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Na Boa-Hora, no 3.° Distrito Criminal, é julgado um rapaz de 16 anos, que já conta no seu activo nada mais nada menos de vinte e quatro prisões.
O juiz, repreensivo, antes de ler a sentença:
— Eu não lhe disse, a última vez que se apresentou diante de mim, que não queria tornar a vê-lo?
O réu, justificando-se:
— Disse, sim, senhor juiz. Mas por mais que eu o repetisse aos polícias que me prenderam, nenhum me quis acreditar…

Muito contrariado, o pai do Joãozinho leva-o à psicóloga, por imposição da professora que insistia em dizer que o rapaz era obcecado por sexo.


Já na consulta, a psicóloga pega numa folha de papel em branco, desenha duas rectas paralelas e pergunta ao Joãozinho:

– O que te faz lembrar esse desenho, Joãozinho?

– É um casal a fazer 69!


A médica, noutra folha de papel, desenha um triângulo.

– E agora? – pergunta ela.

– São dois homens a fazer sexo com a mesma mulher!


A psicóloga chama o pai do Joãozinho a um canto e comenta:

– Realmente, o seu filho tem uma obsessão por sexo… Eu mostrei-lhe estes desenhos e ele disse…

– Ele tem obsessão por sexo? – Interrompe o pai.
 Quem foi que desenhou essa pouca vergonha toda?
A secretária percebe que a braguilha do chefe (que não usava cueca) está aberta. Para não parecer mal-educada, avisa-o de forma sutil:
– Doutor Carlos, o senhor esqueceu a porta da sua garagem aberta.
Ele fechou rapidamente o zíper e, apreciando a criatividade da moça, perguntou cheio de malícia:
– Dona Ana, por acaso a senhora viu a minha Ferrari vermelha?
– Não, senhor. Tudo o que eu vi foi um fusquinha antigo e desbotado, com os dois pneus traseiros totalmente despejados…