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Anedota
O pai presenteia a jovem filha com um casaco de pele de raposa prateada. Satisfeitíssima, ela afaga o presente, comentando:
— Como pode uma coisa tão maravilhosa vir de um animal tão pequeno, sem aparência, totalmente insignificante…
— Alto aí! Se não queres agradecer-me, vá lá. Mas também não precisas de me ofender!…
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Anedota
O pai, ao voltar das compras, pergunta aos filhos:
— Que fizeram vocês esta manhã?
— Eu lavei os pratos.
— Eu enxuguei-os.
— E eu apanhei os cacos.
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Anedota
O Joãozinho achou tão excitante o que tinha visto que não se conteve e correu para casa contar à mãe, o que tinha visto.
- Mãe! Mãe! Eu estava no pátio da escola, quando vi o carro do pai ir para o bosque com a tia. Fui atrás para ver. O pai estava a dar um grande beijo na tia. Depois ele ajudou-a a tirar a blusa, depois a tia ajudou o pai a tirar as calças e depois a tia …
Nesse ponto, a Mãe interrompeu-o e disse:
- Joãozinho, essa é uma história tão interessante, que vais guardá-la para contar à hora do
jantar!… Quero ver a cara do pai, quando lhe contares tudo isso, à noite.
Ao jantar, a mãe pediu ao Joãozinho para contar a história.- Eu estava a brincar no pátio da escola quando vi o carro do pai ir para o bosque com a tia.
Corri para ver. Ele estava a dar um grande beijo à tia. Ajudou-a a tirar a blusa e a tia ajudou o pai a tirar as calças e depois a tia e o pai começaram a fazer as mesmas coisas que a mãe e o tio Jacinto faziam, quando o Pai estava na tropa!
A Mãe desmaiou! -
Anedota
O pai do Zezinho foi buscá-lo à escola para o levar a uma consulta ao dentista. Sabendo que os papéis, no grupo de teatro da escola tinham sido distribuídos nesse dia, perguntou ao filho se lhe calhara algum. O Zezinho, entusiasmado, disse que sim.
— Calhou-me o papel de um homem que está casado há vinte anos. Responde o pai:
— Óptimo, filho. Continua o bom trabalho, que qualquer dia dão-te um papel em que possas falar.
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Anedota
O pai: — Se estudares bastante, meu filho, poderás vir a ser um homem como eu!
A mãe: — Credo, homem! Não assustes o pequeno! -
Anedota
– Mamã, eu não podia mudar de nome? – Porquê? – Porque o pai disse que me dava uma grande tareia, tão certo como eu me chamar João.
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Anedota
– Então teu pai é sapateiro e trazes sapatos rotos?, observou uma criança para a outra. – Que grande coisa!, ripostou a outra. Também o teu pai é dentista e o teu irmão que nasceu há dias não tem dentes…
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Anedota
– Nunca mais deixas de mentir!, reprimia o pai o Joãozinho. Eu, quando tinha a tua idade, nunca mentia. – Então quando é que começou, paizinho?
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Anedota
– O Joãozinho estava inconsolável. – Porque cho- ras?, perguntaram-lhe. – Porque o meu pai chamou vaca à minha mãe, e a minha mãe chamou burro ao meu pai. – Não faças caso, isso é lá com eles! – Mas então que espécie de animal sou eu?!
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Anedota
– Mamã, que são anjos? – Gente que vive no céu. – Então a empregada também vive no céu? – Porque per- guntas isso, meu filho? – Porque já tenho ouvido o pai a chamar-lhe “meu anjo”.
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Anedota
– Joãozinho, então não dás um beijo à empregada? – Não, que ela pode dar-me uma bofetada como deu ao pai…
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Anedota
Diz o Joãozinho para a mãe:
- Mãezinha, mãezinha, eu já sei quem é o Pai Natal!
A mãe:
- Sabes?! Então quem é o Pai Natal?
Responde o Joãozinho:
- Sei! Esta noite de Natal, estive acordado de propósito à espera dele! A certa altura, ouvi passos e vi que, afinal, era o paizinho que trazia os embrulhos das prendas… Depois, Só não percebi foi uma coisa!
A mãe:
- O quê, filho?
E diz o Joãozinho:
- Porque é que o paizinho entrou no quarto da empregada e ficou lá muito tempo…
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Anedota
Um político sério, um advogado generoso e o Pai Natal estavam a andar pela rua quando viram uma nota de €100.
Qual dos três a apanhou?
Claro que foi o Pai Natal, porque os outros dois não existem! -
Anedota
Sabem porque é que as árvores de Natal têm um anjinho em cima?
É uma longa historia …
Na véspera de um destes Natais, o Pai Natal estava muito aflito porque ainda não tinha embrulhado as prendas todas, tinha uma rena coxa e outra constipada.
Desesperado foi beber um copo, chega à adega e não havia nada.
Voltou à cozinha para comer alguma coisa e os ratos tinham comido tudo.
Para alegrar-lhe a vida, a mulher avisou-o que a sogra ia passar o Natal com eles.
No meio do desespero, tocam-lhe à porta.
Com a pressa de abrir a porta, tropeça e amassa a cara toda, começando a sangrar.
Abre a porta neste lindo estado e aparece-lhe um anjinho dizendo com uma voz angelical:- Olá Pai Natal! Boas Festas! Venho visitar-te nesta quadra tão feliz, cheia de paz e amor. Trago-te aqui esta árvore de natal. Onde é que queres que a meta?
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Anedota
– Aproximava-se o dia de anos do Toninho e ele pediu uma bicicleta ao pai. – Não pode ser, filho, que o pai não tem dinheiro. – Então, se não me compra uma bicicleta, também não faço anos…
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Anedota
Prestes a chegar o Natal, dois miúdos muito pobres conversam sobre as prendas que gostariam de receber:
- Então e tu, o que é que gostavas que o Pai Natal te pusesse nos sapatinhos?
Responde o menino pobre:
- Olha, eu até já me contentava se ele me pusesse meias solas…

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