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O sujeito foi cortar o cabelo no barbeiro que freqüentava há mais de vinte anos.
– Estou tao excitado. vou pra Itália amanhã.
– Itália? – perguntou o barbeiro – com tanto lugar bom pra ir, tu vais pra Itália?
– É, eu vou pela Air France.
– Ihhhh, essa é a pior companhia de aviação do mundo. Vai pra que cidade?
– Roma.
– Que horror! Cidadezinha feia! Vais se hospedar aonde?
– No Hilton.
– Que …., hein! Aquilo é o maior pardieiro! Vais ver o papa?
– Claro!
– Programa de Índio, hein! Milhares de pessoas se acotovelando só pra ver o papa.
O sujeito saiu do barbeiro injuriado. No dia seguinte viajou, curtiu a viagem, que foi ótima. Logo que voltou fez questão de voltar à barbearia.
– E aí como foi a viagem? – perguntou o barbeiro.
– Rapaz, você não sabe o que me aconteceu. Eu tava lá no Vaticano a tentar ver o papa. Logo que o papa chegou ele olhou pra multidão e desceu. Saiu de lá e começou a andar na minha direção. Foi se aproximando de mim cada vez mais. Quando o papa chegou bem pertinho de mim, ele falou-me uma coisa no meu ouvido. Só pra mim!
– E o que o papa falou pra você?
– Cabelinho mal cortado, hein, rapaz?! Que merda de barbeiro é o teu?!!…
O menino está deitado na areia ao lado do pai numa praia de nudismo. Ele olha as pessoas ao à sua volta e de repente ele Pergunta ao pai: – Porque é que estão aqui homens com a pilinha para cima e outros com a pilinha para baixo? O pai constrangido pensa um pouco e responde:
– Olha, os que estão com a pilinha para cima são ricos e os que estão com ela para baixo são pobres. A resposta parece satisfazer o garoto que continua a olhar. Algum tempo depois o pai pergunta:
– Viste a tua mãe?
O miúdo responde:
– Vi sim. Ela estava ali a conversar com um homem muito pobre. De repente ele começou a ficar muito rico e agora ela está ali nas dunas a chupar-lhe a fortuna toda.
Um sujeito liga para casa, para saber o que a esposa vai fazer para o jantar. – Alô?, diz uma vózinha de criança.
– Ó, querida, é o papá. A mamã está perto do telefone?
– Não, papá. Ela está lá em cima no quarto com o tio Chico.
Após alguns segundos, o sujeito diz:
– Mas querida, você não tem um tio chamado Chico!
– Sim, eu tenho! E ele está lá em cima no quarto com a mamã.
– Está bem, então eu quero que você faça o seguinte: Suba a correr as escadas, bata na porta do quarto e grite para a mamãe e para o tio Chico que meu carro acabou de parar na frente da casa.
– Tá bem, papá.
Alguns minutos depois, volta a menina:
– Eu fiz o que você disse, papá.
– E o que aconteceu?
– Bem, a mamãe pulou da cama nua e começou a correr pelo quarto gritando, tropeçou no tapete e caiu pela janela da frente, e agora ela está morta!
– Ó, meu Deus! E o tio Chico?
– Ele pulou da cama nu também, estava muito assustado, e saltou pela janela do fundo para dentro da piscina, mas ele deve ter-se esquecido que você esvaziou a piscina na semana passada para limpar. Daí ele bateu a cabeça no fundo dela, e agora está lá, morto também.
Uma longa pausa e o cara diz:
– Piscina? Não tenho piscina! Por acaso o telefone daí é 35550739?
– Não!
– Desculpe, foi engano!
Corno, porém, sensato
No meio de um julgamento, pergunta o Juiz: – O senhor chegou em casa mais cedo e encontrou a sua mulher na cama com outro homem, correto?
– Correto, meritíssimo!- diz o réu de cabeça baixa.
Continua o juiz: – Então o senhor pegou sua arma e deu um tiro na sua mulher, matando-a na hora, correto?
– Correto, meritíssimo! – repete o réu.
– E por que o senhor atirou nela e não no amante dela?
O réu responde: – Senhor Juiz…. Me pareceu mais sensato matar uma mulher uma única vez, do que um homem diferente todos os dias.
Foi absolvido na hora! Corno… porém sensato…

