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O sujeito está no motel com a amante, curtindo o pós-coito, quando ela resolve interromper o silêncio:

– Ricardo, por que você não corta essa barba?

– Se dependesse só de mim… – retruca – Você sabe que minha mulher seria capaz de me matar se eu aparecesse sem barba.

– Ora, querido – insiste a amante – Faça isso por mim, por favor…

O sujeito continua dizendo que não dá, até que não resiste às súplicas da amante e resolve atender ao pedido. Depois do trabalho ele passa no barbeiro, em seguida vai a um jantar de negócios e quando chega em casa a esposa já está dormindo.

Assim que ele se deita, sente a mão da esposa afagando o seu rosto e a sua voz sonolenta:

– Carlão, você ainda está aqui? Vai embora! O meu marido já está pra chegar…
Uma linda mulher estava em viagem pelo nordeste quando conheceu um negão forte, de dois metros de altura. Foi amor à primeira vista! Só tinham dois problemas: ela era casada e ele se recusava a dizer o seu nome. Mas isso não atrapalhou o romance. Depois de quinze dias da cama pra praia, da praia pra cama, ele deu o braço a torcer:

– Tudo bem, eu vou falar o meu nome… Eu me chamo Neve!

A mulher não conteve o riso. Gargalhou, deitou, rolou, chorou e Neve se ofendeu:

– Você é igual às outras! Está zombando de mim…

– Não, Neve! – disse ela, ainda rindo – Estou pensando da cara do meu marido quando eu disser que peguei 30 centímetros de Neve todos os dias no nordeste!
De partida para a guerra, um soldado muito ciumento resolveu colocar um cinto de castidade na esposa, temendo ser traído.

– Não é justo, posso morrer na guerra e minha mulher é muito jovem. Já sei, darei a chave ao meu amigo de confiança, e se algo acontecer comigo, ele poderá soltá-la. No dia da partida, mal tinha cavalgado 200 metros, ouviu a voz do amigo, que corria desesperadamente em seu encalço.
– Que aconteceu amigo, o que houve?
– Companheiro! – disse o outro, totalmente sem fôlego. – Você deixou a chave
errada!
Numa cidade do interior, Joãozinho entra na Igreja e vai direto ao confessionário.

– Padre, eu pequei.
– O que foi que você fez Joãozinho.
– Padre, eu comi jíló.
– Mas comer jiló não é pecado Joãozinho.

E Joãozinho todo satisfeito saiu da Igreja.

No outro dia, Pedrinho entra na Igreja confessando que também comeu jiló. E o Padre mais uma vez disse que comer jiló não era pecado.

No domingo, dia de missa, o Padre observa um garoto que ainda não conhecia. Ao fim da missa a Padre se dirige ao garoto o cumprimenta e pergunta seu nome.

– Padre, meu nome é Clebinho, mas pode me chamar de Jiló.
No meio da tristeza de um velório, a mulher olha para uma amiga e começa a rir.

– O que é isso, Zoraide? – pergunta a amiga, aflita.
– Estou rindo daquele arranjo de flores em forma de coração em cima do caixão.
– Qual o problema? – retruca a amiga – Isso é uma homenagem que os amigos médicos fizeram para o falecido. Ele era o melhor cardiologista da cidade!
– Pois então… É disso mesmo que eu estou rindo! Quero só ver como é que vai ser quando o meu marido morrer. Ele é o melhor ginecologista da cidade!