Etiqueta: jogo

Três sacerdotes católicos estavam reunidos conversando sobre as agruras da vida e os seus pecados.
Um disse que tinha um pecado terrível que cometia seguidamente, mas que não tinha coragem de falar dele para o seu confessor. O segundo e o terceiro disseram que o mesmo acontecia com eles.
Então, um deles teve uma ideia: – Por que não fazemos o seguinte: oferecemos a nós mesmos um jantar generoso e depois contamos uns aos outros nossos pecados e nós mesmos nos absolvemos?
– Excelente ideia, irmão! Aquiesceram os outros dois.
E assim fizeram. Mandaram-lhes servir um lauto jantar, regado a vinhos de nobres estirpes, como só os padres sabem dar-se a si mesmos.
Terminado o jantar, chegou a hora das confissões. E o primeiro deles foi logo se adiantando e disse: – Eu tenho um pecado terrível! Sou tomado pelo vício do jogo. Mal reúno uma quantia considerável das dádivas dos fieis para a reforma da igreja, eu febrilmente a desperdiço nos jogos de azar.
O segundo padre se apressou em dizer: – É um grave pecado, irmão, mas eu te absolvo!
E logo em seguida, começou a contar do seu pecado: – Pois saiba irmão que eu tenho um terrível pecado, um vício horrível! Quando as senhoras se confessam e contam de seus pecados carnais, eu sou tomado por um desejo animalesco e ali mesmo no confessionário eu me masturbo.
O primeiro ouviu e disse: – É um pecado infame, meu irmão. mas – em tom solene – eu te absolvo!
Sorriram e olharam para o terceiro padre que até então estava em silêncio: – E então, ir mão, qual é o seu pecado?
O padre olhou e disse sorrindo: – Eu sou um danado de um fofoqueiro e estou doido para sair daqui e contar pra todo mundo os pecados de vocês.
Um alentejano apanha um comboio para ir ao Porto e senta-se ao lado de um senhor muito bem vestido. O alentejano começa a olhar e pergunta: – Por acaso você nunca apareceu na televisão?
Ao que o Sr. responde: – Sim, eu costumo ir a muitos concursos de cultura geral e por isso o Sr. deve-me conhecer daí. Como a viagem vai ser longa, você por acaso não quer fazer um jogo comigo?
– Pode ser. – Respondeu o alentejano.
– Então fazemos assim: como eu tenho mais cultura que o Sr., você faz-me uma pergunta sobre um assunto qualquer e se eu não souber responder, dou-lhe 50 euros. A seguir faço-lhe eu uma pergunta e se não souber a resposta, dá-me só 5. Concorda?
– Vamos a isso. – Respondeu o alentejano confiante.
– Então eu faço-lhe a primeira pergunta. Diga-me o nome da pessoa que escreveu “Os Lusíadas”, aquele poeta só com um olho, que dignificou Portugal?
O alentejano começa a pensar e passados alguns instantes diz: – Nã sei. Ê nã sei leri.
– A resposta era Luís de Camões. Dê-me os mil escudos e faça-me uma pergunta qualquer.
– Tomi. Bem, qual é o animali que se o encostar a um chaparro sobe-o com quatro patas e desce-o com cinco patas?
– Olhe, essa nem eu sei. – Respondeu o homem muito admirado.
– Então passe para cá os 50 euros.
– Tome. Mas agora diga-me, que animal é esse?
– Tamém nã sei. Tome lá 5.

O marido está em casa a ver um jogo de futebol, quando a mulher sai e volta logo a seguir, dizendo-lhe:

  • Querido, podes arranjar o meu carro? Ele parou de funcionar assim que saiu da garagem…
  • Consertar o teu carro? Helloooo! Estás a ver Fiat escrito na minha testa? A mulher volta à carga:
  • Então podes arranjar a porta do frigorífico? Ela não está a fechar bem… E ele respondeu:
  • Arranjar a porta do frigorífico? Hellooooo! Estás a ver Siemens escrito na minha testa?
  • Está bem – disse ela. Então podes pelo menos trocar a lâmpada da porta da frente? Ela está queimada há semanas. E o marido:
  • Trocar a lâmpada da porta da frente? Hellooooo! Estás a ver Philipps escrito na minha testa? Eu não te aguento mais! Vou para o bar beber umas cervejas!

Assim fez e bebeu durante algumas horas. Entretanto, começou a sentir-se culpado pela forma como tinha tratado a mulher e decidiu voltar para casa e ajudá-la. Ao chegar a casa viu que o carro já estava na garagem e a luz da porta de entrada já funcionava.
Dirigiu-se ao frigorífico em busca de uma cerveja e percebeu que a porta do mesmo também tinha sido arranjada.

  • Querida – perguntou ele – como é que todas estas coisas foram arranjadas? E ela respondeu:
  • Bem, quando tu saíste, eu sentei-me lá fora e estava a chorar. Então, apareceu um jovem muito simpático, que me perguntou o que é que me tinha acontecido e eu contei-lhe. Ele ofereceu-se para arranjar tudo, e eu só tinha que escolher entre ir para a cama com ele ou fazer-lhe um bolo.

O marido disse:

  • Então, que tipo de bolo é que lhe fizeste, meu amor? Ao que ela respondeu:
  • Helloooooooo! Tu estás a ver ‘DANCAKE’ escrito na minha testa?