A esposa levanta-se a meio da noite e percebe que o marido está a chorar na sala. Ela pergunta-lhe o que se passa e ele diz:
— Lembras-te quando namorávamos, tu tinhas dezasseis anos e engravidaste?
— Lembro-me — disse ela.
— Pois é. O teu pai disse-me que, se não casasse contigo, apanharia vinte anos de prisão…
— Sim e depois? Porque estás a chorar?
— Se estivesse preso, ficava livre amanhã…
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Anedota
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A adolescente pergunta pra mãe:
- Mamãe, quando terei seios tão grandes quanto os seus? – Daqui a alguns anos.
- Que m#rda! Precisava deles pra sábado!
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Anedota
Morre a mulher de um comerciante da velha guarda. O homem, transtornado tanto pelo falecimento como pelo dinheiro a gastar no funeral e afins, ligou para o jornal e:
— Gostava de colocar um anúncio na secção de necrologia, mas quero o mais barato que tiver, «Morreu Maria» basta. O empregado do outro lado, um tanto embaraçado, responde:
— Mas, meu caro senhor, não deseja dizer algo mais? Neste jornal os anúncios têm todos o mesmo preço até cinco palavras. O homem pensou um pouco:
— Então, escreva aí «Maria Morreu. Vende-se Opel Corsa.» -
Anedota
Está um homem descansadinho da vida, sentado no seu sofá, a ver o futebol, quando de repente, vinda não se sabe muito bem donde, leva com uma frigideira na cabeça.
O desgraçado, de joelhos no chão, volta-se para a mulher:
— Então!? Estás parva ou quê?! O que se passou?
— Isto é pelo bilhete que acabei de encontrar no bolso das tuas calças, e que tem o nome Marilu e a seguir o número 7000589.
— Vê-se mesmo que és estúpida! Isso foi da última vez que fui às corridas de cavalos. Marilu era o nome do cavalo, sete mil foi o valor que eu apostei, cinquenta e oito era o número do cavalo e nove a corrida em que o cavalo entrou. Vai para a cozinha e não me chateies mais!
— … Mas… Bom… Quer dizer… Oh, meu amor, desculpa, desculpa, não volta a acontecer.
Passados dois dias está o homem outra vez descansadinho da vida, a ver os resumos da bola, quando…. Puuummmm, leva com a panela de pressão na cabeça. Completamente tonto, deitado no chão e ainda não refeito grita:
— Porra, outra vez! O que foi agora!
Ao que a mulher responde:
— O teu cavalo está ao telefone! -
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Ás tantas da noite, o padre passa perto de um cemitério e apanha um grande susto quando ouve:
- Huuuum, huuuuum, huuuum!
O padre pára, reza um pai-nosso, faz o sinal da cruz, enche-se de coragem e pergunta:
- Do que essa pobre alma está a precisar?
- Papel higiéééénico!
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Um homem de negócios foi até um bar, sentou-se e pediu um Martini com gelo. Quando acabou de beber, espreitou para o bolso da camisa e pediu outro Martini. Depois de beber o segundo, espreitou novamente para o bolso da camisa e pediu um Martini duplo.
Ao fim de um tempo, o barman disse-lhe:
— Olhe, amigo, eu trago-lhe Martinis durante toda a noite, mas tem de me dizer porque olha para o bolso da sua camisa de cada vez que pede outra dose?
O cliente respondeu:
— Estou a dar uma espreitadela a uma foto da minha mulher! Quando ela começar a ficar bonita, já sei que é a altura de ir para casa. -
Anedota
O doente à beira da morte está deitado na cama. Em volta dele estão o seu médico, seu advogado, sua mulher e seus filhos, todos esperando pelo momento. De repente, o doente abre os olhos, olha em volta e grita:
- Assassinos, ladrões, mal-agradecidos, sem-vergonhas, pilantras! O médico, meio confuso, diz:
- Acho que ele está melhorando.
- Por que acha isso, doutor? – pergunta a mulher.
- Ele reconheceu certinho todo mundo aqui no quarto.
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Anedota
Porque é que os alentejanos têm janelas triangulares? Para as bestas quadradas não lá entrarem!
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Uma família viajava de carro quando um sapo se atravessou no caminho. O marido, que vai a conduzir, pára e põe o sapo na berma da estrada. O animal mostra-se agradecido e diz ao homem que lhe vai conceder um desejo. O homem diz:
— Faz com que o meu cão ganhe a próxima corrida de cães. O sapo pede para ver o cão e quando repara que este apenas tem três patas diz que será quase impossível fazê-lo ganhar a corrida. Pede então ao homem que formule outro desejo e ele diz:
— Então faz a minha mulher ganhar o próximo concurso de beleza da cidade.
O sapo pede para ver a mulher. Ela sai do carro e aproxima-se do sapo.
Este vira-se para o homem e diz-lhe:
— Posso ver o cão outra vez? -
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Mal o homem chegou ao Céu, logo São Pedro, solícito, lhe perguntou:
— O que fazias na Terra?
— Eu era casado…
— Entra, entra, meu filho, nós admitimos aqui todos os mártires.
O tipo que vinha a seguir ouviu a conversa e, à pergunta de São Pedro:
— E tu, o que fazias na Terra? — respondeu tristemente:
— Senhor, eu casei-me duas vezes.
— Vai então para o Inferno — disse o santo. — Nós aqui admitimos os mártires, mas não deixamos entrar os imbecis. -
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Um burro morreu bem em frente de uma Igreja e, como uma semana depois, o corpo ainda estava lá, o padre resolveu reclamar com o presidente da câmara.
- Sr. presidente, tem um burro morto na frente da Igreja há quase uma semana!
E o presidente, grande adversário político do padre, alfinetou:
- Mas Padre, não é o senhor que tem a obrigação de cuidar dos mortos?
- Sim, sou eu! Mas também é minha obrigação avisar os parentes!
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— Dizem que você casou porque a sua mulher herdou uma grande fortuna de uma tia!
— É falso. Eu teria casado com ela mesmo que fosse outra pessoa a deixar-lhe a herança. -
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Um professor confia a um dos seus colegas:
— Começo a ter dúvidas sobre a fidelidade da minha mulher. Quando nos casámos, vivíamos em Faro. Dois anos mais tarde, fomos para Vila Real. Passados seis meses fui para Setúbal…
— E depois?
— O carteiro é sempre o mesmo! -
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O filho: – Pai, é verdade que em algumas partes da África o homem não conhece sua mulher antes de casar com ela?
O pai: – Aqui também é assim, meu filho! -
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— Achas que antes do casamento o amor serve para alguma coisa?
— Se serve! Olha, o casamento, depois, é que eu acho que já não serve para nada. -
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Mulher boa e bonita é igualzinha a uma tsunami (aqueles maremotos enormes): Ela chega meio devagar, vem cheia de onda e quase não se nota o perigo. Na hora que vai embora leva a casa, o carro, e mais qualquer coisa que estiver ao seu alcance. . .

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