– Diz ao tarado que eu só lhe pus os cornos e não as asas.
– Diz ao tarado que eu só lhe pus os cornos e não as asas.
Uma loira acorda, chega ao quintal e depara com um pinguim.
Ao mesmo tempo, olha para o lado, vê o seu vizinho e diz:
O vizinho responde:
No dia seguinte, o vizinho olha para a casa da loira e vê-a a sair com o Pinguim preso com uma coleira e pergunta:
E a loira…
Uma loira entra num casino e logo à entrada, vê uma máquina de bebidas.
Mete uma moeda de 50 cêntimos e sai uma lata. Mete outra e sai outra lata, e assim sucessivamente…
Entretanto, chega um homem e intrigado, pergunta-lhe:
Ela responde:
Uma loura encontra uma amiga que já não via há algum tempo:
— Olááááá, tá boa, Francisca? Já não nos víamos há algum tempo. Então como vai? Conte-me as novidades.
— Olá, Tita. Então você não sabe que eu estive em coma?
— Nããooo me diga! Só o meu marido é que não me leva a lado nenhum.
Uma morena, uma ruiva e uma loura escapam a um incêndio fugindo para o telhado do prédio. Os bombeiros estão na rua, dez andares abaixo, com uma lona esticada. Os bombeiros gritam à morena:
— Salte! Salte! É a sua única hipótese de sobreviver! A morena salta e… Os bombeiros puxam a lona no último instante e ela esborracha-se como um tomate.
— Força! Salte! Tem de saltar! — dizem os bombeiros à ruiva.
— Oh, não! Vocês vão-me fazer a mesma coisa! — responde a ruiva.
— Não! Nós só não gostamos é de morenas! De ruivas gostamos!
— Okay — diz a ruiva, ao mesmo tempo que salta. Os bombeiros desviam o pano e a ruiva espeta-se no chão mesmo ao lado da morena.
Finalmente, a loura chega-se à beira do telhado. Mais uma vez, os bombeiros gritam:
— Salte! Tem de saltar!
— Nem pensem! Vocês vão tirar o pano de baixo quando eu saltar! — grita ela.
— Não! De maneira nenhuma! Tem que saltar! Nós não vamos tirar o pano!
— Olhem — diz a loura —, nada do que possam dizer me vai convencer de que não vão tirar o pano! Por isso, o que eu quero que façam é que pousem o pano no chão e se afastem.
A loura ao telefone:
— Está, eu poderia falar com a Dona Marta?
E do outro lado:
— É a própria!
Ela:
— Bom dia, Dona Própria. Eu poderia falar com a Dona Marta?
Uma loura com as orelhas vermelhas vai ao médico, que lhe pergunta o que aconteceu.
— Estava a passar uma blusa a ferro quando o telefone tocou — explica —, mas, em vez de pegar no auscultador, distraí-me e encostei o ferro à orelha.
Incrédulo, o médico exclama:
— Valha-me Deus! Mas então o que aconteceu à outra orelha?
— O filho da mãe voltou a ligar!
A loura foi ao médico porque queria perder uns quilinhos. O doutor dá-lhe uma dieta infalível:
— Você segue este regime por um dia e salta dois, depois reinicia e salta mais dois dias. Garanto que em quinze dias você perde pelo menos cinco quilos — disse o doutor.
Quinze dias depois volta a loura ao consultório, quinze quilos mais magra.
— Vejo que seguiu o regime à risca! — diz o médico, espantado.
— É, doutor, mas quase morri!
— De fome?
— Não! De tanto saltar.
Uma loura entra num Boeing 747 com bilhete da classe económica e senta-se nos lugares da classe executiva.
A hospedeira diz-lhe que tem de se sentar na parte de trás do avião, ao que a loira responde:
— Deve haver algum engano porque eu sou superloura, superinteligente e vou para as Caraíbas.
A hospedeira percebe que não consegue resolver o caso e chama o comandante. Este diz à loura que se sente na parte de trás do avião, que são os lugares da classe económica. Ela responde:
— Deve haver algum engano porque eu sou superloura, superinteligente e vou para as Caraíbas.
O comandante diz-lhe então umas palavras ao ouvido, a loura levanta-se e dirige-se para os últimos lugares do avião. A hospedeira, curiosa, pergunta ao comandante:
— O que é que lhe disse?
O comandante responde:
— Disse-lhe que esta parte do avião não vai para as Caraíbas.
Uma loura foi ao shopping comprar um par de sapatos de crocodilo legítimo e o vendedor da loja logo informou o preço:
— Mil euros!
— O quê? Não é possível… Não há outro modo de eu conseguir um par de sapatos de crocodilo legítimo? — disse ela.
— É, acho que há… — disse o vendedor, enchendo a loura de esperanças. — Eu conheço um parque aqui perto que tem alguns crocodilos… A senhora pode ir até lá caçar um deles e providenciar os seus próprios sapatos!
A loura concordou e disse que iria até o parque caçar os crocodilos. No início, o empregado não acreditou, mas resolveu ir ao parque verificar se ela estava por lá. Quando chegou, viu a loura, dentro do pântano, dar um tiro num crocodilo enorme e arrastá-lo até a margem, onde estava mais ou menos uma dúzia de crocodilos mortos. O homem fica espantado. Quando ela, com muita dificuldade, tira o crocodilo morto da água, exclama:
— Mas que chatice! Mais um sem sapatos.
Uma loura chega à pastelaria.
— Queria um pastel de nata. Quentinho…
O empregado:
— Que sorte tem a menina, acabaram de sair!
— Oh! E quando voltam?