em Tóquio, à convite do prefeito, quando este pára, aponta em uma direção e cochicha:

– Você está vendo aquela ponte? – e mostra seu bolso – 10% aqui, ó!

Um dia, Maluf convida o prefeito de Tóquio para conhecer São Paulo. Está caminhando com ele quando pára e aponta em uma direção:

– Você está vendo aquela ponte?
– Não estou vendo ponte alguma – diz o prefeito de Tóquio.

Maluf termina:

– 100% aqui, ó! – mostrando o seu bolso.