Sabes qual é a diferença entre um acidente e um desastre?
- A minha sogra cai a um poço. É um acidente!
- Foi lá um bombeiro e salvou-a. É um desastre!
Sabes qual é a diferença entre um acidente e um desastre?
Um homem apresenta-se com um lenço atado, dando a volta por cima da cabeça e por baixo do queixo, apertado.
Ou foi algum desastre?
À porta do cemitério há uma grande bicha de homens. Por curiosidade ele vai perguntar o que é. Responde-lhe um homem com um lobo d’alsácia à trela:
Um curioso estava à porta do cemitério quando viu entrar três caixões e, logo atrás um tipo muito bem vestido com um cachecol de gesso ao pescoço. Curioso como era chegou perto do tipo e perguntou-lhe:
-Eh pá, quem era o tipo da frente?
-E o segundo?
-A minha sogra, coitada. Herdou uma enorme fortuna da família. Já era muito rica antes de se casar.
-Era a minha mulher, que descanse em paz. Era filha única, herdeira única… coitada, morreu…
-Ah, agora entendi. Tu também ias no carro quando se deu o desastre. Por isso andas com isso ao pescoço.
-Tu estás doido ou quê? Deus me livre! Eu só mandei fazer esta merda para ver se consigo parar de rir!
Num carro ia um homem, a mulher e a sogra que era meio surda. O homem olha pelo retrovisor e repara que está a polícia a seguí-lo.
O gajo abranda logo e guia o melhor que pode. A polícia segue-o durante um bom bocado e depois manda-o encostar.
Pergunta o homem muito aflito :
O prémio é de 100 mil escudos. Já tem alguma ideia do que vai fazer com esse dinheiro ?
Diz a mulher:
Diz a sogra :
Como é que se diz ‘sogra’ em japonês:
Sabem porque é que as árvores de Natal têm um anjinho em cima?
Reza a história que, na véspera de um destes Natais, o Pai Natal estava muito aflito porque ainda não tinha embrulhado as prendas todas, tinha uma rena coxa e outra constipada. Desesperado foi beber um copo e ao chegar à adega, esta estava vazia, então voltou a casa para ver se havia algo para petiscar mas os ratos tinham comido tudo. Para além disso a mulher avisou-o que a sogra ia passar o Natal com eles.
No meio do desespero, tocam-lhe à porta. Este com a pressa de abrir a porta, tropeça e bate com a cara no chão, começando logo a sangrar. Abre a porta e aparece-lhe um anjinho dizendo com uma voz angelical:
Dois maridos conversam num café. Diz o primeiro:
— A minha sogra é mesmo uma santa.
Responde-lhe o segundo:
— Estás cheio de sorte!… A minha ainda está viva…
— Só conheci uma sogra verdadeiramente boa.
— A tua, claro?
— Não, a da minha mulher.
— E a tua sogra, como vai?
— Está bem. Levo-a sempre para qualquer lado onde vou. O chato é que ela consegue encontrar o caminho de regresso a casa.
Um sujeito levou a esposa e a sogra para conhecer Jerusalém. Chegando lá, a velha não aguentou a emoção de conhecer a Terra Santa, teve um ataque cardíaco e morreu. Depois de tomar as providências necessárias, o casal descobriu que trasladar o corpo para a sua terra custaria cerca de dez mil euros.
— Meu querido — disse a esposa —, se quiseres, podemos enterrar a mãe aqui mesmo. Eu não me importo.
— Que é isso, meu amor, eu faço questão de levar o corpo da minha sogra para Portugal.
— Mas é muito caro, querido, não há problema se a enterrarmos aqui.
— Não! — disse o marido. — Aqui em Jerusalém, eu não a enterro de jeito nenhum!
— Mas porquê, meu amor?
— Houve um sujeito que foi enterrado aqui e, passados três dias, ressuscitou…
À porta do cemitério há uma grande bicha de homens. Passa um outro que, por curiosidade, pergunta o que aconteceu. Responde-lhe o que estava à porta, com um lobo-de-alsácia
pela trela:
— Foi o enterro da minha sogra, mordida na garganta por este meu cão.
— Ah! — diz o outro, um pouco espantado. — Olhe lá! E o senhor não me quer vender esse belo animal?
— Bem, talvez se chegue a um acordo. Entre aí na bicha e espere pela sua vez.