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A loira entra na loja e diz:

  • Queria comprar aquela televisão.
  • Desculpe, mas não vendemos coisas a loiras.

A loira fica indignada e vai-se embora.
Passados uns dias a loira regressa, com o cabelo pintado, e torna a dizer:

  • Queria comprar aquela televisão.
  • Desculpe, mas não vendemos coisas a loiras.
  • Mas… Como é que sabe que eu sou loira?
  • Aquilo não é uma televisão, é um microondas!
Um alemão, um francês, um inglês e um português apreciam o quadro de Adão e Eva no Paraíso.
O alemão comenta: – Olhem que perfeição de corpos: Ela, esbelta e espigada; Ele, com este corpo atlético, os músculos perfilados. Devem ser alemães.
Imediatamente, o francês contesta: – Não acredito. É evidente o erotismo que se desprende das figuras: Ela, tão feminina, ele, tão masculino. Sabem que em breve chegará a tentação. Devem ser franceses.
Movendo negativamente a cabeça o inglês comenta: – Que nada! Notem a serenidade dos seus rostos, a delicadeza da pose, a sobriedade do gesto. Só podem ser ingleses.
Depois de alguns segundos mais, de contemplação silenciosa, o português declara: – Não concordo. Olhem bem: Não têm roupa, não têm sapatos, não têm casa, estão na merda. Só têm uma única maçã para comer. Mas não protestam, só pensam em sexo, e pior, acreditam que estão no Paraíso. Só podem ser portugueses.
— Papá: como é que começa a guerra?
— Olha: supõe que a Espanha, por exemplo, apreendia um barco dos nossos…
— Ó homem! Não ensines uma coisa dessas à criança. A Espanha nunca nos fazia isso. De mais a mais, estamos em óptimas relações.

— Mas isto é só uma suposição…

— Mas é uma suposição parva. Não tem jeito nenhum.

— Ó mulher, cala-te. Isto é só como exemplo…

— Cala-te tu, que tu é que estás dizendo as asneiras.

— Fazes-me perder a paciência, diabo!

— O quê? Estás a ameaçar? Julgas que me metes medo?
— Ó mulher… eu…
— Pronto, papá! Pronto! Já sei como é que começa a guerra.

Uma morena e uma loira estão no telhado de um edifício em chamas.
Uns miúdos seguram uma lona e gritam:

  • Saltem! Saltem!

A morena salta, mas no último momento os miúdos afastam a lona e ela morre.
Os miúdos gritam para a loira:

  • Salte! Salte!
  • Não, não! Não confio em vocês!
  • Vá lá! Desta vez nós não tiramos a lona do sítio! Salte!
  • Então… Só se pousarem a lona no chão e se se afastarem!

Uma loira vai pescar no gelo.
Ela pega numa serra e começa a serrar um buraco no gelo.
Nisto, houve-se uma voz grossa e forte:

  • Não há peixes debaixo do gelo!

A loira pára, fica meio embasbacada, hesita e lá continua a serrar.

  • Não há peixes debaixo do gelo!

Ela pára novamente, olha para cima e diz:

  • Deus? É Deus?
  • Não, sou o gerente do ringue de patinagem!
Estavam uns garotos a brincar no pátio da igrejas por alturas do Natal. Até que um deles sem querer esbarra num dos bonecos do presépio e parte-o. Passado um bocado chega o padre:
– Quem é que partiu o pastor?
Todos ficam muito calados até que depois de muita insistência o culpado se acusa.
– Então tens de pagar o estrago.
– Eu não tenho dinheiro senhor padre.
– Então paga o teu pai.
– Eu não tenho pai.
– Paga a tua mãe!
– Também não tenho mãe…
– Então não tens ninguém? És sozinho no mundo?
– Não! Eu tenho uma irmã mais velha.
– Pronto paga ela.
– Ela também não pode pagar, não tem dinheiro. É freira.
– Não se diz freira; diz-se esposa de Cristo.
– Ah, então o meu cunhado que pague!…

Uma loira vai ao jardim zoológico.
Passa por uma jaula e vê um cartaz onde se lia “Cuidado: leão!”
Ela olha para a jaula por um bocado e depois segue caminho.
Dali a pouco passa por uma jaula e vê um cartaz onde se lia “Cuidado: tigre!”
Olha para a jaula por um bocado e depois segue caminho.
Mais um bocado e encontra uma jaula com um cartaz onde se lia “Cuidado: urso!”
Ela olha para a jaula por um bocado e depois segue caminho.
Mai um pouco e encontra uma outra jaula com um cartaz onde se lia “Cuidado: tinta fresca!”
Ela olha para a jaula por um bocado e de repente desata a correr e a gritar desesperadamente:

  • A tinta fresca soltou-se! A tinta fresca anda à solta!