Como é que os Alentejanos fazem o controlo da natalidade?
Atiram pedras às cegonhas.
Num autocarro uma senhora começou a gritar:
- Ladrão! Ladrão! Roubou-me o porta moedas!
Acodem as pessoas e uma pergunta-lhe:
- Mas onde é que tinha o porta-moedas?
-Aqui – diz a senhora, metendo a mão entre a blusa e o seio.
- Então e a senhora não sentiu o ladrão meter a mão ?
-Sentir..senti… mas pensei que era com boa intenção.
Revisor “Mas este bilhete é para Sintra, e o comboio vai para Paris!”
Passageiro “Ahh… E o maquinista ainda não percebeu que vai enganado?” 😀
– Vim entregar-me, cometi um crime e desde então não consigo viver em paz.
– Meu senhor, as leis aqui são muito severas e são cumpridas, e se o senhor é mesmo culpado não haverá apelação nem dor de consciência que o livre da cadeia.
– Atropelei um norte-americano na estrada ao sul.
– Ora meu amigo, como o senhor pode se culpar se estes norte-americanos atravessam as estradas e os caminhos de todo o mundo?
– Mas ele estava no acostamento.
– Se estava no acostamento é porque queria atravessar, se não fosse o senhor seria outro qualquer.
– Mas não tive nem a hombridade de avisar a família daquele homem, sou um crápula!
– Meu amigo, se o senhor tivesse avisado haveria retaliação, mísseis, bombas, armas químicas, tudo isso culminando com a invasão do Brasil, e morreria muito mais gente, acho o senhor um pacifista, merece uma estátua.
– Eu enterrei o pobre homem ali mesmo, na beira da estrada.
– O senhor é um grande humanista, enterrar um norte-americano, é um benfeitor, outro qualquer o abandonaria ali mesmo para ser comido por urubús e outros animais, provavelmente até porcos do mato.
– Mas enquanto eu o enterrava, ele gritava : “I am Alive! I am Alive”
– Tudo mentira, esses norte-americanos mentem muito…
No metro, a uma hora de ponta, um indivíduo para não se desequilibrar, pousa a mão, ligeiramente, no ombro de uma rapariga, que lhe diz:
- Oiça lá! Não poderia pôr a mão noutro sítio?
- Eu gostaria… Mas não me atrevo.
Uma mulher com muita pressa, na bilheteira duma estação de caminho-de-ferro:
- Um bilhete de ida e volta, se faz favor.
- Para onde? – pergunta o empregado.
- Para aqui outra vez, para onde havia de ser?
– Você não sabe qual é a maior?
O outro, curioso, perguntou:
– E qual é?
– Descobri a forma mais fácil possível de conseguir arrancar um dinheiro das pessoas?
O primeiro, sem pestanejar, indagou o colega:
– E como se faz?
– É simples. Você precisa somente afirmar que sabe de toda verdade.
Ao chegar em casa o garoto vê sua mãe na cozinha e resolve fazer o teste:
– Mamãe, eu sei de toda verdade!, afirmou o garoto.
E ela bem rápido respondeu:
– Pega aí cinco reais, mas fica de bico calado e não fala nada pro papai, tá?!
O garoto ainda impressionado com aquilo observou o pai na sala e também o abordou com a mesma afimação:
– Pai, eu sei de toda verdade!
Este, assim como a sua esposa, respondeu de um pulo só:
– Vai comprar um sorvete com esses dez reais e não dê mais sustos no papai.
O menino empolgado e vendo que deu certo o plano, olhou o carteiro e tentou mais uma vez:
– Eu sei de toda verdade!
E o carteiro, como se tirasse um peso das costas, o respondeu:
– É, já que você sabe de toda verdade, da cá um abraço filhão!
-A minha mulher fugiu com o meu melhor amigo.
-Sim? E quem é ele?
-Não faço a menor ideia. Só sei que agora é o meu melhor amigo.
– Tu não me podes levar!
– Então porquê?
– Não se pode levar 3 pessoas na moto!
– Nós somos só 2…
– Então não dizem que Deus está em todo o lado?
Um curioso estava à porta do cemitério quando viu entrar três caixões e, logo atrás um tipo muito bem vestido com um cachecol de gesso ao pescoço. Curioso como era chegou perto do tipo e perguntou-lhe:
-Eh pá, quem era o tipo da frente?
- Esse era o meu sogro, que deus tenha…. Era podre de rico. Tinha milhões no banco e propriedades no Alentejo.
-E o segundo?
-A minha sogra, coitada. Herdou uma enorme fortuna da família. Já era muito rica antes de se casar.
- E o último, também o conhecias?
-Era a minha mulher, que descanse em paz. Era filha única, herdeira única… coitada, morreu…
-Ah, agora entendi. Tu também ias no carro quando se deu o desastre. Por isso andas com isso ao pescoço.
-Tu estás doido ou quê? Deus me livre! Eu só mandei fazer esta merda para ver se consigo parar de rir!
Num comboio, ia um homem que de vez em quando desatava à gargalhada e depois abanava os ombros.
Pergunta-lhe um dos passageiros :
- Afinal, porque é que você de vez em quando se põe a rir ?
- É que me vou lembrando de anedotas cada vez melhores!
- Aaaaaaaaaa, mas porque é que depois de cada gargalhada o senhor encolhe os ombros ?
- É que chego à conclusão que já as conhecia…
– Duvido se vc tem coragem de subir por esta luz até lá em cima!- e o outro responde:
– Se tá é louco na hora que eu estiver lá em cima se vai desligá a luz, só pra vê eu me esburrachar no chão.
Um tipo entrou no comboio, correu para janela e gritou para o casal que o acompanhara:
-Tchau, Paulo! Adorei o fim de semana! A tua mulher e ótima na cama, muito boa mesmo!
Intrigado, o passageiro do lado não conteve a curiosidade e disse:
-Desculpe. Não me leve a mal, mas o senhor disse mesmo ao tipo que a mulher dele é boa na cama?
O outro confessou baixinho:
-Sabe como é… Ela até que é bem ruinzinha, mas eu não quis ofender o Paulo.
No comboio de Queluz:
- Minha senhora, por acaso o fumo do tabaco incomoda-a?
- Sim, confesso-lhe que me incomoda bastante.
- Então faça o favor de se apear, porque vou acender um cigarro.
-Porque é que vocês estão a saltar?
E o maluco responde: -Somos pipocas!
-E então porque é que está aquele a bater com a cabeça na parede? Pergunta o médico.
-Aquele ficou agarrado ao tacho!-diz o maluco
Bem… um garoto maroto… entra no autocarro em baixa Lisboa para ir dar um passeio, e senta-se atrás do condutor.
Começa a cantar, maluquices….
- Se o meu pai fosse um porco, a minha mãe uma porca, eu era um porquito
- Se o meu pai fosse um cão, a minha mãe uma cadela, eu era um cachorito
Bem, o Condutor, começou a ficar irritado com a música dele, e virou-se para o miúdo e disse:
- Se o teu pai fosse um estúpido, a tua mãe uma estúpida, que eras tu?
O miúdo, disse de repente com grande orgulho:
- Seria condutor!…