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Um alemão, procurando orientação sobre o caminho, pára o seu carro ao
lado de outro com dois alentejanos dentro. O alemão pergunta:
– Entschuldigung, können sie Deutsch sprechen?
Os dois alentejanos ficaram mudos.
– Excusez-moi, parlez vous français? – Tentou.
Os dois continuaram a olhar para ele impávidos e serenos.
– Prego signori, parlate italiano? – Nada por parte dos alentejanos.
– Hablan ustedes español? – Nenhuma resposta.
– Please, do you speak english? – Nada.
Angustiado, o alemão desiste e vai-se embora.
Um dos alentejanos vira-se para o outro e diz:
– Talvez devêssemos aprender uma língua estrangeira…
– Mas pra quê, compadre? Aquele idiota sabia cinco… e adiantou-lhe alguma coisa??!

Uma loura com as orelhas vermelhas vai ao médico, que lhe pergunta o que aconteceu.
— Estava a passar uma blusa a ferro quando o telefone tocou — explica —, mas, em vez de pegar no auscultador, distraí-me e encostei o ferro à orelha.
Incrédulo, o médico exclama:
— Valha-me Deus! Mas então o que aconteceu à outra orelha?
— O filho da mãe voltou a ligar!

A loura foi ao médico porque queria perder uns quilinhos. O doutor dá-lhe uma dieta infalível:
— Você segue este regime por um dia e salta dois, depois reinicia e salta mais dois dias. Garanto que em quinze dias você perde pelo menos cinco quilos — disse o doutor.
Quinze dias depois volta a loura ao consultório, quinze quilos mais magra.
— Vejo que seguiu o regime à risca! — diz o médico, espantado.
— É, doutor, mas quase morri!
— De fome?
— Não! De tanto saltar.

Uma loura entra num Boeing 747 com bilhete da classe económica e senta-se nos lugares da classe executiva.
A hospedeira diz-lhe que tem de se sentar na parte de trás do avião, ao que a loira responde:
— Deve haver algum engano porque eu sou superloura, superinteligente e vou para as Caraíbas.
A hospedeira percebe que não consegue resolver o caso e chama o comandante. Este diz à loura que se sente na parte de trás do avião, que são os lugares da classe económica. Ela responde:
— Deve haver algum engano porque eu sou superloura, superinteligente e vou para as Caraíbas.
O comandante diz-lhe então umas palavras ao ouvido, a loura levanta-se e dirige-se para os últimos lugares do avião. A hospedeira, curiosa, pergunta ao comandante:
— O que é que lhe disse?
O comandante responde:
— Disse-lhe que esta parte do avião não vai para as Caraíbas.

Uma loura foi ao shopping comprar um par de sapatos de crocodilo legítimo e o vendedor da loja logo informou o preço:
— Mil euros!
— O quê? Não é possível… Não há outro modo de eu conseguir um par de sapatos de crocodilo legítimo? — disse ela.
— É, acho que há… — disse o vendedor, enchendo a loura de esperanças. — Eu conheço um parque aqui perto que tem alguns crocodilos… A senhora pode ir até lá caçar um deles e providenciar os seus próprios sapatos!
A loura concordou e disse que iria até o parque caçar os crocodilos. No início, o empregado não acreditou, mas resolveu ir ao parque verificar se ela estava por lá. Quando chegou, viu a loura, dentro do pântano, dar um tiro num crocodilo enorme e arrastá-lo até a margem, onde estava mais ou menos uma dúzia de crocodilos mortos. O homem fica espantado. Quando ela, com muita dificuldade, tira o crocodilo morto da água, exclama:
— Mas que chatice! Mais um sem sapatos.

