Actualizações recentes

Um passeante à beira de um lago vê um homem a espetar no chão, à volta de sua casa, bandeirinhas aos quadrados pretos e brancos. Pergunta:
— O senhor desculpe, não quero ser indiscreto… mas pode dizer-me porque está a fazer isso?
— Estou a pôr estas bandeiras para impedir as girafas de entrarem no meu espaço.
— Girafas? Mas nunca se viram girafas por aqui?!
— Claro que não, porque eu pus as bandeirinhas.

Numa reunião da Cooperativa Alentejana…

- Compadres, este ano vamos comprar uma máquina nova para apanhar azeitonas, que faz tudo sozinha, 
ela recolhe as azeitonas das árvores, separa as folhas e ramos partidos e até retira os caroços. 
Vamos aumentar imenso a nossa produtividade e poupar muito na mão-de-obra.

– Isso parece realmente muito bom, compadre, mas diga-me lá, essa máquina também faz SEXO?

– SEXO? Oh compadre, claro que nãoooo…

– Antão deixe-se lá dessas modernices, oh compadre, e mande vir as moças do ano passado!

O papagaio fugiu ao dono, e empoleirou-se numa árvore difícil de trepar. Junta-se gente (em Lisboa é sempre assim, por qualquer coisinha), mas só um indivíduo, meio doido, se sente capaz de subir até onde está o pássaro. Perante a expectativa, subiu, rasgou-se, esteve junto do papagaio, tocou-lhe, desceu tranquilamente e ia a afastar-se quando o dono da ave lhe pergunta, de mau humor:

  • Porque é que você não apanhou o papagaio, seu homem?
  • Está verde.

Um sujeito foi um dia visitar um hospital de doidos.
Andando a passear na cerca, encontrou um doente com quem travou conversa:
— Então, diga-me, porque veio para o hospital?
O doente respondeu:
— Olhe, meu senhor, casei com uma viúva que tinha uma filha já crescida; o meu pai casou com a minha enteada e isso fez que à minha mulher ficasse sendo sogra do seu sogro e o meu pai meu enteado; depois a minha madrasta (e filha de minha mulher) teve um filho, e essa criatura, está bem de ver, era meu irmão, porque era filho do meu pai, mas era também filho da filha de minha mulher, e portanto a minha madrasta ficou sendo irmã do meu filho e também sua avó, porque ele era filho do seu enteado, e o meu pai cunhado do meu filho, porque a irmã dele era a minha mulher e eu sou irmão do meu próprio filho que também é filho da minha avó; eu sou cunhado da minha madastra e minha mulher é tia do seu e meu próprio filho; meu filho é sobrinho do meu pai e eu sou avô de mim mesmo.
Aqui tem a razão por que eu aqui estou…

No manicómio um internado entrega a outro a lista dos telefones.
— É para tu apreciares, quando puderes. É um romance que eu escrevi. Depois dás-me a tua opinião.
— Já li. Levei a noite inteira com isso. Não acho desengraçado. Mas, se não te parece mal a minha opinião, o único defeito é ter personagens a mais.

Certa vez iam três malucos pela Avenida da República abaixo; quando chegaram ao Marquês de Pombal, um deles disse para irem empurrar a estátua. Os outros concordaram e lá começaram a empurrar. Tanto empurraram, que já estavam cheios de calor e resolveram despir os casacos. Despiram-nos e puseram-nos à beira do passeio. Passou por lá um sujeito e tirou-lhos. Claro que eles estavam todos entretidos a empurrar a estátua, e nem deram por isso.
Ao fim de uma hora de estarem a empurrar, um deles diz:
— Ó pá, isto parece que não anda!
— Anda, sim senhor; eu já nem vejo os casacos!