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Numa escola em África a professora pede aos alunos que diga um verbo. O primeiro aluno pensa um bocado e finalmente diz:

  • Bicicrete!
  • Não, bicicleta não é um verbo! Tu aí atrás, ora diz um verbo!

O rapaz pensa um pouco e finalmente diz:

  • Prástico!
  • Não! Plástico também não é um verbo! Tu aí ao pé da janela, diz um verbo!

O rapaz pensa um pouco e diz:

  • Hospedar!
  • Muito bem! Hospedar é um verbo, sim senhor! Agora diz uma frase com esse verbo!

O rapaz pensa mais um pouco e por fim diz:

  • Hospedar da minha bicicrete são de prástico!

Um bêbado estava sentado no jardim quando de repente vê um funeral lá ao fundo da rua e pensou: «Já agora vou ver o que é aquilo.» Quando chegou ao pé do cortejo, gritava a viúva:
— Ai mê crido, vás para onde não há televisão, vás para onde não há camas, vás para onde não há luz, vás para onde não há feijão nem arroz, vás para onde não há vinho… E tu que gostavas tanto, vás para onde não há nada.
Vira-se o bêbado e diz:
— Oh, oh, queres ver que vão levar o homem para a minha casa?

O rapaz foi jantar a casa dos futuros sogros.
A dada altura, já depois de ter comido uma farta feijoada, está ele sentado no sofá quando o cãozito da família se vem sentar ao seu lado.
De repente, sem contar, o rapaz solta um peido silencioso mas muito mal cheiroso.
O rapaz começa a ficar com receio que alguém repare.
A mãe da rapariga sente o cheiro, vira-se para o cão e diz:

  • Boby, sai daí.

O rapaz pensa: “Olha, o cão ficou com as culpas. Porreiro… Bem que posso largar outro!”
Dito e feito, o rapaz larga outro peido ainda mais potente.
A senhora sente novamente o cheiro e diz novamente ao cão:

  • Boby, sai do sofá!

O rapaz pensa: “Bolas, resulta mesmo bem. Vou aproveitar para mandar mais um.”
Novo peido, desta vez ainda mais potente e a senhora grita para o cão:

  • Boby, tu sai mas é daí que ele ainda te mata!