O doutor advogado casou-se com uma senhora que já havia sido casada 12 vezes. Em plena noite de núpcias, a noiva disse: -Por favor, meu amor, seja gentil. Ainda sou virgem.
Assustado, já que ela tinha sido casada 12 vezes, o advogado pediu a ela que explicasse essa história. E ela respondeu:
-Meu primeiro marido era Representante de Vendas e passava o tempo todo dizendo de falando de maneira eloqüente: “Isso vai ser fantástico para você!”·
-Meu segundo marido era do Apoio de Software. Ele nunca tinha certeza como funcionava mas vivia prometendo mandar alguém dar uma olhada.
-Meu terceiro marido era Técnico. Depois de dar uma olhada, ele disse que as pecas estavam todas perfeitas mas que o sistema não funcionava.
-Meu quarto marido era de Serviços Educacionais. Ele sempre dizia: “Quem sabe faz. Quem não sabe vai dar aula”.
-Meu quinto marido era do Departamento de Telemarketing. Ele dizia que tinha os pedidos mas não sabia quando ia poder entregar o produto.
-Meu sexto marido era Engenheiro. Ele dizia que compreendia o procedimento básico, mas que precisava de três anos para pesquisar, implementar e criar um método revolucionário.
-Meu sétimo marido era Servidor Publico. Ele dizia que compreendia perfeitamente como era, mas que não tinha certeza se era da competência dele.
-Meu oitavo marido era de Normas e Procedimentos. Ele dizia que o procedimento estava correto, mas que ele desconhecia qualquer norma a respeito.
-Meu nono marido era Gerente de Marketing. Ele dizia que sabia que tinha o produto mas não sabia como utiliza-lo.
-Meu décimo marido era psiquiatra. Ele só queria conversar sobre sexo.
-Meu décimo primeiro marido era ginecologista. Não queria misturar trabalho com lazer.
-Meu décimo segundo marido era colecionador de selos. Ele só queria lamber.
-Por isso agora estou casando com um advogado, porque eu tenho certeza que ele vai me foder!
Querido Deus, 

Até agora o meu dia foi bom:

- Não fiz fofoca;
– Não perdi a paciência;
– Não fui sarcástica, rabugenta, chata nem irónica;
– Não reclamei;
– Não praguejei;
– Não gritei;

- Não tive ataques de ciúmes;

- Não comi chocolate;

- Também não fiz débitos no meu cartão de crédito; 


Mas peço a sua proteção, Senhor, pois estou para me levantar da cama a qualquer momento! 

AMÉN!!!!!

O pai de uma loura morreu e uma sua amiga foi chamada para ajudar a cuidar dos preparativos:
— O teu pai não pode ser enterrado com esta roupa. Vai-lhe comprar um fato.
— Amiga, eu não tenho dinheiro!
— Não tem importância. Eu pago.
E lá foi a loura em busca de um fato para enterrar o seu progenitor.
Feito isto, e após o enterro, procurou a amiga.
— Preciso de dinheiro para pagar o fato.
— Quanto é? — perguntou a amiga.
— Duzentos euros.
Ela deu-lhe o dinheiro como prometera. Passou um mês e a loura procurou-a novamente.
— Preciso de dinheiro para pagar o fato.
— Quanto é?
— Duzentos euros.
Por ter prometido, a outra não questionou e deu-lhe a massa. Mais um mês se foi e a loura voltou a procurar a amiga.
— Preciso de dinheiro para pagar o fato.
— Espera aí, em quantas prestações compraste esse fato?
— Nenhuma… é que o fato era muito caro e eu, em vez de o comprar, aluguei-o…

Numa excursão de louras e morenas, na parte de baixo de um autocarro de dois andares vão as morenas, na maior galhofa. Na parte de cima, as louras, muito caladinhas, cheias de medo. As morenas estranham e uma delas sobe ao andar de cima e vê as louras com um ar assustadíssimo, quase brancas que nem papel e agarradas às cadeiras! Pergunta a morena:
— O que se passa com vocês? Lá em baixo vamos todas divertidas!
Ao que uma das louras responde:
— Pois é… mas lá em baixo vocês têm motorista!