Um homem vai ao quarto do filho para lhe dar boa-noite e vê que o miúdo está a ter um pesadelo. O pai acorda-o e pergunta-lhe se está bem. O filho responde que sente medo porque sonhou que a tia Albertina tinha morrido. O pai garante que a tia está muito bem e diz ao miúdo que volte a dormir sossegado. No dia seguinte, a tia Albertina morre. Uma semana depois, o homem volta ao quarto do filho para lhe dar boa-noite. O miúdo está com outro pesadelo. O pai acorda-o e pergunta-lhe o que aconteceu. O filho responde que sente medo porque sonhou que o avô havia morrido. O pai garante que o velhote está muito bem e manda-o dormir de novo. No dia seguinte, o avô morre. Uma semana depois, o homem vai de novo ao quarto do filho para lhe desejar boa-noite. O miúdo está com mais um pesadelo. O pai acorda-o e pergunta o que tinha sido desta vez. O filho responde que sente medo porque sonhou que o pai tinha morrido, mas este garante estar bem e manda-o dormir novamente.
Contudo, o homem vai para cama e não consegue dormir. No dia seguinte, acorda apavorado. Tem a certeza de que vai morrer. Sai para o trabalho e conduz com o maior cuidado para evitar uma colisão. Não almoça, com medo de que a comida possa estar envenenada. Evita toda a gente, com medo de ser assassinado. Tem um sobressalto a cada ruído e a qualquer movimento suspeito esconde-se debaixo da secretária. Ao voltar para casa, diz para a mulher:
— Meu Deus, tive o pior dia da minha vida!
E ela responde:
— Tu achas que foi o pior? E o leiteiro, coitado, que morreu aqui à porta, hoje de manhã?
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Anedota
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Anedota
Pai, hoje fui expulso da escola.
– O quê??? O que é que fizeste?
– Meti dinamite debaixo da cadeira da professora.
– Maldito! Vais já à escola pedir desculpas à tua professora!
– Qual escola?!?
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Anedota
O pai abriu a carteira e depois olhou para a mulher e para o filho:
— Esse menino tirou dinheiro daqui! — berrou ele.
— Como sabes que foi ele? — protestou a mulher —. Podia ter sido eu.
O pai abanou a cabeça e disse:
— Não. Tu não foste. Ainda ficou algum na carteira.
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Anedota
— Papá: como é que começa a guerra?
— Olha: supõe que a Espanha, por exemplo, apreendia um barco dos nossos…
— Ó homem! Não ensines uma coisa dessas à criança. A Espanha nunca nos fazia isso. De mais a mais, estamos em óptimas relações.
— Mas isto é só uma suposição…
— Mas é uma suposição parva. Não tem jeito nenhum.
— Ó mulher, cala-te. Isto é só como exemplo…
— Cala-te tu, que tu é que estás dizendo as asneiras.
— Fazes-me perder a paciência, diabo!
— O quê? Estás a ameaçar? Julgas que me metes medo?
— Ó mulher… eu…
— Pronto, papá! Pronto! Já sei como é que começa a guerra.
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Anedota
A mulher despede-se do marido que vai trabalhar noutro país: – Quero notícias tuas todos os meses, prometes?
Ele: – Por carta ou por e-mail?
Ela: – Por cheque.
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Anedota
— O papá não tem medo da trovoada.
— Eu não, minha filha.
— E não tem medo dos lobos?
— Não, minha filha.
— E não tem medo dos rinocerontes?
— Não, minha filha.
— Afinal, o papá só tem medo da mamã!
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Anedota
— Um jovem que ia casar-se, foi confessar, mas, depois da confissão, sentiu escrúpulos e disse ao padre:
— Padre: não sei se me confessei bem, porque vejo que não me foi imposta nenhuma penitência.
Resposta do padre confessor:
— Pois não me disse, meu filho, que ia casar-se?
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Anedota
O pai faz repetir ao filho os verbos que acaba de lhe ensinar, e depois pergunta-lhe:
— Atenção. Se eu digo eu lavo-me, tu lavas-te, ele lava-se, o que é? A criança pensa e, por fim, responde:
— Eu sei, paizinho: é domingo.
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Anedota
A senhora aproximou-se do confessor e perguntou-lhe:
— Hoje, vendo-me ao espelho, achei que sou bonita. Diga-me, meu padre, eu pequei?
— Não tem importância, minha filha. Um engano não é pecado.
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Anedota
– O Mwangolê, cada vez que compra uma caixa de leite, abre-a, ali mesmo, no supermercado, pruquê?
– Porque na caixa du leite está escrito : ‘Abra aqui.’
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Anedota
Um padre encontra um burro morto em frente da porta. Telefona à polícia e ouve, na outra ponta do fio, o chefe da esquadra a fazer-se engraçado:
— Mas então, senhor prior, não é das suas obrigações enterrar os mortos?
Resposta do padre:
— É verdade que sim. Mas não o posso fazer sem consultar primeiro a família.
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Anedota
Tudo quanto Deus faz é perfeito! — afirmava, num sermão, o padre da aldeia. Então um dos paroquianos mais cretinos, estúpidos e ignorantes, perguntou lá do fundo:
— Até eu sou perfeito?…
— Pois claro que sim! — tornou o padre — és um perfeito cretino.
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Anedota
— O que é que impede o seu amigo de vir à igreja?—pergunta o padre. Espero que não seja sionismo.
— Não, senhor prior. É pior que isso.
— Pior? O quê? É deísmo?
— Não é isso. É pior ainda.
— Pior que deísmo? Oh, Céus! Espero que não seja ateísmo!
— Ê pior que isso, ainda: é reumatismo.
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Anedota
Morreu um burro em frente de uma Igreja e, como uma semana depois, o corpo ainda estava lá, o padre resolveu reclamar com o Presidente da Junta.
– Sr. Presidente, há um burro morto à frente da Igreja há quase uma
semana!
E o Presidente, que era um grande adversário político do padre, resolveu picá-lo:
– Sr. Padre, não é o senhor que tem obrigação de cuidar dos mortos?
– Sim, sou eu! – respondeu o padre, com serenidade. – Mas também é minha obrigação avisar os parentes!
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Anedota
Certo cura, moído das confissões, disse no primeiro domingo da quaresma, aos seus fregueses, do púlpito, à missa conventual:
— Eu confessarei, de hoje em diante, pela ordem seguinte: segunda-feira, os mentirosos; terça, os avarentos; quarta, os maldizentes; quinta, os ladrões; sexta, os libertinos; e sábado, as mulheres de vida escandalosa.
O padre nunca mais teve incómodo de confessar pessoa alguma.
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Anedota
Você terá prazeres em jantar comigo meu amor?
-Que pergunta! Claro que tenho.
Então diga à sua mãe que estarei em sua casa antes das cinco.

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