Um brasileiro vivia na Europa e tinha a esposa na maternidade, o filho tinha nascido poucas horas antes. Então ele lá foi para ver o seu rebento.
Chegou à recepção e perguntou:

  • Olhe, eu venho cá ver o meu filho, nasceu há algumas horas. Sabe, sou brasileiro e novo na cidade, perdi-me. Ainda posso vê-lo?
  • Suponho que possa fazer uma excepção, suba estas escadas à direita e vai lá ter facilmente.
  • Muito obrigado!!

Ele lá foi, subiu as escadas e viu logo um grande letreiro que dizia:

*** Bebés Super Inteligentes e Bonitões ***

Viu uns bebes deitados nos seus berços. Chegou perto da primeira enfermeira que viu e perguntou muito excitado:

  • O meu bebé, quero ver o meu bebé!!
  • Pode-me dar o seu nome sff?
  • Sou o brasileiro, não devem haver muitos aqui.
  • Deixe ver… não, não tenho cá nenhum brasileiro, tente o piso acima.

E subiu as escadas de novo, para encontrar outro letreiro que dizia:

*** Bebés Inteligentes Acima do Normal e Bonitos ***

Lá estavam mais bebés nos seus berços e foi perguntar a uma enfermeira se estava lá o seu bebé.

  • Não, desculpe mas não temos aqui o seu filho, tente o piso acima.

Subindo novamente as escadas e ia embatendo noutro letreiro que dizia:

*** Bebés Com Q.I. Normal e Apresentáveis***

Lá encontrou outra enfermeira a quem perguntou se lá estava o seu adorado filho, mas obteve a mesma resposta:

  • Parece-me que não… Definitivamente não está cá, talvez no piso acima.

Já conhecendo de cor os degraus daquela escada lá foi subindo até encontrar outro letreiro que por sua vez dizia:

*** Bebés Mais Fracos Intelectualmente e Menos Bonitos ***

Um pouco desiludido, lá foi questionar à enfermeira e foi o mesmo:

  • Vai ter que ir lá ver acima que nós aqui não o temos, é só subir…
  • Eu sei o caminho, obrigado!

Subindo de novo as escadas encontra outro letreiro que por sua vez diz:

*** Bebés Burros e Feios ***

  • Pode ser que seja aqui. Enfermeira, podia-me dizer se o meu filho está aqui?

Depois da procura…

  • Terá que ir lá acima, porque ele aqui não está.

Mais escadas, e mais um letreiro onde está escrito:

*** Bebés Completamente Estúpidos e Feios de Morrer ***

Mais uma enfermeira questionada e a resposta já conhecida:

  • Concerteza que está no piso acima, porque aqui não está, desculpe.

Já a pensar que estava no cimo do Hospital vai subindo as escadas, quando vê:

*** Futuros Parasitas e Inadaptados da Sociedade, Apresentação Alienígena ***

  • Enfermeira!!

Bla bla bla…

  • Como vê aqui há muitíssimos poucos bebés e posso-lhe garantir que aqui não está. Só há mais um piso acima deste e é aí que ele está!
  • Ahh, finalmente vou ver o meu filho. Diz o brasileiro enquanto sobe as escadas, onde depara com o seguinte letreiro:

