No gabinete do ministro:
- Marca uma reunião com os ministros para sexta-feira – diz o ministro.
- Sexta-feira e com “s” ou com “x”? – pergunta a secretaria.
O ministro após pensar um pouco responde:
- Marca para quinta.
No gabinete do ministro:
O ministro após pensar um pouco responde:
Dois amigos conversando:
— Metade dos nossos políticos não presta para nada.
— É verdade. E a outra metade é capaz de tudo.
Um sujeito vai visitar um amigo deputado e aproveita para lhe pedir um emprego para o filho, que tinha acabado de completar o décimo segundo ano.
— Eu tenho uma vaga de assessor, só que o ordenado não é muito bom…
— Quanto é, doutor?
— Pouco mais de dez mil euros.
— Dez mil? Mas é muito dinheiro para o garoto! Ele não vai saber o que fazer com tudo isso. Não tem vaga mais modesta?
— Só se for para trabalhar na Assembleia. Meio período. Estão a pagar cinco mil!
— Ainda é muito, doutor! Isso vai acabar por estragar o rapaz. O senhor não tem um emprego que pague uns mil ou até mil e duzentos euros?
— Ter, tenho. Mas aí é só por concurso e é para quem tem curso superior em Engenharia, Administração, Medicina, Economia, Direito ou Contabilidade, etc. E ainda tem de possuir bons conhecimentos em informática, além de inglês, francês e espanhol fluentes…
— Joana — disse o orgulhoso pai —, vou saber o que o nosso filho será quando for crescido… Observa…
Pôs, então, uma nota de cinquenta euros sobre a mesa, para representar a carreira bancária, ao lado colocou uma Bíblia, representando a carreira eclesiástica, e junto uma garrafa de uísque, para representar a vagabundagem. A seguir, esconderam-se num local donde pudessem ver os artigos que estavam em cima da mesa.
O garoto entrou na sala e observou os objectos arrumados sobre a mesa. Olhou à sua volta e viu que estava sozinho. Observou a nota contra a luz e folheou a Bíblia. Depois, olhou de novo à sua volta e, rapidamente, tirou a rolha da garrafa e cheirou o conteúdo. E, de um gesto, meteu a nota na algibeira, colocou a Bíblia debaixo do braço, apanhou a garrafa pelo gargalo e saiu apressadamente da sala, muito alegre.
— Meu Deus! — exclamou o pai. — Ele vai ser político!
Diz um político, num comício:
— Eu, sim! Eu sou um político incorrupto! Por estes bolsos, nunca passou dinheiro desonesto!
Alguém da assistência:
— Ena, comprou um fato novo!
O candidato a um cargo importante ficou muito irritado com as referências feitas a seu respeito por um jornal local. Irrompeu pela sala da redacção e exclamou:
— Sabem muito bem que tudo o que escreveram é mentira!
— Não tem razões de queixa — argumentou o chefe da redacção. — Imagine que nós dizíamos a verdade!
Um presidente de câmara do interior queria construir uma ponte e chamou três empreiteiros: um alemão, um americano e um português.
— Faço por três milhões de dólares — disse o alemão. — Um pela mão-de-obra, um pelo material e um para o meu lucro.
— Faço por seis milhões — propôs o americano. — Dois pela mão-de-obra, dois pelo material e dois para mim. Mas o serviço é de primeira.
— Faço por nove milhões — disse o português.
— Nove? — espantou-se o presidente — É de mais! Porquê?
— Três para mim, três para si e três para o alemão fazer a obra!
— E o seu filho, está bem? — Pois está. Está lá pra Lisboa há muitos anos. Não é por ser meu filho, mas é muito esperto. Anda lá com aqueles senhores da alta, com aquela gente assim. Sim, senhor. E está muito bem. Vive muito bem.
— Muito me conta. Mas em que é que ele se emprega?
— Olhe, nem sei bem. Ele agora é lá daqueles que falam muito: é… como é que se chama aquilo? É daqueles… é doputedo. É doputedo.
O polícia de trânsito:
— O senhor não viu a luz encarnada do sinal?
— Vi, sim, senhor guarda. O que não vi foi que o senhor estava aí.
Num comboio havia um miúdo acompanhado pela mãe que era mais feio que os feios, ao ponto de que sempre que ele entrava numa carruagem todas as pessoas começavam a benzerem-se e tapavam os olhos, perante tal espectáculo a mãe resolveu levar o miúdo para outra carruagem, quando entraram viram que apenas lá estava um alentejano a comer melancia, este olhou para a criança mas não fez caso e continuo a comer a melancia, a mãe feliz vira-se para o filho e diz “estás a ver filho afinal existem pessoas que conseguem ver o bom coração das pessoas”, o alentejano quando acabou de comer a melancia vira-se para a mãe e diz : “A Sra. Desculpe, mas o bichinho come as cascas?”
O preso: Lá me fugiu o chapéu! Posso correr a apanhá-lo?
O polícia: E não voltar? Não senhor. Você fica aqui e quem vai apanhar o chapéu sou eu.
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