Como e que se sentam quatro loiras numa cadeira?
Vira-se a cadeira ao contrário.
– Ricardo, por que você não corta essa barba?
– Se dependesse só de mim… – retruca – Você sabe que minha mulher seria capaz de me matar se eu aparecesse sem barba.
– Ora, querido – insiste a amante – Faça isso por mim, por favor…
O sujeito continua dizendo que não dá, até que não resiste às súplicas da amante e resolve atender ao pedido. Depois do trabalho ele passa no barbeiro, em seguida vai a um jantar de negócios e quando chega em casa a esposa já está dormindo.
Assim que ele se deita, sente a mão da esposa afagando o seu rosto e a sua voz sonolenta:
– Carlão, você ainda está aqui? Vai embora! O meu marido já está pra chegar…
Como é que se tira dois elefantes da água ?
Um de cada vez.
Como é que tiras um elefante do mar vermelho?
Molhado.
– Oi Vô! Sabia que a gente já mudou pra casa nova?
– É mesmo? – interessa-se o avô – E aí, vocês estão gostando?
– É o maior barato! Tem um quarto só para mim e outro só para minha irmã. Só o coitado do papai é que tem que continuar dormindo com a mamãe!
Como é que se mata um elefante azul?
Com uma espingarda azul, claro!
Como é que se mata um elefante vermelho?
Não, não é com uma espingarda vermelha! Apertas-lhes o pescoço até ele ficar azul e depois máta-lo com uma espingarda azul!
– Tudo bem, eu vou falar o meu nome… Eu me chamo Neve!
A mulher não conteve o riso. Gargalhou, deitou, rolou, chorou e Neve se ofendeu:
– Você é igual às outras! Está zombando de mim…
– Não, Neve! – disse ela, ainda rindo – Estou pensando da cara do meu marido quando eu disser que peguei 30 centímetros de Neve todos os dias no nordeste!
Como é que se sabe que está uma elefante debaixo da cama ?
A tromba está a tocar no tecto !
Como é que colocas um elefante dentro de um VW?
Abres a porta do carro, colocas o elefante lá dentro e fechas a porta.
– Não é justo, posso morrer na guerra e minha mulher é muito jovem. Já sei, darei a chave ao meu amigo de confiança, e se algo acontecer comigo, ele poderá soltá-la. No dia da partida, mal tinha cavalgado 200 metros, ouviu a voz do amigo, que corria desesperadamente em seu encalço.
– Que aconteceu amigo, o que houve?
– Companheiro! – disse o outro, totalmente sem fôlego. – Você deixou a chave
errada!
Como é que se mata um elefante amarelo?
Ora essa! Já alguma vez viste um elefante amarelo?
Como é que o elefante desce da cerejeira?
Senta-se em cima de uma folha e espera pelo outono.
– Padre, eu pequei.
– O que foi que você fez Joãozinho.
– Padre, eu comi jíló.
– Mas comer jiló não é pecado Joãozinho.
E Joãozinho todo satisfeito saiu da Igreja.
No outro dia, Pedrinho entra na Igreja confessando que também comeu jiló. E o Padre mais uma vez disse que comer jiló não era pecado.
No domingo, dia de missa, o Padre observa um garoto que ainda não conhecia. Ao fim da missa a Padre se dirige ao garoto o cumprimenta e pergunta seu nome.
– Padre, meu nome é Clebinho, mas pode me chamar de Jiló.
Como é que chamas um elefante de auscultadores, ouvindo música dos Doors?
O que quiseres, ele não te consegue ouvir.
– O que é isso, Zoraide? – pergunta a amiga, aflita.
– Estou rindo daquele arranjo de flores em forma de coração em cima do caixão.
– Qual o problema? – retruca a amiga – Isso é uma homenagem que os amigos médicos fizeram para o falecido. Ele era o melhor cardiologista da cidade!
– Pois então… É disso mesmo que eu estou rindo! Quero só ver como é que vai ser quando o meu marido morrer. Ele é o melhor ginecologista da cidade!