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Estava uma menina chamada Graça e outra chamada Jadisse a brincar á beira de uma estrada.
A Graça disse á Jadisse que ia cagar atrás de uma árvore e a Jadisse como não tinha nada para fazer atirou uma pedra para um carro e policia chegou e perguntou á “já disse”.
– Como te chamas ?
– Jadisse.
– Como te chamas ?
– Jadisse!?!?!?
– Onde é que está a graça !??!
– Está ali atrás da árvore a cagar

A sra. Professora manda como trabalho para casa, fazer uma rima com a palavra Peru. No dia seguinte o primeiro a ser chamado é o menino João:

  • Menino João qual é a sua rima.
  • O Peru tem penas no cu.

-Malcriado, malcriado, amanhã quero outra rima.
No dia seguinte:

  • Menino João, fez a rima?
  • Fiz sim, sra. Professora: “O Peru tem penas no pé. Não tem no cu que a sra. professora não qué.”

Duas vizinhas tinham tomates plantados no quintal.
Uma tinha sempre uns tomates grandes e bonitos, e a outra tinha os seus tomates sempre todos comidos dos pássaros. Ao ver que os tomates da vizinha não eram comidos pelos passaros, um dia ao vê-la no quintal perguntou-lhe:

  • Ó vizinha porque é que os pássaros comem sempre os meus tomates e nunca vão para os seus.
  • Sabe vizinha, é que eu tenho à mistura com os tomates verdadeiros, uns tomates de chumbo. Os passaros bicam, magoam o bico e vão para os seus tomates.
  • Mas que grande ideia!!! Onde é que a vizinha arranjou esses tomates?

E a vizinha explicou a loja onde se vendiam os referidos tomates, e no dia seguinte lá foi ela comprar os tomates de chumbo.
Entra a loja, e aparece-lhe para a atender um empregado todo curvadinho.

  • O sr. tem tomates de chumbo? – pergunta-le.
  • Não não minha sra. isto é do reumatismo.

Um detective estava à conversa com um amigo numa esplanada, quando três mulheres se sentaram a uma mesa cada qual a comer uma banana.
-Tu viste aquelas mulheres? – perguntou o amigo.
-Vi, mas não conheço nenhuma. Nem a prostituta, nem a freira, nem a recém casada.
-Como diabo é que tu sabes a profissão delas? Perguntou o amigo.
-É fácil, respondeu o detective. É só ver a maneira como elas comem a banana. A prostituta engole a banana de uma só vez. A freira como aos poucos, em pedacinhos.
-E a recém-casada, como foi que descobriste?
O detective colocou a mão na nuca e, fingindo segurar uma banana na outra mão empurra a cabeça na direção da banana imaginária, com a boca aberta!

O Ronaldo vira-se para o Romário e diz: – Cara, estou farto de jogar em Espanha. Vou para Portugal. Diz o Romário: – Olha, vai para o Sporting! Ronaldo: – Para o Sporting? Esta lá o Beto, o João Pinto… Não tenho hipóteses lá. Romário: – Então, vai para o FC Porto! – Não da, cara. Esta lá o Derlei e o Jaunkaukas. Não tenho hipóteses. Romário: – Então, olha, vai a merda!!! Ronaldo: – A merda também não. Esta lá o Simão e o Tiago… não quero jogar lá

Um anão entrou na casa de banho de uma estação de serviço. Só tinha um preto a mijar. Aí, o anão pediu ao preto:
-Por favor, podias pôr-me em cima de um banquinho para eu poder mijar?
O preto acedeu e colocou o anão em cima de um banco.
Então o anão olhou para o lado e disse: “xiiii… posso pegar um pouquinho nessa pichota? é que a minha é tão pequenina… é só pra ver como é a sensação”!
-Está bem, disse o preto. Mas só um bocadinho.
-Deixa-me pegar um pouquinho também no teu saco… o meu é tão pequenino…, insistiu o anão.
-Está bem, mas só um pouquinho…, disse o preto.
-Isto é um assalto, disse o anão. Passa pra cá a massa toda senão salto do banco!

Realizou-se um campeonato de paneleiros, para ver quem tinha o cú mais sensível.
Veio o primeiro e enfiaram-lhe uma caneta bic. Com uma voz fina, o tipo disse: “Ai, deixa eu ver… Caneta bic ponta fina”.
Porra, até na ponta acertou!
Veio o segundo e enfiaram-lhe uma lapiseira. Com vos finíssima o tipo disse: “Ai, deixa me ver.. Lapiseira 0.7” UAAAAU! gritou a assistência. Até na espessura acertou!
Veio então o terceiro e um dos jurados que ia a passar entornou o café em cima do cú do tipo. E o tipo, com voz super fina: “Aaaaaaaiiiiiiiiiii…… Está sem açúcar”

Muito triste, o caipira procura o compadre da fazenda vizinha:

– Bento! Minha vaca tá doente, rapaiz… Lembra quando a sua ficô doente, o que foi que ocê deu pra ela?
– Ah, eu dei uma ração especial! Se ocê quiser eu te dou o que sobrou!

O caipira pega a ração, agradece e vai embora. Uma semana depois ele reencontra o compadre.

– Xii, Bento… Nem teve jeito, rapaiz… Eu dei aquela ração pra minha vaca… E a danada morreu!
– Óia qui coincidência! A minha tamém!