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Um cowboy entrou na cidade e viu um índio sentado à soleira da porta da sua (do índio) casa.
Cowboy: Hei, lindo cão. Posso falar com ele?
Índio: Cão não falar.
Cowboy: Hei, cão, como é que vai isso?
Cão: Tudo bem.
Índio: (com um olhar chocado)
Cowboy: Este é o teu dono? (apontou para o índio)
Cão: É.
Cowboy: Ele trata-te bem?
Cão: Muito bem. Leva-me a passear duas vezes por dia, dá-me comida boa e leva-me até ao lago uma vez por semana para brincar.
Índio: (olhar incrédulo)
Cowboy: Posso falar com o teu cavalo?
Índio: Cavalo não falar.
Cowboy: Hei, cavalo, como vai isso?
Cavalo: Muito bem, obrigado por perguntares.
Índio: (com olhar extremamente chocado)
Cowboy: Este é o teu dono? (aponta para o índio)
Cavalo: É.
Cowboy: Como é que ele te trata?
Cavalo: Muito bem. Escova-me regularmente, trata-me dos parasitas e construiu-me um estábulo para eu não ficar à chuva e ao frio.
Índio: (com os olhos esbugalhados)
Cowboy: Importas-te que fale com a tua ovelha?
Índio: Ovelha mentir.

Dois amigos encontram-se num bar:

  • Que raio de cara é essa, andas chateado?
  • Nem queiras saber, estou na maior fossa.
  • Não digas isso. Olha, eu tenho um bom remédio para essas coisas. Quando me sinto assim, vou a casa, dou duas bem dadas na minha mulher e no dia seguinte estou óptimo.
  • Boa ideia, pá. Será que a tua mulher está em casa agora?
Vão quatro engenheiros no carro, quando este enguiça. Cada engenheiro dá sua sugestão:
Engenheiro mecânico: A caixa de velocidades deve ter quebrado.
Engenheiro químico: Não concordo. O problema está na composição do combustível.
Engenheiro eletrotécnico: Nada disso! É a bateria que está descarregada.
Engenheiro informático: E se nós saíssemos e entrássemos novamente?

Dois advogados andavam a caçar quando um leão os surpreendeu em plena selva.
Um deles começou imediatamente a tirar os sapatos. O outro perguntou:
“Por que é que estás a tirar os sapatos?
“Porque descalço, eu posso correr mais depressa!”
“Que idiotice! Não importa o que consigas correr, nunca vais conseguir correr mais que o leão!”
“Eu não preciso correr mais que o leão. Só tenho que correr mais do que tu!”

Cristo e Moisés estavam a lembrar os velhos tempos.

  • Antigamente é que era bom, disse Moisés. Lembras-te de quando abri o mar vermelho ao meio? Isso é que eram bons tempos!
  • Sim, e lembras-te de quando eu caminhei sobre a água? Isso sim, é que foi uma coisa em grande!
  • E se voltassemos a fazer isso, só para sentirmos de novo aquela sensação?
  • É, vamos fazer isso.

E foram até ao mar vermelho. Moisés puxou da vara, levantou-a e as águas separaram-se, abrindo o mar em dois.
Depois, meteram-se num barco e foram até ao meio do mar. Era a vez de Cristo. Este saiu do barco e começou a andar sobre a água. De repente começou a afundar-se. Moisés remou rapidamente até ele, agarrou-o por um braço e puxou-o para o barco.

  • Acho que te esqueceste de uma coisa, disse, agora tens os pés furados!
O ginecologista estava em uma praia descansando, depois de um dia cansativo.

Uma mulher foi entrar na água e a maré subiu, veio uma onda tão forte que ela ficou toda pelada, e o ginecologista só observando.

Imediatamente, ela tampou com uma mão os seios e, para tampar a parte debaixo, ela viu um côco boiando na água e o pegou para tampar embaixo.

Ela saiu correndo, segurando o côco tampando tudo. Aí ela falou para o ginecologísta:

– O que foi? Nunca viu, não?

E o ginecologista:

– Ver eu já vi, mas tomando água de côco, não?

Um detetive estava à conversa com um amigo numa esplanada, quando três mulheres se sentaram a uma mesa cada qual a comer uma banana.
-Tu viste aquelas mulheres? – perguntou o amigo.
-Vi, mas não conheço nenhuma. Nem a prostituta, nem a freira, nem a recém casada.
-Como diabo é que tu sabes a profissão delas? Perguntou o amigo.
-É fácil, respondeu o detetive. É só ver a maneira como elas comem a banana. A prostituta engole a banana de uma só vez. A freira como aos poucos, em pedacinhos.
-E a recém-casada, como foi que descobriste?
O detetive colocou a mão na nuca e, fingindo segurar uma banana na outra mão empurra a cabeça na direção da banana imaginária, com a boca aberta!