O miúdo: ó pai! O avô batia-te quando eras pequeno?
O pai: É claro que batia.
O miúdo: E o bisavô também batia no avô quando ele era pequeno?
O pai: Pois batia.
O miúdo: E tu não achas que já é tempo de se acabar com esta geração de sádicos?
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Anedota
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Anedota
— Como é que se chama o pai do burro?
— É burro, meu rapaz.
— Então porque é que o papá me chama tantas vezes burro? -
Anedota
No fim da aula a professora está entregando os boletins:
- Está aí, Juquinha… Suas notas foram muito ruins este ano!
Depois de dar uma olhada no boletim, Juquinha, vendo as notas, começa a chorar como um louco. A professora sente dó e tenta consolar o menino dizendo:
- Não chore desse jeito, Juquinha, porque menino que chora fica feio quando cresce! Como moleque é moleque, o garoto responde:
- É? Pô, “Fessora”, você deve ter sido uma péssima aluna, hein!?
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Anedota
Uma senhora, ao ver um garoto de dez anos fumar, pergunta-lhe:
— O seu pai sabe que fuma? Resposta pronta do garoto:
— E o seu marido sabe que fala a homens que não conhece? -
Anedota
– Diga-me os ossos do crânio, perguntou o professor no exame ao Luís. – Não me lembro agora, senhor pro- fessor, mas tenho-os todos na cabeça.
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Anedota
Numa igreja, onde havia um presépio, uns garotos estavam a admirá-lo. Em dado momento, o mais pequeno partiu um boneco. O padre perguntou quem o tinha partido, mas todos se calaram, até que o mais pequeno diz:
— Fui eu, senhor prior.
— Então tens que pagar o boneco — diz o padre.
— Mas eu não tenho dinheiro.
O padre: Não faz mal. Paga o teu pai.
— Mas eu não tenho pai.
O padre: Pois paga a tua mãe.
O garoto: Mas eu também não tenho mãe.
O padre: Então tu andas só, cá neste mundo?
— Tenho uma irmã.
O padre: Então paga a tua irmã.
— Ela não tem dinheiro! Ela é freira.
O padre: Não é freira que se diz; diz-se esposa de Cristo.
O garoto: Então o meu cunhado que pague. -
Anedota
Um polícia vai passando na rua e vê um rapazinho tentando chegar à campainha de uma porta. Aproximou-se e perguntou-lhe se queria que o ajudasse. O garoto diz que sim, e o polícia carregou no botão da campainha. Então o miúdo adianta-se, puxa-lhe pela manga e grita:
— Agora é cavar, para não nos caçarem! -
Anedota
Uma bichinha estava passando em frente a uma igreja católica, e como nunca tinha ido a uma missa, resolve entrar e se senta na última fileira.
Ficou realmente encantada quando viu o padre balançando o turíbulo (aquela coisa que faz fumaça), enquanto andava ia do altar até o fundo da igreja. Quando o sacerdote chega bem perto da bichinha ela sussurra no ouvido dele:- Seu vestido é lindo e você desfilou muito bem, mas sua bolsinha tá pegando fogo!
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Anedota
— Menino, tome lá uma laranja!
A mãe, chamando a atenção do menino:
— Luisinho, que é que se diz à senhora?
— Descasque-a! -
Anedota
Uma senhora entrou num supermercado levando o filho. A empregada olhando o garoto ofereceu-lhe um bolo.
A mãe, voltando-se para o filho:
— Então o que se diz à senhora? O garoto estendendo a mão:
— Dê cá outro. -
Anedota
No celular, a mulher fala com o marido:
- Amor, tenho duas notícias pra você, uma boa e uma ruim!
- Querida, tô no numa reunião muito complicada, me fala só a boa! – O airbag do seu carro do seu carro novo funciona muito bem. . .
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Anedota
Um alentejano comprou um porco numa feira:
-Então,Sr.Manuel? Onde vai pôr o porco?
Debaixo da cama!-respondeu ele.
-Então e o cheiro?
-Ah, não faz mal. Ele habitua-se…
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Anedota
— Carlitos, na última vez que fizeste anos, quantos tinhas?
— Quatro!
— E no próximo aniversário quantos terás?
— Seis!
— Não sejas parvo. Pensa bem.
— Parvo, uma ova! É que eu hoje faço cinco!… -
Anedota
– De que género é “bengala”? – Feminino, senhor professor. – E “guarda-chuva”? – Também é feminino. – Como?, perguntou o professor irritado. – É uma bengala com saias, confirmou o aluno.
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Anedota
Uma do Luisinho para a tia solteirona:
— Para que põe tanto pó de arroz na cara, minha tia?
— Para ficar mais bonita.
— E então porque é que não fica? -
Anedota
O namorado da irmã do miúdo:
— Dou-te vinte e cinco tostões para me arranjares um dos caracóis do cabelo da tua irmã.
O miúdo:
— Olha! Se me desse cinco paus, até lhe trazia a cabeleira toda. Eu sei onde ela a esconde!

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