Autor: Anedota

Uma noite, chegando de viagem, um senhor muito elegante, tomou um táxi
no aeroporto e pediu ao motorista para levá-lo até à casa. No caminho,
viu uma senhora, com um vestido bem decotado, entrando numa boite.
Reconhecendo a mulher, ele pediu ao taxista que voltasse à porta da
boite. Tirou do bolso um maço de notas e disse-lhe:
– Aqui estão 500 euros. Serão seus se você tirar de dentro desse
Clube das Mulheres aquela mulher vestida de vermelho que acabou de
entrar. Mas vá tirando-a e cobrindo-a de pancadas, sem contemplações,
porque aquela desgraçada é minha esposa.
O taxista, que andava numa “dureza”, aceitou de caras e entrou na
boite. Cinco minutos depois ele saiu, arrastando uma mulher pelos
cabelos, toda desgrenhada e gritando todos os impropérios que se
possam imaginar. O senhor, que ficara no táxi, viu a cena e percebeu,
horrorizado, que a mulher estava vestida de verde e saiu correndo para
alertar o taxista do erro.
– PARE! PARE! O senhor errou. Esta não é a minha mulher! Como o senhor
confundiu vermelho com verde? O senhor é daltónico?
Ao que o taxista retrucou:
– Fique tranquilo… Esta é a minha… Já lá volto para pegar a sua!!!
Era meia-noite e um homem passava em frente ao cemitério, completamente apavorado. De repente, notou que havia uma moça atrás dele.
Ele ficou ainda mais apavorado, mas para disfarçar o medo, puxou conversa com ela:
– Você não tem medo de passar em frente ao cemitério à meia-noite?
Ela responde: – Eu tinha muito medo quando estava viva, mas agora já não tenho mais…

Era muito velho o homem. Andava quase pelos noventa. Havia tempos que lhe doía uma perna. Foi consultar o médico e explicou-lhe o caso.
— Essa dor que sente é consequência da idade — disse-lhe o médico.
— Qual idade, qual carapuça! — replicou o velho, com aborrecimento — A outra perna tem a mesma idade desta e não dói nada.

No posto médico de urgência entra um homem que se dirige ao médico de serviço: Senhor doutor, eu…
— Entre para ali e dispa-se.
— Ó senhor doutor, mas é uma coi…
— Entre para ali e dispa-se.
— Ó senhor doutor, mas é só…
— Entre para ali e dispa-se.
O homem não teve outro remédio, entrou e já lá encontrou mais de uma dúzia de indivíduos, todos nús; encara os outros, e desabafa:
— Este médico parece que é maluco. Eu vinha só para tirar uma areia que me entrou para um olho, e ele manda-me entrar para aqui a despir-me!
— Inda isso não é nada, amigo! Imagine você que eu vim só para entregar um telegrama!