O inveterado conquistador levou uma rapariga a uma importante loja, na sexta-feira à tarde, para a presentear com um casaco de peles. Pediu o melhor. Recusou um casaco de pele de raposa, de mil euros, por não achá-lo bastante bom. Outros casacos foram exibidos e os preços iam subindo, subindo, até chegar a um casaco de vison de vinte mil euros, que lhe agradou. A jovem quase desmaiou e, naturalmente, tornou-se muito amorosa.
Ele, então, virou-se para o vendedor que os atendia e disse:
— Sem dúvida, o senhor há-de querer verificar se o meu cheque tem cobertura. Como já é tarde, sugiro que verifique com o meu banco na segunda-feira de manhã. Passarei depois para levar o casaco.
Na segunda-feira, a loja fez a verificação com o banco e constatou que o crédito do cavalheiro não podia ser pior. Logo depois, entrou o homem. Quando o vendedor começou a explicar-lhe que não tinha crédito no banco, ele sorriu e disse:
— Disso eu sabia. Eu vim apenas agradecer-lhe o esplêndido fim-de-semana que passei.
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Anedota
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Anedota
– Mamã, que são anjos? – Gente que vive no céu. – Então a empregada também vive no céu? – Porque per- guntas isso, meu filho? – Porque já tenho ouvido o pai a chamar-lhe “meu anjo”.
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Anedota
Internada numa casa de saúde, para se submeter a um completo check-up, uma moreninha bonita não se admirou quando um rapaz vestido de branco entrou no quarto, tirou-lhe o lençol que a cobria e olhou-a durante alguns minutos, da cabeça aos pés. Abanando a cabeça, retirou-se. Pouco depois, voltou. Descobriu-a novamente e a examinou detidamente durante algum tempo, voltando a sair. Na terceira vez, a morena, já bastante intrigada, perguntou exasperada: — Afinal, estou aqui para ser observada ou examinada?
O rapaz de branco respondeu, impávido:
— Nem desconfio. Eu ando a pintar o corredor aí fora. -
Anedota
Quantos alentejanos é preciso para fazer um outro pequenino?
5! 1 vai para cima da alentejana e os outros 4 abanão com a cama!
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Anedota
Ele:
— Poderíamos experimentar viver maritalmente algum tempo e, então, se verificarmos que fizemos um erro, separamo-nos.
Ela:
— Sim, mas o que fazemos com o erro? -
Anedota
Ela:
— Disse uma série de disparates ao Fernando ontem à noite!
A amiga:
— Sim?
Ela:
— Esse foi um deles! -
Anedota
– Olha que chorar torna os meninos muito feios!, observou uma senhora à criança choramingona. Então ela, fixando bem a mulher: – A senhora deve ter chorado muito…
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Anedota
A jovem contava as suas aventuras da noite anterior.
— Ele levou-me até ao seu apartamento e mostrou-me um armário onde estavam, pelo menos, quinze casacos de peles. E sabem a melhor? Ofereceu-me um deles!
— E você o que teve de fazer? — perguntou um dos ouvintes.
— Apenas lhe encurtei as mangas. -
Anedota
Uma amiga conta a outra:
— No ano passado, uma cartomante disse à minha filha que ela conheceria um rapaz com quem casaria e de quem teria dois gémeos.
— E aconteceu?
— Tudo, menos o casamento. -
Anedota
— Tens um lindo medalhão — diz uma mulher à amiga.
— Pus lá dentro uma mecha do cabelo do meu pobre marido.
— Meu Deus, não sabia que ele tinha morrido!
— Não morreu, não. Ficou careca. -
Anedota
Uma mulher deu à luz três gémeos. A melhor amiga dá-lhe on parabéns.
— Sabes, o médico disse-me que isto só acontece uma vez em duzentas mil.
Impressionada, a amiga responde:
— Ah… não quero ser curiosa… mas diz-me lá: quando é que tratavas da casa? -
Anedota
– Paizinho, tu és pássaro? – Não, meu filho. Por- que é que perguntas isso? – É que a mãe disse que te ia cortar as asas…
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Anedota
Duas mulheres conversam.
— Ando a ler um livro magnífico, cheio de suspense. Nunca se sabe se vai acabar numa catástrofe ou num final feliz.
— Ah, sim — diz a outra. — Emprestas-mo? É um policial, não é?
— Não, é um livro de cozinha. -
Anedota
No hipermercado, dois homens chocam com os respectivos carrinhos de compras.
Ambos se desculpam e um deles pergunta:
— O que é que está a fazer?
— Distraí-me à procura da minha mulher.
— Que coincidência, eu também.
— Como é a sua?
— Loira, alta, olhos azuis, pernas bem torneadas, seios salientes e lábios carnudos. E a sua?
— Que se lixe a minha, vamos procurar a sua! -
Anedota
Num restaurante, um homem janta só. Na mesa ao lado, uma jovem está também sozinha. A dado momento, ele levanta-se, inclina-se para ela e pede-lhe delicadamente:
— Dá-me licença que leve a mostarda?
— É lamentável o que me está a propor! — grita a jovem. — O senhor não tem vergonha?
Todo o restaurante se vira para eles. O homem, vermelho como um tomate, balbucia:
— A senhora compreendeu mal. Eu apenas lhe pedi a mostarda…
— Nunca ouvi uma coisa como esta! O senhor é um ordinário!
O homem volta para o lugar, observado severamente por toda a gente. A mulher paga a sua despesa, vai à mesa dele e diz em voz baixa:
— O senhor desculpe a minha atitude. Tenho de lhe dar explicações. Sou socióloga e estou a preparar uma tese sobre as reacções dos homens perante uma situação embaraçosa na presença de público. Eu fiz este teste e espero que não fique a pensar mal…
É a altura de o homem gritar:
— O quê? Quinhentos euros mais o hotel?! Você não vale tanto! -
Anedota
No metro, à hora de ponta, um indivíduo, para não se desequilibrar, pousa a mão ligeiramente no ombro de uma rapariga, que lhe diz:
— Oiça lá! Não poderia pôr a mão noutro sítio?
— Eu gostaria… Mas não me atrevo.

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