*** Brasileiros ***

O Tona adorava feijoada. Porém, sempre que comia, o feijão causava-lhe uma reacção fortemente embaraçosa. Algo muito forte. Um dia apaixonou-se. Quando chegou a altura de pedir a namorada em casamento, pensou:
– Ela é de boas famílias, cheia de etiqueta, uma verdadeira atleta, não vai aguentar estar casada comigo se eu continuar a comer feijão.
Decidiu fazer um sacrifício supremo e deixou-se de feijoadas. Pouco depois estavam casados. Passados alguns meses, ao voltar do trabalho no Douro, o carro avariou. Como estava longe, ligou para Sofia e avisou que ia chegar tarde, pois tinha que regressar a pé. No caminho, passou por um pequeno restaurante e foi atingido pelo irresistível aroma de feijoada acabadinha de fazer. Como faltavam vários quilómetros para chegar, achou que a caminhada o iria livrar dos efeitos nefastos do feijão.
Então entrou, pediu, fez a sua pirâmide no prato e, ao sair, tinha três doses de feijoada no estômago. O feijão fermentou e durante todo o caminho foi-se peidando sem parar. Foi para casa a jacto. Peidava-se tanto que tinha que travar nas descidas, e nas subidas quase não fazia esforço para andar. Quando se cruzava com pessoas continha-se ou aproveitava a oportuna passagem dum ruidoso camião para soltar gás. Quando chegou a casa, já se sentia mais seguro.
A mulher parecia contente quando lhe abriu a porta e exclamou:
– Querido, tenho uma surpresa para o jantar!
Tirou-lhe o casaco, pôs-lhe uma venda nos olhos, levou-o até à cadeira na cabeceira da mesa, sentou-o e pediu-lhe que não espreitasse. Nesse momento, já sentia mais uma ventosidade anal à porta! No momento em que Sofia ia retirar a venda, o telefone tocou. Ela obrigou-o a prometer que não espreitava e foi atender o telefone. Era a Xuxu. Enquanto ela estava longe, o Tona aproveitou e levantou uma perna e … ppuueett. Soltou um! Era um peido comum. Para além de sonoro, também fedeu como um ovo podre! Aliviado, inspirou profundamente, parou um pouco, sentiu o fedor através da venda e, a plenos pulmões, soprou várias vezes a toda a volta para dispersar o gás. Quando começou a sentir-se melhor, começou outro a fermentar! Este parecia potente. Levantou a perna, tentou em vão sincronizar uma sonora tossidela para encobrir, e … pprrraaaaaaaa! Sai um rasgador tossido. Parecia a ignição de um motor de camião e com um cheiro mil vezes pior que o anterior! Para não sufocar com o cheiro a enxofre, abanou o ar sacudindo os braços e soprando em volta ao mesmo tempo, esperando que o cheiro dissipasse. Quando a atmosfera estava a voltar ao normal, eis que vem lá outro. Levantou a outra perna e deixou sair o torpedo! Este foi o campeão!
As janelas tremeram, os pratos saltaram na mesa, a cadeira saltou e num minuto as flores da sala estavam todas murchas. Quase lhe saltavam os sapatos dos pés. Enquanto ouvia a conversa da Sofia ao telefone no corredor, sempre fiel à sua promessa de não espreitar, continuou assim por mais uns minutos, a peidar-se e a tossir, levantando ora uma perna ora a outra, a soprar à volta, a sacudir as mãos e a abanar o guardanapo. Uma sequência interminável de bufas, torpedos, rasgadores e peidos comuns, nas versões seca e com cheiro. De onde em onde acendia o isqueiro e desenhava com a chama círculos no ar para tentar incinerar o nefasto metano que teimava em acumular-se na atmosfera. Ouviu Sofia a despedir-se da Xuxu e, sempre com a venda posta, levantou-se apressadamente, e com uma mão deu umas palmadas na almofada da cadeira para soltar o gás acumulado, enquanto abanava a outra mão para espalhar. Quando sacudia e batia palmadinhas nas calças largas para se libertar dos últimos resíduos, ouviu o plim do telefone a desligar, indicando o fim da solidão e da liberdade de expressão anal. Alarmado, sentou-se rapidamente e, num frenesim, abanou apressadamente mais algumas vezes o guardanapo, dobrou-o, pousou-o na mesa, compôs- se, alinhou o cabelo, respirou profundamente, pousou as mãos ao lado do prato e assumiu um ar sorridente. Era a imagem da inocência quando Sofia entrou na sala. Desculpando-se pela demora, ela perguntou-lhe se tinha olhado para a mesa. Depois de ele jurar que não, ela retira-lhe a venda, e, surpresaaaaa!!!
Estavam 12 pessoas perplexas, lívidas e assarapantadas, sentadas à mesa: os sogros, os cunhados e alguns colegas de tantos anos de trabalho.
Era a festa-surpresa de aniversário do TONA!