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Um casal foi de férias a um resort no norte. O marido gostava de pescar e a esposa gostava de ler. Um dia, o marido voltou duma pescaria após ter acordado muito cedo e foi tirar uma soneca.

Enquanto ele dormia, a esposa decidiu sair com o barco.

Ela não conhecia o lago muito bem, assim que ela remou não muito longe, ancorou e comecou a ler um livro.

De repente chega um Fiscal de Pesca com seu barco, aproxima-se do barco da senhora e pergunta o que esta fazendo?

– Lendo um livro – responde ela.

O Fiscal de Pesca lhe diz que ela esta numa área proibida para pesca e ela lhe responde que não esta pescando. Ao qual ele responde:

– Mas a senhora possui todo o equipamento. Eu terei que apreendê-lo e multá-la.

Brava com a atitude não muito razoavel do Fiscal, ela lhe disse:

– Se o senhor o fizer, irei processá-lo por estupro!

Chocado com a afirmação da senhora, ele responde.

– Mas eu nem sequer a toquei!

Ao qual a senhora responde:

– Sim, mas o senhor possui todo o equipamento!
E o delegado, para o genro da vitima:

– Eu não consigo entender como é que o senhor, ao ver um homem agredindo a sua sogra, pôde permanecer de bracos cruzados!

O genro responde:

– Pois é, doutor! Eu até que estava com vontade de fazer alguma coisa, mas…

O delegado interrompe:

– Mas, o que?

Ao que o genro responde:

– Achei que dois caras batendo numa velhinha seria muita covardia!

Um psicólogo fazia uma entrevista para admissão de um empregado.
Entra o primeiro candidato.

  • O senhor pode contar até dez, por favor? – pediu o psicólogo.
  • Dez, nove, oito, sete, seis, cinco, quatro, três, dois, um.
  • O que é isso?
  • Ah, é a força do hábito. É que eu trabalhava na NASA.

Entra o segundo candidato.

  • O senhor pode contar até dez? – pediu o psicólogo.
  • Um, três, cinco, sete, nove, dois, quatro, seis, oito, dez.
  • O que é isso?
  • Ah, desculpe. É que eu era carteiro e estava acostumado a ver os números pares de um lado da rua e os ímpares do outro.

Entra o terceiro candidato. O psicólogo pergunta:

  • Qual era a sua profissão antes de tentar este emprego?
  • Funcionário público.
  • E o senhor pode contar até dez?
  • Claro. Um, dois, três, quatro, cinco, seis, sete, valete, dama, rei.

Estavam duas freias, ao anoitecer, caminhando pelas ruas de uma cidade, em direcção ao convento. Logo percebem que estão sendo seguidas por um tipo grandalhão e mal-encarado.

  • Irmã, estamos a ser seguidas.
  • Impressão sua. Vamos virar esta esquina para certificar.

Dobram uma rua, e o fulano atrás…

  • Irmã, o homem continua atrás. Que vamos fazer?
  • Anda um pouco mais.

E o fulano seguindo as duas, já babando.

  • Irmã, tive uma ideia. Vamos virar na próxima rua e correr uma pra cada lado. Quem chegar primeiro ao convento pede socorro. E, assim que que chegam à esquina, disparam a correr em direcções opostas. Uma delas corre, corre, e chega ao convento. Ofegante, conta o ocorrido às outras freiras. Ficam todas apavoradas. Vão chamar a polícia quando aparece a outra freira, toda suada.
  • Irmãs, vocêss não imaginam.
  • O que houve ? O que houve ?
  • Eu ia a correr e o homem ia atrás.
  • E depois?
  • Chegou um momento em que eu virei numa rua e dei de caras com um beco sem saída. Tentei voltar, mas o tarado já tinha chegado.
  • Meu Deus. E depois.
  • Ele olhou-me com uma cara de louco, a rir. Então eu sorri também e … levantei o hábito até ao pescoço.
  • OHHH ! E o que é que ele fez?
  • Abaixou as calçaas até aos pés.
  • E dpois ? E depois ?

-…e depois que mulher de saia levantada corre muito mais que homem de calça abaixada, não é?

Uma mulher entrou na igreja para se confessar:

  • Padre, o meu marido é um filho da puta!
  • Não digas isso, minha filha! afinal ele é o teu marido!
  • Mas ele é um filho da puta mesmo, senhor padre! Veja só: ontem, estava eu deitada no sofá a ver televisão ele chegou e colocou a mão na minha perna.
  • Mas eu também coloquei a mão na tua perna e não sou filho da puta!
  • Mas depois ele levantou a minha saia.
  • Eu também levantei a tua saia e não sou filho da puta!
  • Mas depois ele tirou a minha calcinha!
  • Eu também tirei a tua calcinha e não sou filho da puta!
  • Mas depois ele comeu-me!
  • Eu também te estou a comer e não sou filho da puta!
  • Mas, padre, depois de me comer ele disse-me que estava com uma doença contagiosa!
  • Filho da Puta!

Um circunspecto senhor, de cinquenta e poucos anos, chega do interior para um checkup na capital. Queixa-se dos males da meia idade. Depois de apalpar aqui, apertar ali, escutar acolá, o médico pergunta:

  • Com que frequência o senhor tem relações sexuais ?
  • Uma a cada seis, oito, dez meses, mais ou menos.
  • É muito pouco! Eu, que sou mais velho que o senhor, ainda tenho uma ou duas vezes por semana!
  • É, mas o senhor é medico na capital e eu sou bispo no interior…

O surfista malhava, fazia jiu-jitsu e ainda por cima era campeão de surf. Naturalmente, era muito vaidoso. Um dia, ao se olhar ao espelho, viu que suas partes íntimas estavam muito brancas. Não combinavam com o belo bronzeado do resto do seu corpo. E teve uma ideia.
No dia seguinte, foi a uma praia remota, tirou os calções e enterrou-se na areia, deixando apenas o respectivo de fora.
Nisso veio andando uma velha senhora que, ao se deparar com aquele estranho objeto na areia, falou, numa voz trémula:
Quando tinha 20 anos, eu tinha medo dessa coisa. Quando tinha 40 anos, eu queria mais e mais dessa coisa. Quando tinha 60 anos, eu tinha que pagar para ter essa coisa. E hoje que eu tenho 80, essa porra cresce em qualquer lugar!

Dois loucos estavam loucos pra fugir do hospício e o mais inteligente deles apresentou um plano: – Vamos fugir pelo buraco da fechadura!

– Genial! – comemorou o outro – Você passa primeiro e eu te sigo!

O louco tomou distância, correu em direção a porta e PLOFT! Bateu de cabeça. Furioso e sentindo a dor da pancada, ele reclamou:

– Droga! Deixaram a chave no buraco!

Era uma vez, num inverno muito frio, um tordo que estava poisado num ramo há três dias, à espera que parasse de nevar. E pensou assim: “Se fôr à procura de comida, o mais certo é morrer, mas se ficar aqui morro de certeza.” Por isso levantou voo, mas pouco adiante ficou sem forças e pousou na neve. Como continuava a nevar, depressa ficou quase coberto de neve, começou a congelar e desmaiou. Mas, por acaso, passou por ali uma vaquinha que era amiga dele e deitou-lhe por cima um monte de bosta. O pobre tordo, que não se sentia tão quentinho havia muito tempo, começou a piar de contente. Azar! Um gato que passava por perto ouviu-o e comeu-o.
Desta história há três morais a retirar:

  • Quem te cobre de merda não é necessariamente teu inimigo.
  • Quem te tira da merda não é necessariamente teu amigo.
  • Se estás na merda e te sentes feliz, não abras o bico!