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Uma multinacional japonesa recebeu um engenheiro japonês no Brasil para ensinar os seus funcionários, passados alguns dias o japonês chegou para o presidente da empresa e reclamou:
– Japonês muito chateado com brasileiros né!
– Mas porquê , o que aconteceu?
– Japonês não gostou do apelido que corocaram né!
– Mas que apelido foi esse?
– Brasileiros chama japonês de hemorroida?
– Mas isso é uma vergonha, e convoca os funcionarios para uma reunião.
– Vocês não tem vergonha de fazer uma coisa dessas chamar esse senhor de hemorroida, eu não quero mais ouvir isso aqui de hoje em diante chamem-no pelo nome, aliás como é mesmo seu nome?
– SAI SANG DU KU

— Um cigarro? — diz o homem, desejando meter conversa com o companheiro de viagem.
— Obrigado. Não fumo. — responde o outro —. Fumei uma vez, e chegou-me.
Há um bocado de silêncio.
— Vai um uísque? — insiste o primeiro.
— Não. Obrigado. Bebi álcool uma única vez, e não quero voltar a beber.
Passa-se um quarto de hora, e o primeiro, insistindo em meter conversa, pergunta:
— Não quer que lhe arranje um jornal, para se entreter?
— Não. Obrigado. Li um jornal uma única vez na minha vida, e não torno a fazê-lo.
O homem que queria conversar, desiste. Mas, pouco depois, é o outro que lhe diz com amabilidade:
— O senhor é muito simpático. Gostaria de ter ocasião de lhe apresentar a minha filha.
— Filha única, certamente — remata o outro.

O caipira chega e pede ao vizinho:
– Cumpade, você pode me emprestar o seu burro pra eu terminar de arar minha plantação?
– Agora num posso cumpade, meu burro tá pastando.
Mas, no mesmo instante, o burro relincha lá na cocheira.
– Que vergonha, cumpade! Seu burro acaba de relinchar lá na cocheira!
O outro responde, todo ofendido:
– E ocê acredita mais na palavra dele do que na minha?
Uma mulher bela e elegante sai de um bar com uma enorme bebedeira.

Caminha em direcção do seu automóvel, um BMW novíssimo e, com a chave, tenta abrir a porta mas o seu estado alcoólico não o permite.

Quando se baixa um pouco para se aproximar da fechadura acaba por cair e ficar sentada de pernas abertas ao lado da porta.

Desesperada com a situação, olha para baixo e reparando que não tem cuecas começa a falar com a sua própria vagina:


- Tu pagaste o carro… tu pagaste as jóias… tu dás-me tanto dinheiro…. tu permites que escolha o homem que me apetecer… tu pagas a casa que comprei… tu…


De repente começa a urinar-se e diz:


– Não precisas de chorar que eu não estou zangada contigo !