Que maravilha, meu filho!
Sim… Mas não me lembro onde.
Porquê o alentejano ficou duas horas a olhar fixamente para uma lata de sumo de laranja? Porque estava lá escrito “concentrado”.
Uma senhora pergunta a um rapaz porque é que não trabalha.
— Porquê? Porque não encontro trabalho.
— E a que atribui o facto de ninguém lhe dar trabalho?
— À sorte, minha senhora. À sorte.
— O meu trabalho mais difícil é sempre antes do almoço.
— Qual é?
— Levantar-me…
João visita o amigo António, que há quase um mês não vai à oficina:
— Venho da parte do chefe, perguntar-te o que é que tens para passar tantos dias na cama.
— Olha, João: diz ao chefe que até agora não tive nada, mas estou à espera da gripe.
— Foi naquela fábrica que sofri o maior desgosto da minha vida…
— Sim? Como foi?
— Entrei para pedir emprego… e deram-mo!
Qual é a melhor forma de caçar coelhos?
Esconder-se atrás duma árvore e imitar o grito da cenoura.
No manicómio, em celas separadas:
— Eu sou um enviado de Deus à Terra…
— Mentira… eu não enviei ninguém!
No hospício, um doido, sentado num banquinho, segura uma vara de pescar mergulhada num balde de água. O médico passa e pergunta:
— O que é que está a pescar?
— Otários, doutor.
— Já pegou algum?
— O senhor é o quinto!
Andava um maluco com uma escova de dentes amarrada por um cordel pelos corredores de um manicómio. Cruza-se com um enfermeiro que lhe diz:
— Então, pá? A passear o cão?
— O senhor enfermeiro, sinceramente! Não vê que isto é uma escova de dentes, não é um cão? Depois eu é que sou doido! — diz o maluco, e vai-se embora.
Passado um bocado, vira-se para trás e diz:
— Anda Bobby, que já conseguimos enganar mais um!
— Digam o que entendem por objecto transparente.
Levanta-se um maluco:
— É um objecto através do qual se pode ver!
— Muito bem! Dá-me um exemplo de um objecto trasnparente…
— O buraco da fechadura!
Um internado num manicómio queixava-se de ter um gato no estômago. Chorava e arranhava-se desesperadamente. Um dia teve um ataque de apendicite e o médico decidiu que era uma boa ocasião para simular a cura. Mandou buscar um gato preto e, quando o internado voltou a si, o cirurgião mostrou-lho e disse:
O internado olhou, agarrou-se ao estômago e gritou: