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Aquele jovem advogado, recém-formado, montou um luxuoso escritório num prédio de alto padrão na Av. Paulista e botou na porta uma placa dourada: “Dr. Antônio Soares — Especialista em Direito Tributário”.

No primeiro dia de trabalho, chegou bem cedo, vestindo o seu melhor terno e sentou-se atrás de sua escrivaninha, cheio de empáfia e ficou aguardando o primeiro cliente.

Meia hora depois batem à porta. Rapidamente ele apanha o telefone do gancho e começa a simular uma conversa:

– Mas é claro, Sr. Mendonça, pode ficar tranqüilo! Nós vamos ganhar esse negócio! O juiz já deu parecer favorável! Sei… sei… Como? Meus honorários?
– Não se preocupe! O senhor pode pagar os outros 50 mil na semana que vem!… é claro!… Sem problemas!… O senhor me dá licença agora que eu tenho um outro cliente aguardando… obrigado… um abraço!

Bate o fone no gancho com força e vai abrir a porta:

– Pois não, o que o senhor deseja?
– Eu vim instalar o telefone!
Um dia, a rosa encontrou a couve-flor e disse:

– Que petulância, se chamar de flor!
Veja sua pele áspera e a minha, lisa e sedosa.
Veja seu cheiro desagradável e meu perfume, sensual e envolvente.
Veja seu corpo grosseiro e o meu, delgado e elegante…
Eu, sim, sou uma flor!!!

E a couve-flor respondeu:

– É… mas ninguém te come!

O pai estava passeando com o filhinho. A certa altura, o garoto perguntou:

  • Pai, o que é electricidade?
  • Bem, não sei ao certo – respondeu o pai. – Tudo o que sei é que é algo que faz as coisas funcionarem.

Mais adiante, o menino fez outra pergunta.

  • Pai, como é que a gasolina faz os motores funcionarem?
  • Não sei, filho. Não entendo nada de motores.

Depois de curto intervalo, o garoto novamente:

  • Pai, por que o asfalto brilha como se estivesse molhado, nos dias de calor?
  • Não sei, não entendo de pavimentação.

Outras perguntas se seguiram, com quase os mesmos resultados. Por fim, o garoto perguntou:

  • Pai, você não se aborrece quando faço todas essas perguntas?
  • Claro que não, filho. De que outra forma você aprenderia alguma coisa?
O gaúcho tinha um Opala “jóia”, daqueles antigos, motor 4.100, “inteiraço”. Tinha um ciúme doentio do carro.

Um dia alguém bateu na porta do Opala, e amassou, o gaúcho ficou absolutamente puto da vida, o que não é nenhuma novidade.

Encostou o carro na garagem e disse que não ia mais sair com ele.

Passaram-se alguns meses, o gaúcho louco de saudade do carrão, querendo dar uma volta…

Senta ao volante, pôe a chave na partida e nada. A bateria havia descarregado.

Depois de várias tentativas, desiste e chama o mecânico. Este chega, dá uma olhada, tenta ligar e diz:

– É fácil de consertar, e só fazer uma chupeta.

E o gaúcho:

– Se eu der a bunda, você arruma a porta também ?

Depois de um dia inteiro de caminhada, o caçador e seu guia chegam finalmente ao pico da montanha. À noite, em torno da fogueira, os dois conversam:

  • Sabe, Remiro, você é um grande guia e me inspira total confiança, mas fico pensando uma coisa: se por acaso eu sofresse algum acidente ou ficasse doente, como você faria para me levar de volta para a cidade, eu com os meus 90 quilos.
  • Nenhum problema, patrão. No ano passado, desci sozinho esta montanha levando nas costas um javali de quase 200 quilos.
  • Duzentos quilos? Sozinho? Como você fez isso?
  • Umas dez viagens, patrão.
O japonês estava no banheiro fazendo xixi, quando chega um negão e se posiciona ao seu lado, arrancando uma mangueira enorme.

Com o rabo dos olhos ele dá uma espiada e consegue ler a seguinte inscrição tatuada na piroca do negão:

“Extra! O maior e mais completo hipermercado da América do Sul”.

Ele gostou tanto da ideia que, na primeira oportunidade procurou um tatuador e gravou: “C&A;”.

Um caçador foi pró Alaska caçar ursos. Depois de vários dias, conseguiu avistar e abater um urso grande. Assim que acertou o tiro, sentiu uma tapinha nas costas. Virou-se e viu um urso maior do que o que ele havia abatido que disse:
-“Você não devia ter feito isso. Você matou um dos meus semelhantes. Agora vai ter que pagar, mas pode escolher: Você morre também ou vai tirando as calças e ficando de bruços!!!”
O caçador, depois de pensar muito, decidiu que a morte seria radical demais, baixou as calças e virou-se de quatro paro urso.
Durante um ano, o caçador jurou vingança ao urso que o havia violentado. Na estação de caça seguinte, voltou ao Alaska e foi procurá-lo. Depois de vários dias, finalmente encontrou-o e matou-o. Logo depois, sentiu outra tapinha nas costas. Virou-se e viu um urso gigante, que disse novamente a velha frase:

  • “Você não devia ter feito isso. Você matou um dos meus semelhantes. Agora vai ter que pagar, mas pode escolher:”

O caçador não podia acreditar!!! Mais uma vez decidiu continuar vivendo e baixou as calças. Depois de mais um ano jurando vingança eterna a todos os ursos, o caçador voltou ao Alaska, procurando o urso do ano anterior. Assim que o encontrou, atirou e matou, sentiu mais uma tapinha nas costas. Quando se voltou, deparou-se com o maior e mais assustador urso que já havia visto na vida inteira, quatro metros de altura, peludo, dentes enormes. A fera olhou para o caçador e com um olhar aterrador disse:

  • “Fala a verdade, você não vem aqui para caçar, pois não?

Um homem contava aos amigos de que modo as aulas de primeiros socorros o tinham preparado para uma emergencia.

  • Vi uma mulher ser atropelada por um carro. – disse ele. – Tinha um braço partido, um joelho deslocado e uma fractura do cranio.
  • Que horror! e que fizeste ?
  • Graças ao meu treino de primeiros socorros, soube como reagir. Sentei-me no passeio e pus a cabeça entre os joelhos para não desmaiar!

Três Médicos iam a caminho de uma convenção quando o carro furou um pneu.Sairam e examinaram o pneu. o primeiro médico disse:
-Parece-me que está furado.
O segundo médico examinou-o mais de perto e disse:
-Parece-me realmente que está furado.
O terceiro médico apalpou o pneu e disse:

  • Pelo toque, parece que está furado.

Todos os três acenaram com a cabeça em acordo.

  • É melhor fazermos uns testes.