Depois de terem operado um elefante, diz um dos veterinários a outro:
- Não deixamos nada lá dentro, pois não?
- Não… mas… onde é que está a enfermeira?
Depois de terem operado um elefante, diz um dos veterinários a outro:
A enfermeira atende o telefone e do outro lado perguntam:
Quando a enfermeira-chefe mostrava as dependências do hospital às enfermeiras recém-ohegadas, parou diante duma enfermaria, apontou com o dedo e preveniu:
— Cautela! Esta é a sala mais perigosa de todas.
— Porque é a dos doentes contagiosos? — perguntou uma das moças.
— Nada disso. Aqui estão os doente quase curados. Por isso, para vocês são os mais perigosos…
Joana: Sempre gostava de saber no que falam os homens quando estão uns com os outros…
Maria: Ora!… Naturalmente no mesmo que nós.
Joana: Não me admiro nada. São todos uns patifes…
O «gajo» vira-se para a «gaja»:
— Vou-te chamar Eva porque foste a primeira…
Ela:
— Vou-te chamar Peugeot, porque foste o número trezentos e sete…
O inveterado conquistador levou uma rapariga a uma importante loja, na sexta-feira à tarde, para a presentear com um casaco de peles. Pediu o melhor. Recusou um casaco de pele de raposa, de mil euros, por não achá-lo bastante bom. Outros casacos foram exibidos e os preços iam subindo, subindo, até chegar a um casaco de vison de vinte mil euros, que lhe agradou. A jovem quase desmaiou e, naturalmente, tornou-se muito amorosa.
Ele, então, virou-se para o vendedor que os atendia e disse:
— Sem dúvida, o senhor há-de querer verificar se o meu cheque tem cobertura. Como já é tarde, sugiro que verifique com o meu banco na segunda-feira de manhã. Passarei depois para levar o casaco.
Na segunda-feira, a loja fez a verificação com o banco e constatou que o crédito do cavalheiro não podia ser pior. Logo depois, entrou o homem. Quando o vendedor começou a explicar-lhe que não tinha crédito no banco, ele sorriu e disse:
— Disso eu sabia. Eu vim apenas agradecer-lhe o esplêndido fim-de-semana que passei.
– Mamã, que são anjos? – Gente que vive no céu. – Então a empregada também vive no céu? – Porque per- guntas isso, meu filho? – Porque já tenho ouvido o pai a chamar-lhe “meu anjo”.
Internada numa casa de saúde, para se submeter a um completo check-up, uma moreninha bonita não se admirou quando um rapaz vestido de branco entrou no quarto, tirou-lhe o lençol que a cobria e olhou-a durante alguns minutos, da cabeça aos pés. Abanando a cabeça, retirou-se. Pouco depois, voltou. Descobriu-a novamente e a examinou detidamente durante algum tempo, voltando a sair. Na terceira vez, a morena, já bastante intrigada, perguntou exasperada: — Afinal, estou aqui para ser observada ou examinada?
O rapaz de branco respondeu, impávido:
— Nem desconfio. Eu ando a pintar o corredor aí fora.
Quantos alentejanos é preciso para fazer um outro pequenino?
5! 1 vai para cima da alentejana e os outros 4 abanão com a cama!
Ele:
— Poderíamos experimentar viver maritalmente algum tempo e, então, se verificarmos que fizemos um erro, separamo-nos.
Ela:
— Sim, mas o que fazemos com o erro?
Ela:
— Disse uma série de disparates ao Fernando ontem à noite!
A amiga:
— Sim?
Ela:
— Esse foi um deles!
– Olha que chorar torna os meninos muito feios!, observou uma senhora à criança choramingona. Então ela, fixando bem a mulher: – A senhora deve ter chorado muito…
A jovem contava as suas aventuras da noite anterior.
— Ele levou-me até ao seu apartamento e mostrou-me um armário onde estavam, pelo menos, quinze casacos de peles. E sabem a melhor? Ofereceu-me um deles!
— E você o que teve de fazer? — perguntou um dos ouvintes.
— Apenas lhe encurtei as mangas.
Uma amiga conta a outra:
— No ano passado, uma cartomante disse à minha filha que ela conheceria um rapaz com quem casaria e de quem teria dois gémeos.
— E aconteceu?
— Tudo, menos o casamento.
— Tens um lindo medalhão — diz uma mulher à amiga.
— Pus lá dentro uma mecha do cabelo do meu pobre marido.
— Meu Deus, não sabia que ele tinha morrido!
— Não morreu, não. Ficou careca.
Uma mulher deu à luz três gémeos. A melhor amiga dá-lhe on parabéns.
— Sabes, o médico disse-me que isto só acontece uma vez em duzentas mil.
Impressionada, a amiga responde:
— Ah… não quero ser curiosa… mas diz-me lá: quando é que tratavas da casa?
Responder