A mãe chega para o filho e pergunta:
- Joãozinho, o que estás a estudar?
- Geografia, mamãe.
- Então diz-me: onde fica a Inglaterra?
- Na pagina 83, mãe.
A mãe chega para o filho e pergunta:
O Carlinhos faz um desenho e fala com a professora.
O desenho representa a vaca a comer erva.
— Onde está a erva?
— Comeu-a a vaca.
— Onde está a vaca?
— Como não havia mais erva foi-se embora.
A esposa e o marido estão jantando em um restaurante muito fino. Já são casados há muitos anos e conversam muito pouco no dia-a-dia.
Depois de comerem e beberem a vontade, a mulher olha atentamente para o “patrão” e diz: – Como você muda depois de quatro copos de vinho!
Uma garota, a irmã mais velha e a mãe estavam na igieja a rezar o padre-nosso. Quando chega a parte do «pão nosso de cada dia» a miúda vira-se para a mãe:
— Oh mãe, não era melhor pedirmos logo o pão para uma semana inteira?
A mais velha:
— Cala-te, parva, pede-se todos os dias que é para ser sempre fresco e mole!
– Joaninha, diz-me o presente do verbo “andar”. – Eu ando, tu andas, ele anda… – Despacha-te mais depressa!, disse o professor. Foi logo atendido: – Nós corremos, vós correis, eles correm.
Um miúdo entra no autocarro para dar um passeio e senta–se no banco logo atrás do condutor. A certa altura, começa a cantar:
— Se o meu pai fosse um porco e a minha mãe uma porca, eu seria um porquinho. Se o meu pai fosse um cão e a minha mãe uma cadela, eu seria um cachorrinho…
O condutor, que estava já farto daquela cantilena, virou-se e disse para o miúdo:
— Olha lá, se o teu pai fosse estúpido e a tua mãe uma estúpida, o que é que tu serias?
— Motorista de autocarro!
O fotógrafo para o rapazito:
— Olha o passarinho!
— Deixe-se de parvoíces. Veja se abriu bem o diafragma, senão vai estragar o filme.
Quando o marido chega em casa ele fala para a “patroa”:
Ela responde:
Sabem como distinguir um alentejano no aeroporto?
Resposta: É que ele é o único que está a dar milho aos aviões.
— O teu cão morde? — perguntou o carteiro ao menino Carlinhos, que estava a apanhar sol à porta de casa.
— Não — respondeu ele, muito enjoado.
O carteiro avançou e o cão atirou-se-lhe às pernas.
— Então tu não me tinhas dito que o teu cão não mordia?!
— Esse cão é o da minha irmã…
No fim da tarde o Nobre Duque chega ao seu castelo. O mordomo abre a porta e curva-se
para cumprimenta-lo:
E velho duque, para assombro do mordomo, responde morrendo de rir:
O professor perguntou ao menino Carlinhos:
— Se ambos os teus pais tivessem nascido em 1958, que idade dizias que eles tinham?
— Dependia…
— Dependia de quê?
— De perguntarmos ao meu pai ou à minha mãe…
– Quem escreveu no quadro “o professor é maluco”?, perguntou irritado o professor. – Fui eu, senhor professor, respondeu um miúdo temeroso. – Bom, desta vez perdoo- -te porque disseste a verdade.
— Conheço um artista que pintou uma tela tão real, que uma criada esteve uma hora inteira a ver se a varria.
— Desculpe, mas não acredito.
— Ora essa! Porquê? Bem sabe que há artistas que fazem coisas semelhantes.
— Artistas, sim, mas criadas, não.
— Já servi como empregada doméstica em Espanha e em França.
— E são muito diferentes os pratos, lá?
— Não. Quebram-se como os nossos.
Responder