O homem embriagava-se habitualmente mas não desistia de andar de bicicleta, e a mulher avisava-o:
— Ó homem, tu andas de bicicleta nesse estado, e um dia vais parar ao hospital…
Respondia ele:
— Deixa lá, mulher; tu não vês que Deus me guarda?
Um dia caiu, e foi mesmo parar ao hospital. A mulher foi vê-lo:
— Eu não te dizia que um dia havias de vir parar ao hospital? Dizias «Deus guarda-me», «Deus guarda-me» mas agora não te guardou…
— Oh, mulher! Tu não vês que Deus há só um, e os bêbados ontem eram tantos.
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Anedota
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Anedota
O chefe da esquadra:
— Você não tem mesmo vergonha nenhuma! Da última vez que cá esteve prometeu que não tornava a embebedar-se, e que ia ser outro homem.
— Pois prometi, senhor chefe. E sou. O pior é que este agora ainda gosta mais de vinho que o outro. -
Anedota
O médico não tem dificuldade em diagnosticar a origem dos males de que se queixa o cliente.
— Estenda o braço, diz ao doente.
O braço está agitado por tremores contínuos.
— É claro. Você bebe demais.
— Não tanto como isso — responde o doente —, eu entorno muito. -
Anedota
O bêbado está encostado a uma árvore. Passa o polícia, que já o conhece, e diz-lhe:
— Caramba! Você sempre bêbado, sempre bêbado! Quando é que acaba com isso?! Você nunca mais deixa de estar bêbado.
— Hum! E você? Sempre polícia! Sempre polícia! -
Anedota
O bêbado vai de encontro a uma senhora e diz-lhe:
— A senhora é feia.
Um bocado depois torna a encontrá-la, fixa-a e diz:
— Já lhe disse: a senhora é feia.
— E o senhor é bêbado — responde ela.
— Pois sim. Mas eu amanhã já estou bom… -
Anedota
O homem volta a casa de madrugada. Infelizmente, a mulher está acordada, à espera dele, e recebe-o com a colher de pau na mão:
— Cuba de vinho! Bêbado! Pergunto a mim mesma que desculpa é que tu vais arranjar.
E ele, com sinceridade.
— Também eu! -
Anedota
Entre amigos:
— O Zé faz mal em beber tanto. Olha como ele cambaleia.
— Ele faz mal é em andar. -
Anedota
Dois amigos andaram juntos na paródia, toda a noite. No fim, um deles está tão bêbado, que o outro resolve ir acompanhá-lo a casa.
— Não posso subir a escada sozinho! Sou capaz de partir a cabeça. O amigo põe-o aos ombros, sobe ao terceiro andar, abre a porta e atira-o lá para dentro. Ao descer, fica espantado por o encontrar estendido no portal. Sobe com ele novamente, faz a mesma coisa, e, quando desce, encontra-o outra vez lá em baixo.
— Parece mas é que estás a gozar comigo!
— Vê lá mas é se fazes as coisas como deve ser. Já são duas vezes que me atiras pelo buraco do elevador! -
Anedota
O médico, a um doente que o foi consultar:
— Essa falta de vista que você vai notando é devida ao abuso do álcool. Não lhe restem dúvidas.
— Não creio isso, doutor — responde o doente — Precisamente quando bebo vejo tudo a dobrar, e até a triplicar… -
Anedota
Um bêbado está cambaleando pela rua e dá de cara
com uma freira. Tentando consciencializá-lo, ela diz:
— O senhor sabia que o Brasil é o segundo país do mundo em consumo de álcool?
— Isso é culpa desses crente!
— Como dos crentes? – pergunta a freira, indignada – Se crentes não bebem álcool!
— Pois é… (hic) Se eles bebesse um pouco nóis tava era em primeiro! -
Anedota
Na noite de Natal um senhor e a esposa saem de um restaurante e são empurrados, violentamente, no passeio, por um sujeito que vacilava periogosamente. O senhor, furioso, diz-lhe:
— O senhor não está, na verdade, no seu estado normal!
— Ah! Essa é muito boa — disse entre soluços, o borracho, cheio de lógica —, nunca me viu… -
Anedota
Um homem estava doente em consequência de repetidos e enormes abusos de bebidas alcoólicas.
O médico recomendou-lhe a maior sobriedade. Indo visitá-lo, vê em cima da mesa de cabeceira uma garrafa de vinho e um copo:
— O que é isto? Por acaso, a despeito da minha proibição, bebeu vinho sem água?
— Não, doutor. Deitei-lhe um pouco de aguardente. -
Anedota
O bêbado está sentado à esquina duma rua, altas horas da noite, quando passa ali uma patrulha.
— O que faz aí? — pergunta o sargento.
— Vejo que a Terra anda à roda, e estou à espera que a minha casa aqui passe, para entrar. -
Anedota
Durante anos os dois amigos entravam no botequim, sempre à mesma hora, pediam dois uísques, faziam txim-txim com os copos, pagavam e saíam conversando amigavelmente. Certa tarde, veio um só.
— Então o seu amigo? — perguntou o taberneiro.
— Infelizmente, morreu.
— Então agora, só um uísque, não é verdade?
— Não. Dois. Eu continuo a beber por mim e a honrá-lo, bebendo por ele.
Tempos depois, o homem entra no botequim e pede só um uísque.
— Só para si, já se vê.
— Não, senhor. Deite só o do meu saudoso amigo. Eu já deixei de
beber. -
Anedota
Um bêbado entra num autocarro e senta-se ao lado duma senhora idosa.
— Talvez não saiba — diz-lhe a velhota —, mas o senhor vai para o Inferno.
O bêbado dá um salto e diz para o condutor:
— Por favor, deixe-me sair. Enganei-me no autocarro. -
Anedota
— Porque bebes tanto?
— Para esquecer.
— Esquecer o quê?
— Esquecer que tenho vergonha.
— Vergonha de quê?
— De beber tanto.

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