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Anedota
Um homem e a sua mulher reparam que o órgão reprodutor do seu filho é muito pequeno e levam-no ao médico.
O médico examina o rapaz e recomenda que lhe dêem muitas torradas.
No dia seguinte, a mulher levanta-se de manhã e faz monte de torradas. Quando o rapaz vai tomar o pequeno-almoço, a mãe grita-lhe:
– Tira só duas! …. O resto é para o teu pai. -
Anedota
O Joãozinho entra na cozinha a chorar. A mãe pergunta:
— Joãozinho, porque estás a chorar? O rapaz responde a soluçar:
— O paizinho deu com o martelo num dedo!
A mãe responde:
— O filho, não devias chorar por causa disso. Devias era rir!
O Joãozinho desata em novo pranto:
— Foi o que eu fiz, mamã!
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Anedota
Muito contrariado, o pai do Joãozinho leva-o à psicóloga, por imposição da professora que insistia em dizer que o rapaz era obcecado por sexo.
Já na consulta, a psicóloga pega numa folha de papel em branco, desenha duas rectas paralelas e pergunta ao Joãozinho:
– O que te faz lembrar esse desenho, Joãozinho?
– É um casal a fazer 69!
A médica, noutra folha de papel, desenha um triângulo.
– E agora? – pergunta ela.
– São dois homens a fazer sexo com a mesma mulher!
A psicóloga chama o pai do Joãozinho a um canto e comenta:
– Realmente, o seu filho tem uma obsessão por sexo… Eu mostrei-lhe estes desenhos e ele disse…
– Ele tem obsessão por sexo? – Interrompe o pai. Quem foi que desenhou essa pouca vergonha toda? -
Anedota
Num infantário a educadora está a ajudar um menino a calçar as botas.
Ela faz força, faz força, e parece impossível: as botas estão muito apertadas.
Ao fim de algum tempo, e a muito custo, uma bota já entrou e a outra já está quase.
Nisto, diz o miúdo:- As botas estão trocadas!
A educadora pára, respira fundo, vê que o rapaz tem razão e começa a tirar-lhe as botas. Mais uma dose de esforço e depois ela torna a calçar-lhas, desta vez nos pés certos.
Ao fim de muito tempo e muito esforço, ela lá é bem sucedida e diz: – Bolas… estava a ver que não… custou…- Sabe é que estas botas não são minhas!
A educadora fecha os olhos, respira fundo e recomeça a descalçar o rapaz novamente. Quando finalmente consegue, diz ao miúdo:
- OK! De quem é que são estas botas, então?
- São do meu irmão! A minha mãe obrigou-me a trazê-las!
A educadora fica em estado de choque, pulsação acelerada, vai respirando fundo, decide não dizer nada e a calçar novamente o rapaz.
Mais uma série de tempo e finalmente consegue.
Por fim diz-lhe:- Pronto, as botas já estão! Onde é que tens as luvas?
Estão dentro das botas!
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Anedota
– Como é que se chama?, perguntou o professor ao aluno no início do exame. – João Brandão, respondeu o rapaz, sorridente. – Porque é que se está a rir?, inquiriu o professor. – Porque ao menos já respondi bem à primeira pergunta…
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Anedota
Um homem e a sua mulher reparam que o órgão reprodutor do seu filho é muito pequeno e levam-no ao médico.
O médico examina o rapaz e recomenda que lhe dêem muitas torradas.
No dia seguinte, a mulher levanta-se de manhã e faz monte de torradas.
Quando o rapaz vai tomar o pequeno-almoço, a mãe grita-lhe:- Tira só duas !
…. O resto é para o teu pai.
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Anedota
Numa escola em África a professora pede aos alunos que diga um verbo. O primeiro aluno pensa um bocado e finalmente diz:
- Bicicrete!
- Não, bicicleta não é um verbo! Tu aí atrás, ora diz um verbo!
O rapaz pensa um pouco e finalmente diz:
- Prástico!
- Não! Plástico também não é um verbo! Tu aí ao pé da janela, diz um verbo!
O rapaz pensa um pouco e diz:
- Hospedar!
- Muito bem! Hospedar é um verbo, sim senhor! Agora diz uma frase com esse verbo!
O rapaz pensa mais um pouco e por fim diz:
- Hospedar da minha bicicrete são de prástico!
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Anedota
O rapaz foi jantar a casa dos futuros sogros.
A dada altura, já depois de ter comido uma farta feijoada, está ele sentado no sofá quando o cãozito da família se vem sentar ao seu lado.
De repente, sem contar, o rapaz solta um peido silencioso mas muito mal cheiroso.
O rapaz começa a ficar com receio que alguém repare.
A mãe da rapariga sente o cheiro, vira-se para o cão e diz:- Boby, sai daí.
O rapaz pensa: “Olha, o cão ficou com as culpas. Porreiro… Bem que posso largar outro!”
Dito e feito, o rapaz larga outro peido ainda mais potente.
A senhora sente novamente o cheiro e diz novamente ao cão:- Boby, sai do sofá!
O rapaz pensa: “Bolas, resulta mesmo bem. Vou aproveitar para mandar mais um.”
Novo peido, desta vez ainda mais potente e a senhora grita para o cão:- Boby, tu sai mas é daí que ele ainda te mata!

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