Actualizações recentes

Às três da manhã, o telefone toca em casa de um médico.
— Está — ouve-se uma voz angustiada. — É Durand quem está ao telefone; sabe quem é, não sabe, doutor? É o seu fiel cliente Durand!…
— Sim, sim… E o que houve?
— Calcule, doutor, que estou em minha casa com um enorme grupo de amigos; passou-se uma bela noite — festejávamos o meu aniversário —, mas o estado de saúde de um dos meus amigos inquieta-me bastante. Ele não está bom…
— E o que vê: elefantes, ou outros animais do mesmo género?
— Não, não! E aí é que está o drama: a sala está cheia de elefantes cor-de-rosa e ele afirma que não vê um único!…

Dois casais, um de brasileiros e outro de angolanos, estavam a jogar cartas e uma carta caiu debaixo da mesa. 
O angolano baixou-se para apanhar a carta e deu uma olhada na boazona da mulher do brasuca por momentos.
Ela estava sem cueca. Alguns minutos depois o mangolé, a transpirar, levantou-se para beber água e a mulher do brasileiro disfarçou e foi atrás dele. Chegando à cozinha ela perguntou:


– E aí? O que achou?


- Maravilhoso – respondeu o mangolé.


– Qualquer 1.000 dólares e a gente conversa – disparou a brasileira safada e oportunista, porém gostosa.


- Tudo bem, é só dizer quando!


– Amanhã à tarde o meu marido não estará em casa  e você  pode ir lá.


– Combinado!


No outro dia à tarde, o angolano chegou na hora marcada, pagou os 1.000 duras e comeu a mulher do brasileiro.

Serviço completo. 

No fim da tarde, o brasileiro chega do trabalho e pergunta à mulher:


– O angolano esteve aqui hoje à tarde?


– Sim, respondeu a mulher assustada.


– Deixou 1.000 dólares?


- Sim, respondeu a mulher, completamente apavorada.


- Ufa! Que alívio.

Aquele mbumbo filho da puta esteve no meu escritório pela manhã, me pediu 1.000$  emprestados e disse que passava aqui hoje à tarde sem falta para me pagar.

— Caro senhor, eu sou o melhor psiquiatra do país e, por isso, também o mais caro. A minha consulta custa duzentos euros. Por esta quantia, o senhor pode fazer-me duas perguntas.
— Duzentos euros e duas perguntas só?! — diz o doente.
— O senhor não acha que é um bocado caro, doutor?
— Talvez… talvez… Qual é a sua segunda pergunta?

Uma mulher belíssima vai ao psiquiatra:
— Doutor, preciso da sua ajuda. Todas as vezes que saio com um rapaz, logo no primeiro encontro vou para a cama com ele. É uma coisa incontrolável, não consigo resistir! No dia seguinte, fico deprimida e com um sentimento de culpa
enorme.
— Já sei! Quer livrar-se dessa compulsão, fortalecer o seu carácter e controlar melhor a sua vontade, não é?
— Não, não é nada disso! Eu quero apenas que o senhor me ensine como é que faço para não ficar deprimida depois!

Um cliente da Vodafone telefona desesperado para o Serviço de apoio a
Clientes, pois não está a conseguir fazer chamadas do seu telemóvel.
Pergunta o funcionário da Vodafone:
– Qual é o modelo do seu telemóvel?
– É um Samisungui.
O funcionário:
– Existem vários modelos da Samsung, podia dizer-me como é o
telemóvel, para ajudar?!
– É piquinino, abre e fecha e tem antena que estica…
O funcionário, por aquela descrição fica na mesma…
Nisto pergunta:
– É preto?!
– SOU.

Um taxista alentejano vem a Lisboa e vê uma rapariga muito gira a pedir boleia. Pára ao pé dela e abre a janela do lado do pendura. Mete conversa. A moça mete a cabeça dentro do carro, ele fecha a janela e a pobre fica com a cabeça entalada. Ele sai do carro, vai por detrás dela e abusa da jovem. Volta para o carro e comenta sobranceiro: – Nós, os taxistas alentejanos, somos muito espertos, não somos? Responde a jovem: – São sim senhor. Mas nós, os travestis de Lisboa, ainda somos mais.

Uma senhora velhinha vai ao médico e diz:
— Doutor, eu tenho um problema com os gases, mas realmente não me aborrece muito. Eles nunca cheiram e são sempre silenciosos. Vou dar-lhe um exemplo concreto: eu soltei «gases» vinte vezes, pelo menos, desde que entrei no seu consultório. Aposto que o senhor não sabia que eu estava a soltar tantos gases, porque não cheiram e são silenciosos. O médico diz:
— Sim, sim… Leve estas pílulas e volte cá na semana que vem.
Na semana seguinte, a senhora regressa:
— Doutor — diz ela —, não sei que remédio me deu, mas agora os meus gases, embora ainda silenciosos, cheiram terrivelmente. O médico diz:
— Bom, agora que curámos a sua sinusite, vamos cuidar do seu ouvido.