Conversa entre dois velhinhos:
- Compadre do que é que gosta mais do Natal ou de sexo?
- De sexo, é claro! Que pergunta mais estúpida! O Natal existe o ano todo, enjoa!
Conversa entre dois velhinhos:
No Consultório da Vidente
— Sinto dizer-lhe, mas dentro de pouco tempo vai usar o véu das viúvas. O seu marido morrerá de morte violenta.
— E serei absolvida? — pergunta a senhora, rapidamente.
O que queres de prenda de Natal? – pergunta a mãe à filha de sete anos.
Três mulheres foram presas nos U.S.A: Uma Ruiva, Uma Morena e uma Loira e foram condenadas a morte. no dia da execução a morena e ruiva combinaram de fugir, e quando o carrasco coloca seu pelotão par a execução.
A Ruiva é preparada para a execução e o carrasco grita preparar apontar. A ruiva grita Tempestade, e os fuzileiros olham para o lado e a ruiva foge.
É a vez da morena. O carrasco grita preparar apontar. A morena grita água. Os fuzileiros olham para o lado e a morena foge enfim chega a vez da loura o carrasco grita preparar apontar e a loira grita FOGO!!!!
Farto de procurar emprego, um engenheiro recém-formado vai a uma companhia de circo. O empresário diz que a única ocupação que lhe pode dar é a de fazer um papel de urso, vestindo a respectiva pele e equilibrando-se numa corda bamba. O rapaz aceitou e, depois de alguns treinos, fez a estreia. Mas, para seu espanto, a corda é colocada sobre uma jaula com vários leões. Tremendo de medo, o «urso» propõe-se fazer a travessia, mas os nervos atraiçoaram-no. Em plena queda, o rapaz dá berros estridentes, parecendo-lhe que já sentia no corpo as garras e os dentes dos leõezinhos que olhavam, aguardando a chegada da vítima.
Mas, ao cair no meio deles, ouviu, com grande espanto, uma voz que dizia:
— Não te assustes, pá! Não grites. Isto aqui é tudo malta do Técnico!
Sabem porque é que as árvores de Natal têm um anjinho em cima?
É uma longa historia …
Na véspera de um destes Natais, o Pai Natal estava muito aflito porque ainda não tinha embrulhado as prendas todas, tinha uma rena coxa e outra constipada.
Desesperado foi beber um copo, chega à adega e não havia nada.
Voltou à cozinha para comer alguma coisa e os ratos tinham comido tudo.
Para alegrar-lhe a vida, a mulher avisou-o que a sogra ia passar o Natal com eles.
No meio do desespero, tocam-lhe à porta.
Com a pressa de abrir a porta, tropeça e amassa a cara toda, começando a sangrar.
Abre a porta neste lindo estado e aparece-lhe um anjinho dizendo com uma voz angelical:
— Que malcriado aquele condutor do autocarro!
— O que é que ele te fez?
— Imagina tu! Quando me levantei para sair, gritou: «Há dois lugares vagos!
No eléctrico. A senhora, para o guarda-freio.
— Faz-me favor, pára naquela paragenzinha.
O guarda-freio:
— Minha senhora, ali é uma paragem zona.
Eram dois irmãos, um pessimista e um optimista. No Natal receberam as prendas.
O pessimista uma bicicleta. O optimista recebeu uma bosta de cavalo numa caixinha. Diz o pessimista:
— Dê-me um selo. Depressa. Tenho de ir apanhar o comboio.
— Então — diz calmamente o funcionário —, o senhor deve dirigir-se a uma estação de caminho-de-ferro e não a uma estação de correios.
No comboio, um passageiro discute com o revisor: Outro passageiro tenta acalmá-lo:
— Não se exalte, não vale a pena. Olhe que por causa duma arrelia já vi um homem ir desta para a melhor…
— Não tem importância — diz o outro, que continua exaltado —, eu tenho bilhete de ida e volta.
O cliente, ao deixar o hotel, diz ao gerente:
— É a última vez que ponho os pés no seu estabelecimento!
— Oh! Meu Deus! O que é que não está bem no serviço?
— Nunca encontrei papel higiénico na casa de banho!
— Mas, meu caro senhor, foi uma deficiência da nossa parte. O cliente pode e deve sempre reclamar. O senhor tem língua, não é verdade?
— Tenho língua, sim. Mas não sou contorcionista.
O homem, no céu, conversava com Deus:
O sábio distraído, vai à rua comprar cigarros e deixa um papel na porta:
«Saído por um instantes. Volto já». Regressa, sobe a escada, lê o papel, senta-se no patamar e diz: Espero um pouco. Oxalá que não demore.
O professor, celibatário e distraído, costumava sentar o cão ao lado dele, à mesa, e ir-lhe dando uma migalha, de vez em quando. Certa vez que comia em casa de pessoas amigas, a dona da casa tocou-lhe no braço, para lhe chamar a atenção.
Distraidamente, o professor tira um osso do prato e, sem voltar a cabeça, estende-lhe o osso, dizendo:
— Não me maces. Pega lá e vai roê-lo para cima do capacho.
Era para cada um levar alguma coisa para o lanche; uns levaram refrigerantes, outros salgados, outros doces…
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