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Certo dia um motoqueiro corria em sua moto, de repente atravessa um passarinho na sua frente, e ele atropela o passarinho. Segue viagem. O motoqueiro volta e da socorro para o passarinho. Pega ele cuida, depois vários dias o passarinho começar a se recuperar. O rapaz pega o passarinho e coloca na gaiola, junto coloca água e pão. O passarinho volta a consciência. Olha para um lado, olha para o outro vê, pão, água e a gaiola. Para pensa e fala: Ih! matei o motoqueiro

Senhor doutor, sinto-me mal … tudo em volta de mim gira, e além disso, tenho aqui um ardor, arde-me o coração… – Olhe minha senhora, em primeiro lugar, não sou doutor, sou barman. A senhora não está doente, está bêbada e, em terceiro lugar, não lhe arde o coração, a senhora está com a mama esquerda dentro do cinzeiro….

Semana passada convidei uns amigos para o almoço num restaurante próximo ao nosso escritório, e notei que o garçom que nos atendeu levava uma colher no bolso da camisa. Achei esquisito, mas tomei isso como um fato casual. No entanto, quando o encarregado da mesa trouxe a água, copos e talheres, notei que ele também tinha uma colher no bolso da camisa. Olhei em volta, no salão, e percebi que todos os garçons, garçonetes e atendentes também levavam uma colher no bolso da camisa. Quando o garçom voltou para tomar o pedido, perguntei:

  • Por que a colher?
  • Bom, – explicou – os donos do restaurante contrataram a consultora Andersen, experts em eficiência, com o objectivo de revisar e melhorar todos os nossos processos. Depois de muitos meses de analises estatísticas, eles concluíram que os clientes deixavam cair no chão a colher com 73% maior frequência do que os outros talheres. Isso representava uma frequência de quedas de 3 colheres por hora por mesa. Se o nosso pessoal ficasse preparado para cobrir essa contingência, nos poderíamos reduzir o numero de viagens a cozinha e, assim, poupar mais de 1,5 horas por homem por turno.

No momento em que estávamos falando, escutou-se um som metálico na mesa atras da gente. Rapidamente o garçom que nos atendia trocou a colher caída por aquela que ele levava no bolso, e me disse:

  • Pegarei outra colher quando for a cozinha, assim não farei uma viagem extra para busca-la agora.

Meus amigos e eu ficamos realmente muito impressionados.
O garçom continuou a anotar o nosso pedido. Enquanto meus convidados ordenavam, continuei a observar ao meu redor. Foi, então, quando observei de relance uma cordinha fininha pendurada no zíper da calça do garçom. Rapidamente, percorri com o olhar o salão para me certificar que todos os garçons levavam a mesma cordinha pendurada no zíper da calca. A minha curiosidade foi muito grande e, antes do garçom se retirar, perguntei:

  • Desculpe, mas…porque tem essa cordinha justo ai?
  • Oh, sim! – respondeu, e começou a falar em um tom mais baixo:
  • Não tem muitas pessoas tão observadoras quanto o Sr. Essa Consultora de eficiência da qual lhe falei, achou que nós também poderíamos poupar tempo na ida ao banheiro.
  • Como é isso?
  • Veja bem: amarrando esta cordinha na ponta do….bem, V. já sabe, podemos sacá-lo para mijar sem tocá-lo e dessa forma, eliminando a necessidade de lavarmos as mãos, encurtando o tempo gasto no banheiro em 67% por homem.
  • Que óptimo, isso tem muito sentido, mas….se a cordinha ajuda a sacar, como é que volta a guardar ?
  • Bem, eu não sei como fazem os outros, mas eu uso a colher.

