– E agora o que fazemos?
– Saltamos pela janela!
– Mas estamos no 13º andar!
– Este não é o momento para superstições!
Você sabe o porque de só 10% dos homens vão para o céu? Porque se fossem todos ia ser o inferno.
— E então você arrisca a vida, a liberdade, o futuro, só para roubar três notas de cem escudos da gaveta?
— O senhor doutor tem muita razão. Mas que quer?… não havia lá mais!
Um indivíduo que foi testemunha de um feroz assassinato, cometido na via pública, é interrogado pelo juiz:
— E porque não acudiu, ao ouvir os gritos da vítima?
— Porque… senhor juiz, mais vale ser cobarde por cinco minutos, que defunto por toda a vida!
No tribunal da Guarda.
O juiz ao réu: Qual a sua profissão?
O réu, com simplicidade: — Não tenho nenhuma. Ando por aí, a circular.
O juiz, para o escrivão: — Faça favor de tomar nota que este indivíduo é retirado da circulação por sessenta dias.
Um velho de setenta anos, ouvindo ler a sentença que o condenava a vinte anos de trabalhos forçados, exclamou comovido:
— Oh! Obrigado, senhor juiz, mil vezes obrigado. Eu não esperava viver tanto tempo!
Juiz: Tem alguma coisa a dizer, em matéria de circunstâncias atenuantes?
O réu: Sim, senhor juiz. Desejo que V. Ex. tome em consideração a mocidade e a inexperiência do meu advogado.
O juiz:
— Então o senhor abusou da confiança do seu patrão?
O réu:
— Não, senhor juiz. Eu não abusei, porque o meu patrão nunca teve confiança em mim.
Juiz: O réu é acusado de ter encontrado a vítima numa rua escura, tê-la agredido e roubado tudo excepto o relógio de ouro que tinha com ela. Tem alguma coisa a dizer?
Réu: Ele levava um relógio de ouro, senhor doutor juiz?
Juiz: Pois levava.
Réu: Então, eu alego alienação mental.
No tribunal:
— Acusado, escolha entre as duas penas — ou dois dias de prisão, ou 100 euros.
O réu, muito ligeiro, estendendo a mão:
— Aceito os 100 Euros.
— Vai absolvido. O tribunal não provou a acusação de bigamia. Pode ir ter com a sua mulher.
— Qual?