Etiqueta: pai

Dois coelhos, pai e filho, estavam a discutir:

  • Meu filho, tu nunca vais chegar aos meus pés. Eu f*do muito mais que tu e tenho muito mais experiência.
  • Nada disso, pai, você está velho, cansado, eu tenho muito mais vigor, f*do muito mais!
  • Sempre quero ver isso, disse o pai coelho.

Alinharam uma fila de 100 coelhas, em frente e cada um foi f*dendo como podia começando um numa ponta e o outro noutra, a ver quem chegava primeiro ao fim.
O pai coelho:

  • Com licença, obrigado, com licença, obrigado, com licença, obrigado, com licença, obrigado, com licença, obrigado, com licença, obrigado, com licença, obrigado, com licença….

O coelho filho:

  • Comlicençaobrigado, comlicençaobrigado, comlicençaobrigado, comlicençaobrigado, comlicençaobrigado, comlicençaobrigado, comlicençaobrigado, comlicençaobrigado, comlicençaobrigado, desculpa pai, comlicençaobrigado, com..

Um menino chamado CalaBoca o irmao mais novo chamado TeuPai a mae OpsMeDescuidei e o avo chamado educação que ja tinha morrido:
entao CalaBoca foi buscar TeuPai na escola enquanto apareçeu uma contina a frente dele e perguntou-lhe:
-Como te chamas?
e ele:
:CalaBoca!
ela:
-Vens buscar quem?
e ele:
-TeuPai!!!
e ela:
-Como se chama a tua mãe?
e ele:
-OpsMeDescuidei!
e ela:
-como se chama a tua mae porra !!!
e ele:
-OpsMeDescuideiiiii!!!!!
e ela:
-Não tens educação!
e ele:
-Não educação já morreu a muito tempo!!!!!!!
Fim

Foi um casal para a sua lua-de-mel, mas o noivo desconhecia por completo o que teria que “fazer”. Já no quarto, o noivo, muito nervoso, telefona para o seu pai.
O pai, já a par da história diz ao filho: – Calma, presta atenção ao que eu te vou dizer: primeiro tira a tua roupa -e ele tirou; agora tira a roupa dela -e ele tirou; deita-a na cama -e ele deitou; apaga a luz -e ele apagou; e agora atenção, isto é o mais importante, …, atira-te para cima dela!
Ele atirou-se e deu uma valente cabeçada na mesinha de cabeceira.
Pegou novamente no telefone e disse: – Ai, …, ai, e agora?

  • Agora continua! – disse o pai.

E ele, agora confiante, continuou a dar valentes cabeçadas na mesinha de cabeceira!…

Pai, preciso de fazer um trabalho para a escola! Posso fazer-te uma pergunta? Claro, meu filho, qual é a pergunta?
O que é a política, pai?

Bem, política envolve: Povo; Governo; Poder económico; Classe trabalhadora; Futuro do país…
Não entendi nada. Dá para explicares melhor?

-Bem, vou usar a nossa casa como exemplo: Sou eu quem traz dinheiro para casa: então eu sou o poder económico.
A tua mãe administra, gasta o dinheiro: então ela é o governo.
Como nós cuidamos das tuas necessidades, tu és o povo.
O teu irmãozinho é o Futuro do país e a Zefinha, a nossa criada, é a classe trabalhadora.

Entendeste, filho?
Mais ou menos, pai. Vou pensar.

Naquela noite, acordado pelo choro do irmãozinho, o menino foi ver o que se passava. Descobriu que o irmãozinho tinha sujado a fralda e estava todo sujo. Foi ao quarto dos pais e viu que a mãe estava num sono muito profundo.

Foi ao quarto da criada e viu, através da fechadura, o pai na cama com ela. Como os dois nem ouviram o menino a bater à porta, ele voltou para o quarto e adormeceu.
Na manhã seguinte, à hora do pequeno almoço, o miúdo disse ao pai:

Pai, agora acho que percebi o que é a política.
Ótimo filho! Então explica- me por palavras tuas.

Bom, pai, acho que é assim:

Enquanto o poder económico fo** a classe trabalhadora, o governo dorme profundamente…
O povo é totalmente ignorado e o futuro do país fica na merda!

Uma rapariga pede ao pai para ir ao cinema. Contrariado o pai responde:

  • Não vais! Não te deixo ir!
  • Deixa lá pai!_ – diz a filha.
  • Não vais! Mas olha, se me fizeres um b**** eu deixo-te ir!
  • Olha-me esta! – diz a filha – O pai tem cada uma!
  • Disse e está dito! Só vais se me fizeres um b****!

A rapariga tanto queria ir ao cinema que acabou por fazer o b**** ao pai.
Mas, ao fazer o b**** diz ela ao pai:

  • Ó Pai! sabe à merda!
  • O que é que queres?!_ O teu irmão quis ir ao futebol!

O filho índio pergunta ao pai índio:

  • Pai índio, pai índio, porque que nós índios não ter os nomes como os brancos? Porquê eu não ser António; porquê tu não seres José; a mãe Maria e irmã Angélica?
  • Filho índio! Nós índios ser diferentes dos brancos! Porque no momento do nascimento nós olhar p’rá Mãe Natureza. É por isso que a tua mãe se chama

“Lua Cheia” e tua irmã “Chuva”. Percebestes “Preservativo Roto”?

Uma familia de sádicos vai dar uma volta de carro. No automóvel vai o marido, a mulher, o filho, o avô e a avó. De repente o pai abre a porta e empurra a avó, que se esborracha toda no chão. O resto da familia começa a bater palmas muito contentes. Passado mais alguns instantes o puto abre a porta e empurra o avô, que fica debaixo de um camião. O jovem delira, assim como o resto da família. Mais à frente, a porta do carro abre-se e fecha-se logo a seguir e o puto pergunta:

  • Papá, o que foi isto?
  • Fui eu que empurrei a tua mãe.

O jovem começa a chorar.

  • Estás a chorar de quê, filho da puta?
  • É que eu não vi.

Estava uma senhora a conversar com uma criança magra e esfarrapada que brincava à beira da estrada.

  • Pobre criança. Que faz o teu pai?
  • O meu pai? Bebe!
  • Bem me parecia. E a tua mãe?
  • Também bebe!
  • Lamentável! Tens irmãos ?
  • Só um … Os outros morrerram todos quando eram pequeninos …
  • Pois, não me admira! E o que faz esse teu irmão?
  • O meu irmão está na faculdade de medicina.
  • Na Faculdade de medicina !?!? Mas isso é formidável! O que é que ele lá faz?
  • Está num frasco de álcool.
Em um desses emocionantes debates políticos o mediador pergunta a um candidato:

– Candidato, como o senhor começou a sua carreira política?
– Ah, foi logo na infância! – disse o político, orgulhoso – Quando eu estava no primário!

Os outros candidatos caem na risada.

– Me desculpe, senhor candidato! – disse o mediador – Mas começar a carreira no primário é demais! O senhor quer se explicar melhor?
– Pois é… Um dia meu pai me chamou e disse “Filho, a partir de hoje eu vou te dar mil cruzeiros toda vez que você tirar uma nota maior que sete!” No dia seguinte eu chamei a professora de canto e falei “Escuta, Dona Clotilde… O que a senhora acha de ganhar 500 cruzeiros de vez em quando?”