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O JAPONESITO Um marinheiro passou um ano a navegar e quando volta, encontra a sua esposa com um filho japonês no colo. Irritado, porque nem ele nem a esposa são japoneses, o marinheiro perguntou a esposa o que havia acontecido. Ela, calmamente explicou: – Ele nasceu branquinho e sem os olhos em bico, mas como eu não tinha leite, uma ama japonesa ofereceu-se para amamentá-lo. Eu aceitei e ele ficou assim. Como o marinheiro não percebia nada de crianças, resolveu perguntar à sua mãe se era realmente possível acontecer uma coisa destas. A senhora, depois de ouvir tudo, respondeu indignada: – É claro que é possível, meu filho! Quando tu nasceste aconteceu a mesma coisa: eu não tinha leite e pus-te a mamar numa vaca e é por isso que tu >agora tens um grande par de cornos!

Um jovem entra numa pastelaria e pede um pastel de feijão.
Quando começou a come-lo reparou num gosto estranho e chamou o empregado de balcão.

  • O senhor desculpe mas o pastel de feijão sabe a sabão…
  • Ahh…- respondeu o empregado de balcão. – Então é porque se enganaram e deram-lhe um pastel de coco…, é que os pasteis de feijão sabem a lixívia.

Um velho agricultor, com sérios problemas financeiros, comprou uma mula de outro agricultor por 100,00 Euros. Concordaram que a entrega da mula seria no dia seguinte. Entretanto, no dia seguinte, o agricultor chegou e disse: – Desculpe-me, mas tenho mas noticias. A mula morreu. – Bom, então devolva-me o dinheiro. – Não posso. Já o gastei. – E o que e que vai fazer com uma mula morta? – Vou rifa-la ! – Você não pode rifar uma mula morta! – Claro que posso! Só que não vou e dizer a ninguém que ela está morta… Um mês depois, os dois homens encontram-se e o agricultor que vendeu a mula perguntou: – Então, que e que aconteceu a mula morta? – Rifei-a como lhe tinha dito. Vendi 500 números a 2,00 Euros cada e tive um lucro de 998,00 Euros. – E ninguém reclamou? – Só o fulano que a ganhou na rifa ….. Devolvi-lhe os 2,00 Euros…

Globalizacao (Explicação rapida…) Para quem ainda não sabe o que é a globalização: Atente-se no caso da Lady Diana, que é um bom exemplo: – A Globalização é uma princesa inglesa, que estava com um playboy egípcio, num carro alemão com motor holandês, dirigido por um motorista belga, embriagado com whisky escocês, capotando num túnel francês, perseguidos por paparazzi italianos, e que foi socorrida por um médico americano, com medicamentos espanhóis. Morreu… claro! Perceberam?

Marido e mulher estão a jantar num belo restaurante quando entra uma rapariga absolutamente fantástica, que se dirige à mesa deles, dá um beijo apaixonado ao marido, diz “Vemo-nos mais tarde” e vai-se embora. A mulher fita o marido furiosa e pergunta: – Quem diabo era aquela? – Oh – responde o marido, – é a minha amante. – Ah é? Pois esta foi a última gota de água! Para mim chega! Quero o divórcio! – diz a mulher. – Compreendo – responde o marido, – mas lembra-te, se nos divorciarmos acabam-se as compras em Paris, os Invernos na República Domincana, os Verões em Itália, os Porsches e Ferraris na garagem e o iate. Mas a decisão é tua. Nesse momento entra um amigo comum no restaurante com uma loura estonteante pelo braço. – Quem é aquela mulher que entrou com o Bernardo? -pergunta ela. – É a amante dele – responde o marido. – A nossa é mais bonita – responde a mulher.

Um turista entra num restaurante da cidadezinha espanhola e pede a especialidade da casa.

  • Garçom! Que espécie de carne é esta? – pergunta quando é servido o prato.
  • São cojones, señor… Os testículos do touro que foi morto hoje na arena da cidade.

Desconfiado, o turista experimenta e gosta. Volta no dia seguinte.
Quando o garçom traz o prato, ele nota que há alguma diferença.

  • Escute aqui. Estes cojones são bem menores do que aqueles que você me serviu ontem!
  • É verdade, señor. Mas o señor há de convir… nem sempre o touro perde…

O Joãozinho entra no quarto e apanha o pai a meter a camisinha. O pai, muito embaraçado, tenta esconder a sua erecção e a camisinha e baixa-se para olhar para baixo da cama. Joãozinho diz: – O que estás a fazer pai? O pai responde: – Nada! Acho que vi um rato debaixo da cama. Joãozinho retribui: – Ah! E vais enrabá-lo?