No Tribunal.
O Juiz:
- Então acusaram você de roubar um relógio de ouro. O que é que você tem a dizer em sua defesa?
- Ai senhor doutor Juiz não fui eu, é tudo falso, falso, falso. Primeiro não roubei nenhum relógio e segundo o relógio não era de ouro.
No Tribunal.
O Juiz:
No dia 15 de Agosto é feira nas Caldas da Rainha, estão lá os carrinhos de choque e todas as diversões. Nesse dia deu entrada no hospital um homem todo partido, que não tinha por onde se lhe pegar. Ao chegar o médico, pergunta-lhe:
Um bebado, depois de conseguir, com muita dificuldade chegar à porta de casa, tira alguma coisa do bolso e tenta mete-la na fechadura para abrir a porta. Depois de alguns minutos de infrutiferas tentativas, ele finalmente olha o que tem na mao (um supositorio) e diz:
Naquela festa, o rapaz fala com uma pessoa:
O Manuel estacionou o seu carro a noite no centro de Lisboa e retirou o rádio como precaucao. Além disso deixou um recado que dizia:
Na manha seguinte, encontrou o vidro partido e rabiscado no recado do Manuel estava escrito:
Grita o Lobo Mau para o Capuchinho Vermelho:
Responde o Capuchinho:
O Fernando Henrique vai na festa do 145o. aniversário do Roberto Marinho. Mas ao chegar na entrada da supermansão, percebeu que tinha esquecido a sua carteira.
O Ambrósio sofria de um mal singular. Sempre que tomava um cafezinho sentia uma forte pontada no olho. Um dia, um
amigo dele disse:
No restaurante:
Aquele advogado recém-formado estava sendo entrevistado para um emprego.
E com ar todo empertigado, perguntou:
Era uma vez quatro homens e uma mulher que sobreviveram de um naufrágio numa tradicional ilha deserta. Até aí, tudo bem, rolava a maior suruba, todo mundo era feliz.. Até o dia em que a mulher morreu. A primeira semana, até que foi sossegada, a segunda já tava mais complicada, na terceira, a coisa tava feia, e na quarta então, a situação ficou insuportável. Foi então que um deles virou e disse:
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