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Um homem na rua a certa altura passa pelo que parecia um jardim de uma qualquer instituição de apoio a malucos, rodeado por uma cerca de tábuas de madeira, ouve do outro lado umas vozes a entoar:
– Treze! Treze! Treze!
Curioso, procurou um buraquinho numa das tábuas, por onde pudesse espreitar. Feito isto, alguém lhe espeta um dedo no olho e o homem recua meio atarantado, ao que se ouve de imediato:
– Catorze! Catorze! Catorze!

Um passeante à beira de um lago vê um homem a espetar no chão, à volta de sua casa, bandeirinhas aos quadrados pretos e brancos. Pergunta:
— O senhor desculpe, não quero ser indiscreto… mas pode dizer-me porque está a fazer isso?
— Estou a pôr estas bandeiras para impedir as girafas de entrarem no meu espaço.
— Girafas? Mas nunca se viram girafas por aqui?!
— Claro que não, porque eu pus as bandeirinhas.

Numa reunião da Cooperativa Alentejana…

- Compadres, este ano vamos comprar uma máquina nova para apanhar azeitonas, que faz tudo sozinha, 
ela recolhe as azeitonas das árvores, separa as folhas e ramos partidos e até retira os caroços. 
Vamos aumentar imenso a nossa produtividade e poupar muito na mão-de-obra.

– Isso parece realmente muito bom, compadre, mas diga-me lá, essa máquina também faz SEXO?

– SEXO? Oh compadre, claro que nãoooo…

– Antão deixe-se lá dessas modernices, oh compadre, e mande vir as moças do ano passado!

O papagaio fugiu ao dono, e empoleirou-se numa árvore difícil de trepar. Junta-se gente (em Lisboa é sempre assim, por qualquer coisinha), mas só um indivíduo, meio doido, se sente capaz de subir até onde está o pássaro. Perante a expectativa, subiu, rasgou-se, esteve junto do papagaio, tocou-lhe, desceu tranquilamente e ia a afastar-se quando o dono da ave lhe pergunta, de mau humor:

  • Porque é que você não apanhou o papagaio, seu homem?
  • Está verde.