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O Joãozinho achou tão excitante o que tinha visto que não se conteve e correu para casa contar à mãe, o que tinha visto.

  • Mãe! Mãe! Eu estava no pátio da escola, quando vi o carro do pai ir para o bosque com a tia. Fui atrás para ver. O pai estava a dar um grande beijo na tia. Depois ele ajudou-a a tirar a blusa, depois a tia ajudou o pai a tirar as calças e depois a tia …

Nesse ponto, a Mãe interrompeu-o e disse:

  • Joãozinho, essa é uma história tão interessante, que vais guardá-la para contar à hora do

jantar!… Quero ver a cara do pai, quando lhe contares tudo isso, à noite.
Ao jantar, a mãe pediu ao Joãozinho para contar a história.

  • Eu estava a brincar no pátio da escola quando vi o carro do pai ir para o bosque com a tia.

Corri para ver. Ele estava a dar um grande beijo à tia. Ajudou-a a tirar a blusa e a tia ajudou o pai a tirar as calças e depois a tia e o pai começaram a fazer as mesmas coisas que a mãe e o tio Jacinto faziam, quando o Pai estava na tropa!
A Mãe desmaiou!

O pai do Zezinho foi buscá-lo à escola para o levar a uma consulta ao dentista. Sabendo que os papéis, no grupo de teatro da escola tinham sido distribuídos nesse dia, perguntou ao filho se lhe calhara algum. O Zezinho, entusiasmado, disse que sim.
— Calhou-me o papel de um homem que está casado há vinte anos. 
Responde o pai:

— Óptimo, filho. Continua o bom trabalho, que qualquer dia dão-te um papel em que possas falar.

Diz o Joãozinho para a mãe:

  • Mãezinha, mãezinha, eu já sei quem é o Pai Natal!

A mãe:

  • Sabes?! Então quem é o Pai Natal?

Responde o Joãozinho:

  • Sei! Esta noite de Natal, estive acordado de propósito à espera dele! A certa altura, ouvi passos e vi que, afinal, era o paizinho que trazia os embrulhos das prendas… Depois, Só não percebi foi uma coisa!

A mãe:

  • O quê, filho?

E diz o Joãozinho:

  • Porque é que o paizinho entrou no quarto da empregada e ficou lá muito tempo…

Sabem porque é que as árvores de Natal têm um anjinho em cima?
É uma longa historia …
Na véspera de um destes Natais, o Pai Natal estava muito aflito porque ainda não tinha embrulhado as prendas todas, tinha uma rena coxa e outra constipada.
Desesperado foi beber um copo, chega à adega e não havia nada.
Voltou à cozinha para comer alguma coisa e os ratos tinham comido tudo.
Para alegrar-lhe a vida, a mulher avisou-o que a sogra ia passar o Natal com eles.
No meio do desespero, tocam-lhe à porta.
Com a pressa de abrir a porta, tropeça e amassa a cara toda, começando a sangrar.
Abre a porta neste lindo estado e aparece-lhe um anjinho dizendo com uma voz angelical:

  • Olá Pai Natal! Boas Festas! Venho visitar-te nesta quadra tão feliz, cheia de paz e amor. Trago-te aqui esta árvore de natal. Onde é que queres que a meta?