Um homem de 85 anos estava a fazer o seu checkup anual. O médico perguntou como ele se estava a sentir. – Nunca me senti tão bem – respondeu. – A minha nova mulher tem 18 anos e está grávida, à espera de um filho meu! Qual é a sua opinião a respeito disto, Sr. Dr.? O médico reflectiu por um momento e disse: – Deixe-me contar-lhe uma história. Eu conheço um homem que era um caçador fanático. Nunca perdeu uma estação de caça. Mas, um dia, por engano, colocou o seu guarda-chuva na mochila em vez da arma. Quando estava na floresta, um urso repentinamente apareceu à sua frente. Ele sacou o guarda-chuva da mochila, apontou para o urso e este caiu morto. – HA!HA!HA!HA! Isto é impossível – disse o velhinho. – Algum outro caçador deve ter atirado no urso! – Exactamente…

Um pobre estava, à porta de um restaurante de luxo a pedir esmola.
Como iam a sair uns clientes muito bem vestidos e de charuto na boca, pediu :

  • Dêem-me qualquer coisinha… por amor de Deus.

Um dos homens perguntou-lhe :

  • Em vez de dinheiro, não ia agora bem uma sopinha?
  • Se ia… – respondeu o pobre.
  • E um bom bife? – voltou a perguntar o homem.
  • Oh… um bom bife… – respondeu o pobre, já de água na boca.
  • E um bom vinho para acompanhar… e uns doces para acabar… com um café e um bom whisky para finalizar?

O pobre já nem respondia com tanta água na boca… da fraqueza que estava.
O homem perguntou-lhe ainda :

  • E depois disto que tal uma das meninas que actuam ali no clube da frente?!

O pobre… em suprema fraqueza, e depois de ouvir falar de tantas iguarias, desmaiou.

  • Ah, vocês já viram isto. – diz o homem para os amigos que o acompanhavam – Este tipo fartou-se de comer, foi-se meter com uma menina e deu-lhe logo uma congestão…

A mulher está com o amante na cama quando o marido mete a chave à porta. “Depressa, Fernando, sai pela janela que é rés-do-chão”. “Assim despido? Está a chover e ainda apanho uma pneumonia!” “Salta já que ele está quase a chegar ao quarto e mata-nos….” O amante salta e, na rua, encontra um casal a fazer footing. Junta-se a eles correndo. O homem pergunta: “Você faz sempre footing assim despido?” “É verdade. Não suporto a roupa quando faço desporto” “E usa sempre preservativo?!” “Não, não! Só quando chove….”

Uma noviça de um convento de freiras do sul de Itália pediu autorização superior para fazer uma peregrinação a Roma. Propôs ir a pé e à boleia e regressar o mais depressa possível.
 A Madre superior, depois de reunir com as restantes membros da direção, conseguiu um parecer favorável, mas, 
a noviça só iria se, no regresso, se submetesse a um rigoroso exame de virgindade.
 A noviça foi posta ao corrente desta condição. Aceitou-a e meteu-se ao caminho.

Ao cabo de dez dias, quando regressou ao Convento, foi, então, sujeita ao tal exame de virgindade, que nada revelou!
 Diz a Madre Superior:

  • Estou muito contente, minha filha. Eu sempre temi as tentações do Demónio! Mas, diz-me uma coisa, nenhum desses homens que te deram boleias tentou abusar de ti?

Responde a noviça:

  • Quase todos, Madre! Mas lá diz o ditado: ”Quem tem boca vai a Roma”…

Uma engenheira de informática estava a ajudar um colega da empresa a configurar o computador e perguntou-lhe que password ele queria utilizar. O homem, tentando atrapalha-la, disse pénis. Ela, sem dizer uma palavra e sem se rir, introduziu a password. Quase que morria de riso quando o computador deu a resposta: PASSWORD REJEITADA: NÃO TEM TAMANHO SUFICIENTE

Espanha, Alemanha e Portugal. Na reunião: França: Nós descobrimos fios de cobre com mais de 1000 anos. O que significa que os nossos antepassados já tinham telefones. Espanha: Nós descobrimos fios de cobre com mais de 2000 anos. O que significa que os nossos antepassados já tinham telefones. Alemanha: Nós descobrimos fios de cobre com mais de 3000 anos. O que significa que os nossos antepassados já tinham telefones. Portugal: Nós não encontrá-mos fios de cobre de espécie nenhuma. O que significa que os nossos antepassados já tinham telemóveís