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O sexo visto por vários prismas: Para os médicos, é uma doença, porque acaba sempre na cama. Para os advogados, é uma injustiça, porque há sempre um que fica por baixo. Para os alentejanos, é uma máquina perfeita, porque é a única em que se trabalha deitado. Para os arquitectos, é um erro de projecto, porque a área de lazer fica muito próxima da área de saneamento.
Para os políticos, é um acto de democracia perfeito, porque todos gozam independentemente da posição. Para os economistas, é um efeito perverso, porque entra mais do que sai. Às vezes, nem se sabe bem o que é activo, ou passivo, ou se há valor acrescentado.
Para os contabilistas, é um exercício perfeito: entra o bruto, faz-se o balanço, tira-se o bruto e fica o líquido. Em alguns casos, pode ainda gerar dividendos. Para os matemáticos, é uma equação perfeita. A mulher coloca a unidade entre parênteses, eleva o membro à potência máxima e extrai-lhe o produto, reduzindo-o à sua mínima expressão.
Para os psicólogos, é f****o de explicar.

Um empresário encontra o amigo Ministro:
– Então, pá? Há quanto tempo?!
– Olha, olha… Está tudo bem?!
– Nem por isso. O meu filho está desempregado. Eras homem para desenrascar o miúdo?
– E que habilitações ele tem?
– Tem o 12.º completo.
– E o que ele sabe fazer?
– Nada. Sabe ir para a discoteca e deitar-se às tantas da manhã!
– Posso arranjar-lhe um lugar como assessor. Fica a ganhar 4.000 euros. Agrada-te?
– Isso é muito dinheiro. Com a cabeça que ele tem, era uma desgraça…
– E um lugar de secretário? Ganha 3.000.
– Ainda é muito. Não tens nada para 600 euros?
– Eh, pá… Para esse ordenado tem de ser licenciado, falar inglês, dominar informática e tem que ir a concurso.

Um Prefeito queria construir uma ponte e chamou três empreiteiros: um japonês, um norte-americano e um brasileiro.
– Faço por 3 milhões de reais – disse o japonês –, 1 milhão pela mão-de-obra, 1 milhão pelo material e 1 milhão para meu lucro.
– Faço por 6 milhões de reais – propôs o norte-americano –, 2 pela mão-de-obra, 2 pelo material e 2 para mim. Mas o serviço é de primeira!
– Faço por 9 milhões de reais – disse o brasileiro.
– Nove?! – espantou-se o Prefeito. – Isso é demais! Por quê?
– 3 para mim, 3 para você e 3 para o japonês fazer a obra!

O filho índio pergunta ao pai:
– Pai, por que é que nós índios não temos nomes como os brancos? Porquê eu não ser António; porquê tu não seres José; a mãe Maria e a mana Angélica?
– Filho índio! Nós índios somos diferentes dos brancos! Porque, no momento do nascimento, nós olhamos para a Mãe Natureza. É por isso que a tua mãe se chama “Lua Cheia” e a tua irmã “Chuva”. Percebeste, “Preservativo Roto”?