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Joaozinho e Mariazinha, ambos com 5 anos, estão a brincar ao “mostra o teu primeiro que eu mostro o meu depois”. Mariazinha, vendo a parte da anatomia do Joaozinho que ela não tem, pergunta:

  • O que que é isso?
  • Isto é o meu pinto! – responde Joaozinho. Então Mariazinha comenta:
  • O meu papai tem dois desses. Um pequeno, que usa para fazer xixi e um outro grande, para escovar os dentes da empregada.
O sujeito tirou férias e foi para o Alaska caçar ursos. Depois de vários dias de tocaia, ele conseguiu abater um urso enorme. Quando se aproximou da sua caça, sentiu um tapinha nas costas, era um outro urso, que balançava a cabeça em sinal de desaprovação.

– Você não deveria ter feito isso – disse o urso. – Você matou um dos meus semelhantes. Agora você vai ter que pagar caro. Pode escolher: ou você morre ou dá pra mim!

É evidente que o caçador preferiu ficar vivo.

Passou o ano inteiro jurando vingança e nas próximas férias voltou para o Alaska. Ficou duas semanas procurando o urso que o tinha estuprado e assim que conseguiu matá-lo, sentiu novamente o tapinha nas costas.

– Você não deveria ter feito isso…

Inconformado de como os ursos podem ser tão parecidos, ele abaixou as calças e passou por toda aquela humilhação novamente.

No ano seguinte, prometendo que não se enganaria, voltou ao Alaska, desta vez com a certeza de que realizaria a sua vingança.

Assim que avistou um urso, passou fogo e sentiu o mesmo tapinha nas costas… era o seu velho conhecido, que lhe perguntou:

– Fala a verdade pra mim, você não vem aqui pra caçar, né?

Um homem está a conduzir por uma auto-estrada deserta, quando vê um cartaz na berma da estrada que diz: IRMÃS DA MISERICÓRDIA CASA DE PROSTITUIÇÃO – 10 Km.
Pensa que foi só um relâmpago da sua imaginação e continua atento à estrada sem mais pensamentos. De repente encontra outro cartaz que diz: IRMÃS DA MISERICÓRDIA CASA DE PROSTITUIÇÃO – 5 Km e chega à conclusão que esses cartazes são reais. Quando passa pelo terceiro sinal que diz: IRMÃS DA MISERICÓRDIA CASA DE PROSTITUIÇÃO PROXIMA À DIREITA, uma grande curiosidade apodera-se dele e vai até à estranha casa.
Pára o carro no estacionamento e avista uma pequena casa de pedra com um pequeno sinal na porta dizendo IRMÃS DA MISERICÓRDIA. Sobe as escadas e toca à campainha. A porta é atendida por uma freira num longo e negro
hábito que lhe pregunta:

  • O que podemos fazer por ti, meu filho? – ele responde:
  • Eu vi os cartazes ao longo da estrada e estou interessado em fazer negócio.
  • Muito bem, meu filho. Segue-me por favor.

E é conduzido por várias salas e corredores, e cedo fica desorientado. A freira pára perto de uma porta fechada, e diz ao homem:

  • Por favor bata a essa porta.

Ele faz o que ela lhe disse e a porta é atendida por outra freira num longo hábito segurando uma caneca de lata. Esta freira diz-lhe,

  • Por favor ponha 10000$00 na caneca, depois vá até ao fim deste corredor até uma porta larga de madeira.

Ele tira duas notas de cinco contos da sua carteira e coloca-as na lata da freira. Corre um pouco até ao fim do corredor e passa pela porta, fechando-a atrás dele. Quando a porta bate atrás dele, descobre que voltou ao parque de estacionamento, e lê um outro pequeno sinal que se encontra virado para ele:
VAI EM PAZ, ACABASTE DE SER FODIDO PELAS IRMÃS DA MISERICÓRDIA.

Chegam as férias grandes e a professora diz que os meninos têm de trazer uma redacção no fim das férias.
Começam as aulas e os meninos trazem a sua redacção. O menino João, traz um grande maço encadernado, e a professora muito admirada, pergunta:

  • Menino João, isso é a tua redacção?
  • É sim sra. professora.
  • Ora muito bem, grande redacção, deixe lá ver.

Pega no livro, abre, e na primeira página lê:

  • A GRANDE CAVALGADA

Vira a segunda e lê ” tagadum, tagadum, tagadum”, do principio ao fim da página.
Vira a terceira e ” tagadum, tagadum, tagadum… “. A quarta ” tagadum, tagadum, tagadum…..”
Abre o caderno a meio e ” tagadum, tagadum, tagadum……”. Abre a ultima página e ” tagadum, tagadum, tagadum, hhhôôôôô”

  • FIM –
Em um bar extremamente racista de um bairro branco dos Estados Unidos, um negro muito bem vestido entra e senta em uma mesa. Ou melhor, em uma cadeira. Todos os brancos que estão no bar olham atravessado pra ele e o garçom, que também é branco, fica sem saber o que fazer e vai falar com o gerente, outro branco:

– Senhor Bill! Um negro acabou de entrar no nosso bar. O que eu faço?
– Calma, Joe – alertou o gerente – Faça o seguinte: Cobre 10 dólares para a primeira cerveja que ele pedir, depois 20, 30… e vá aumentando! Até ele desistir e ir embora!

Duas horas depois o garçom volta a falar com o gerente:

– Chefe, não sei mais o que fazer! O cara pagou 150 dólares pela última cerveja e já pediu mais duas!
– Então o que você está esperando? – gritou o gerente – Manda logo esse monte de brancos pra fora daqui!
Em uma viagem à Espanha, o brasileiro vai almoçar em um restaurante e pede a especialidade da casa. Quando o prato chega, ele come com voracidade e acha uma delícia. Só depois de terminar, pergunta ao garçom:

– Amigo, que tipo de carne era essa que eu comi?
– Eram os testículos do touro que morreu hoje na tourada, senhor.
– O quê? – perguntou ele, assustado – Eu comi as bolas do touro que foi sacrificado?
– Sim senhor… Nos nossos costumes, isto é uma grande honra!

Por pouco, o sujeito não faz um escândalo maior e, no dia seguinte, ele volta ao restaurante:

– Por favor amigo, o senhor poderia me preparar a especialidade da casa?
– Os testículos? – perguntou o garçom, desconfiado.
– Sim, decidi que não devo ter preconceito, afinal, o prato é uma delícia! Mande preparar os testículos!

Depois de alguns minutos o garçom traz o prato e, novamente o brasileiro come vorazmente.

– Novamente o prato estava uma delícia! – diz ele ao garçom – mas desta vez os testículos estavam bem menores!
– É verdade, senhor – concordou o garçom – mas o senhor tem que entender que o touro nem sempre perde a tourada.
Certo dia a Jane encontrou o Tarzan na selva. Sentiu-se muito atraída por ele e, querendo saber sobre a sua vida, perguntou como ele se arranjava com se.xo. “O que é isso?”, ele perguntou. Ela explicou o que era se.xo e ele disse:

“Ah, eu uso um buraco no tronco de uma árvore.”

Horrorizada, ela retrucou: “Tarzan, você faz tudo errado; vou lhe mostrar a forma correta.”

Jane se despiu, deitou no chão e abriu bem as pernas. “Aqui!”, disse ela, “Você precisa por aqui dentro.”

Tarzã tirou a tanga, aproximou-se da Jane e deu-lhe um tremendo chute na virilha. Ela se contorceu toda de tanta dor. Mesmo assim, balbuciou:

“Por que diabos você fez isso?”

“Só conferindo se não há abelhas.”, disse o Tarzan.