A filha pede um vestido novo ao pai.
— Papá: há seis meses que o meu namorado me vê sempre com o mesmo vestido. Tenha paciência mas tem que me dar dinheiro para outro.
— Ó filha, não pode ser. Sai muito mais barato mudares de namorado.
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Anedota
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Anedota
O Joãozinho entra na cozinha a chorar. A mãe pergunta:
— Joãozinho, porque estás a chorar? O rapaz responde a soluçar:
— O paizinho deu com o martelo num dedo!
A mãe responde:
— O filho, não devias chorar por causa disso. Devias era rir!
O Joãozinho desata em novo pranto:
— Foi o que eu fiz, mamã!
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Anedota
— Podias-me emprestar 500 euros?
— Não. Não tenho aqui.
— E lá em casa?
— Lá em casa estão todos bem, muito obrigado. -
Anedota
No psiquiatra:
— Diga-me: foi soldado?
— Não, sr. doutor; sou feito duma só peça. -
Anedota
Um gajo levanta-se de madrugada para fazer um xixi e diz p’rá pila:
– Tás a ver? Quando tu queres, eu levanto-me! -
Anedota
O freguês, à empregada:
— Quero comprar um presente para uma pequena.
— Tenho umas lindas meias de «nylon». Quer vê-las?
— Sim, é claro… Mas primeiro vamos tratar do presente… -
Anedota
A senhora, na chapelaria:
— Tem chapéus para meninos, de palha?
— Não, minha senhora.
— Mas eu estou a vê-los, ali.
— Então… traga cá os meninos de palha. -
Anedota
O que é que um boneco de neve diz para outro?
– Não te cheira a cenoura?! -
Anedota
— A senhora quer levar o insecticida?
— Pois claro. Ou queria que mandasse cá os insectos? -
Anedota
Um Alentejano queria livrar-se dum gato. Levou-o até uma esquina distante e voltou para a casa. Quando chegou a casa, o gato já lá estava. Levou-o novamente, agora para mais longe. No regresso encontrou o gato novamente em casa. Fez isso mais umas três vezes e o gato voltava sempre para casa. Furioso pensou: “Vou lixar este gato!” Pôs-lhe uma venda nos olhos, amarrou-o dentro de um saco e colocou-o na mala do carro. Subiu a serra mais distante, entrou e saiu de diversas estradinhas, deu mil voltas… e acabou por soltar gato no meio do mato. Passados uns dois dias, o alentejano liga para casa. – Tá, Maria? O gato já chegou? – Sim… – Ainda bem, deixa-me falar com ele porque eu estou perdido…
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Anedota
Cúmulo da Dificuldade
Tirar macacos do nariz com luvas de boxe. -
Anedota
Durante um inquérito:
— Nome?
— Joana.
— Casada?
— Sim.
— Que faz o seu marido?
— Fabricante.
— Crianças?
— Não. Loiças. -
Anedota
O juiz: O senhor é acusado de ter roubado uma bicicleta, mas, à falta de provas, temos de lhe restituir a liberdade.
O réu: ó senhor juiz, e então nesse caso posso ficar com a bicicleta? -
Anedota
Dois irmãos eram anões. Num sábado a noite resolvem ir pra farrear e vão para um bordel. Depois de tomar umas e outras, eles pegam umas meninas e vão para os quartos. Mesmo estando animado, um dos anões não consegue ter uma ereção e fica ainda mais desapontado quando ouve o seu irmão no quarto ao lado:
-Um, dois, três e… já! Um, dois, três e… já! Um, dois, três e… já!
Acabada a hora do programa, os anões se encontram para irem embora e o que broxou comenta:
-Pô! Foi uma merda! Por mais que eu tentasse, não consegui. A coisa não subia! Não tive ereção.
-Ereção? – responde o outro, puto, – e eu que nem consegui subir na cama?! -
Anedota
Na Boa-Hora, no 3.° Distrito Criminal, é julgado um rapaz de 16 anos, que já conta no seu activo nada mais nada menos de vinte e quatro prisões.
O juiz, repreensivo, antes de ler a sentença:
— Eu não lhe disse, a última vez que se apresentou diante de mim, que não queria tornar a vê-lo?
O réu, justificando-se:
— Disse, sim, senhor juiz. Mas por mais que eu o repetisse aos polícias que me prenderam, nenhum me quis acreditar… -
Anedota
O réu:
— Não, senhor juiz. A gente não se denuncia uns aos outros. Semos gatunos, é verdade, mas semos camaradas uns prós outros.
O juiz:
— Semos, ou somos?
O réu:
— Ah! Então o senhor doutor juiz também é!

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