— Papá: como é que começa a guerra?
— Olha: supõe que a Espanha, por exemplo, apreendia um barco dos nossos…
— Ó homem! Não ensines uma coisa dessas à criança. A Espanha nunca nos fazia isso. De mais a mais, estamos em óptimas relações.
— Mas isto é só uma suposição…
— Mas é uma suposição parva. Não tem jeito nenhum.
— Ó mulher, cala-te. Isto é só como exemplo…
— Cala-te tu, que tu é que estás dizendo as asneiras.
— Fazes-me perder a paciência, diabo!
— O quê? Estás a ameaçar? Julgas que me metes medo?
— Ó mulher… eu…
— Pronto, papá! Pronto! Já sei como é que começa a guerra.
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Anedota
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Anedota
A mulher despede-se do marido que vai trabalhar noutro país: – Quero notícias tuas todos os meses, prometes?
Ele: – Por carta ou por e-mail?
Ela: – Por cheque. -
Anedota
— O papá não tem medo da trovoada.
— Eu não, minha filha.
— E não tem medo dos lobos?
— Não, minha filha.
— E não tem medo dos rinocerontes?
— Não, minha filha.
— Afinal, o papá só tem medo da mamã! -
Anedota
— Um jovem que ia casar-se, foi confessar, mas, depois da confissão, sentiu escrúpulos e disse ao padre:
— Padre: não sei se me confessei bem, porque vejo que não me foi imposta nenhuma penitência.
Resposta do padre confessor:
— Pois não me disse, meu filho, que ia casar-se? -
Anedota
O pai faz repetir ao filho os verbos que acaba de lhe ensinar, e depois pergunta-lhe:
— Atenção. Se eu digo eu lavo-me, tu lavas-te, ele lava-se, o que é? A criança pensa e, por fim, responde:
— Eu sei, paizinho: é domingo.
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Anedota
A senhora aproximou-se do confessor e perguntou-lhe:
— Hoje, vendo-me ao espelho, achei que sou bonita. Diga-me, meu padre, eu pequei?
— Não tem importância, minha filha. Um engano não é pecado. -
Anedota
– O Mwangolê, cada vez que compra uma caixa de leite, abre-a, ali mesmo, no supermercado, pruquê?
– Porque na caixa du leite está escrito : ‘Abra aqui.’ -
Anedota
Um padre encontra um burro morto em frente da porta. Telefona à polícia e ouve, na outra ponta do fio, o chefe da esquadra a fazer-se engraçado:
— Mas então, senhor prior, não é das suas obrigações enterrar os mortos?
Resposta do padre:
— É verdade que sim. Mas não o posso fazer sem consultar primeiro a família. -
Anedota
Tudo quanto Deus faz é perfeito! — afirmava, num sermão, o padre da aldeia. Então um dos paroquianos mais cretinos, estúpidos e ignorantes, perguntou lá do fundo:
— Até eu sou perfeito?…
— Pois claro que sim! — tornou o padre — és um perfeito cretino. -
Anedota
— O que é que impede o seu amigo de vir à igreja?—pergunta o padre. Espero que não seja sionismo.
— Não, senhor prior. É pior que isso.
— Pior? O quê? É deísmo?
— Não é isso. É pior ainda.
— Pior que deísmo? Oh, Céus! Espero que não seja ateísmo!
— Ê pior que isso, ainda: é reumatismo. -
Anedota
Morreu um burro em frente de uma Igreja e, como uma semana depois, o corpo ainda estava lá, o padre resolveu reclamar com o Presidente da Junta.
– Sr. Presidente, há um burro morto à frente da Igreja há quase uma
semana!
E o Presidente, que era um grande adversário político do padre, resolveu picá-lo:
– Sr. Padre, não é o senhor que tem obrigação de cuidar dos mortos?
– Sim, sou eu! – respondeu o padre, com serenidade. – Mas também é minha obrigação avisar os parentes! -
Anedota
Certo cura, moído das confissões, disse no primeiro domingo da quaresma, aos seus fregueses, do púlpito, à missa conventual:
— Eu confessarei, de hoje em diante, pela ordem seguinte: segunda-feira, os mentirosos; terça, os avarentos; quarta, os maldizentes; quinta, os ladrões; sexta, os libertinos; e sábado, as mulheres de vida escandalosa.
O padre nunca mais teve incómodo de confessar pessoa alguma. -
Anedota
Você terá prazeres em jantar comigo meu amor?
-Que pergunta! Claro que tenho.
Então diga à sua mãe que estarei em sua casa antes das cinco. -
Anedota
Três padres conversavam a respeito da maneira como usavam as esmolas que os fiéis deitam na «Caixa das Almas».
Diz o francês:
— Nós fazemos um risco no chão, quando abrimos a caixa, no fim do mês. As moedas e as notas que caem à direita são para Deus; as outras são para as necessidades da paróquia.
O espanhol:
— Nós fazemos uma fenda, num estrado. Atiramos ao ar: as que entram pela fenda são para Deus; as outras, as que caem fora, são para a paróquia.
O português:
— Nós fazemos isso mais simples. Abrimos a caixa, atiramos tudo ao ar, notas e moedas. As que Deus apanha são para Ele. -
Anedota
Sabes porquê que os alentejanos fazem sexo a 6?
Para os outros 5 abanarem a cama!
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Anedota
No sanatório um corinthiano sádico, um são paulino masoquista, um palmeirense assassino, um flamenguista necrófilo, um santista zoófilo e um botafoguense piromaníaco estão sentados num banco de jardim dentro de um sanatório, sem saber como ocupar o tempo.
Diz o santista zoófilo:
– E aí, vamos transar com um gato?
Então diz o corinthiano sádico:
– Vamos transar com um gato e depois torturá-lo!
E diz o palmeirense assassino:
– Vamos transar com um gato, torturá-lo e depois matá-lo!
Diz o flamenguista necrófilo:
– Vamos transar com um gato, torturá-lo, matá-lo e depois transamos com ele outra vez!
E diz o botafoguense piromaníaco:
– Vamos transar com um gato, torturá-lo, matá-lo, transar com ele outra vez e atear-lhe fogo!
Segue-se um silêncio, todos olham para o são paulino masoquista e perguntam:
– E aí?
E diz o são paulino:
– Miau!

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