Os Amigos e as Ocasiões
— Os amigos conhecem-se nas ocasiões!
— É, é. Nas ocasiões em que não precisamos deles. Quando precisamos, são eles que não nos conhecem.
— Paciência, meu amigo. Honra e proveito não cabem no mesmo saco.
— Pois não. Por isso eu quero o proveito. A honra pode ficar em qualquer parte, que ninguém a cobiça. Toda a gente está farta de inutilidades…
Caminha em direcção do seu automóvel, um BMW novíssimo e, com a chave, tenta abrir a porta mas o seu estado alcoólico não o permite.
Quando se baixa um pouco para se aproximar da fechadura acaba por cair e ficar sentada de pernas abertas ao lado da porta.
Desesperada com a situação, olha para baixo e reparando que não tem cuecas começa a falar com a sua própria vagina:
- Tu pagaste o carro… tu pagaste as jóias… tu dás-me tanto dinheiro…. tu permites que escolha o homem que me apetecer… tu pagas a casa que comprei… tu…
De repente começa a urinar-se e diz:
– Não precisas de chorar que eu não estou zangada contigo !
— Paizinho: — O que é a experiência?
— A experiência é uma coisa que os homens acham quando já perderam tudo, e já não lhes serva para nada…
Um grego e um veneziano questionavam acerca da excelência das suas nações. O grego, para provar que a sua excedia todas as outras, dizia que era da Grécia que todos os sábios e filósofos tinham saído.
— Isso é verdade — disse o veneziano —, e é por isso que agora já aí os não há!
– O meu marido trata-me como se eu fosse um cão.
– Maltrata-a, bate-lhe?
– Não, quer que eu lhe seja fiel…
A filha pede um vestido novo ao pai.
— Papá: há seis meses que o meu namorado me vê sempre com o mesmo vestido. Tenha paciência mas tem que me dar dinheiro para outro.
— Ó filha, não pode ser. Sai muito mais barato mudares de namorado.
— Joãozinho, porque estás a chorar? O rapaz responde a soluçar:
— O paizinho deu com o martelo num dedo!
A mãe responde:
— O filho, não devias chorar por causa disso. Devias era rir!
O Joãozinho desata em novo pranto:
— Foi o que eu fiz, mamã!
— Podias-me emprestar 500 euros?
— Não. Não tenho aqui.
— E lá em casa?
— Lá em casa estão todos bem, muito obrigado.
No psiquiatra:
— Diga-me: foi soldado?
— Não, sr. doutor; sou feito duma só peça.
– Tás a ver? Quando tu queres, eu levanto-me!
O freguês, à empregada:
— Quero comprar um presente para uma pequena.
— Tenho umas lindas meias de «nylon». Quer vê-las?
— Sim, é claro… Mas primeiro vamos tratar do presente…
A senhora, na chapelaria:
— Tem chapéus para meninos, de palha?
— Não, minha senhora.
— Mas eu estou a vê-los, ali.
— Então… traga cá os meninos de palha.
– Não te cheira a cenoura?!
— A senhora quer levar o insecticida?
— Pois claro. Ou queria que mandasse cá os insectos?
Um Alentejano queria livrar-se dum gato. Levou-o até uma esquina distante e voltou para a casa. Quando chegou a casa, o gato já lá estava. Levou-o novamente, agora para mais longe. No regresso encontrou o gato novamente em casa. Fez isso mais umas três vezes e o gato voltava sempre para casa. Furioso pensou: “Vou lixar este gato!” Pôs-lhe uma venda nos olhos, amarrou-o dentro de um saco e colocou-o na mala do carro. Subiu a serra mais distante, entrou e saiu de diversas estradinhas, deu mil voltas… e acabou por soltar gato no meio do mato. Passados uns dois dias, o alentejano liga para casa. – Tá, Maria? O gato já chegou? – Sim… – Ainda bem, deixa-me falar com ele porque eu estou perdido…