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Numa praia, em Lagos, no Algarve, dois tipos conversavam e a certa altura diz um:

  • Com tantos turistas estrangeiros que por aqui andam, só tenho pena de não ter nascido em Inglaterra.

Pergunta o outro:

  • Porquê?!

O primeiro:

  • Então, agora, saberia falar duas línguas, a Portuguesa, que já sei e a inglesa, que havia de ter aprendido quando pequenino…

Anedota enviada pelo Praia da Luz Portugal! Obrigado ;D

Uma sexta-feira, depois do trabalho, um casal de namorados encontrou-se num café. Depois de terem bebido qualquer coisa, foram jantar e decidiram passar um bocado junto num hotel… O que aconteceu então no hotel? Há duas versões: 1) VERSÃO DELA Ele estava de mau humor quando nos encontrámos no café. Pensei que era porque eu tinha chegado tarde, mas não me disse nada. Do meu penteado novo (tinha cortado 3 dedos na altura e descido um tom na minha cor habitual), nem um comentário. “Não gostou”, pensei, mas não disse nada. A nossa conversa era lenta e propus-lhe que era melhor falarmos mais intimamente num restaurante. Ele aceitou, mas quando chegámos continuava muito sério… tentei fazê-lo sorrir, mas não fez efeito. Perguntei-lhe se o problema era eu? e respondeu-me que não. No táxi disse-lhe “amo-te” e ele apenas me pegou na mão enquanto olhava pela janela; Deus, o que se passa!, pensei. Nem sequer me disse “eu também”… Ao chegar ao hotel, pensei que a coisa piorava já que continuávamos sem falar! Tentei perguntar-lhe qualquer coisa e ele respondeu- me, acho que por boa educação, enquanto… via televisão! Depois meteu-se na casa-de-banho. Um pouco zangada, despi-me e meti-me na cama, enquanto pensava que talvez tivesse feito melhor em ir para casa. Dez minutos depois, ele veio para a cama e como tínhamos previsto, fizemos amor, mas acho que com pouca convicção. Poucas carícias e poucos beijos… Ele parecia noutro mundo e eu não queria outra coisa senão ir para casa imediatamente; intrigava-me saber o que lhe estaria a acontecer e já começava a duvidar de tudo… talvez tivesse encontrado outra mulher, ou talvez eu… E agora estou aqui em casa, destruída, a tentar ordenar as minhas ideias e desejando saber como estarão as coisas… 2) VERSÃO DELE Dia difícil no trabalho… mas ao menos dei a minha quecazita!!!

No inicio estava assustada. Era bastante largo e comprido. Decidi que tinha que experimentar pelo menos uma vez. Lenta e cuidadosamente entrei nele. A principio parecia estranho. Então habituei-me a ele. Fui para cima e para baixo, para cima e para baixo. Comecei mesmo a gostar daquilo. Hoje em dia já ando sempre de elevador.

Com os meus dedos devagar e gentilmente abri-a. Era tão pura e branca. Lambi-a uma vez, duas vezes… Descobri que não conseguia parar. Lambi-a cada vez mais depressa e com mais forca. Comecei a raspar os meus dentes. E ai estava, na minha boca! Tão doce e cremosa. Estava feito… E atirei fora a parte exterior da minha bolacha Oreo.

A principio apertei-a gentilmente, depois um pouco mais de forca. Parecia que cada vez havia mais. Aproximei-a dos meus lábios. Foi uma sensação nova e estranha para mim. Coloquei-a na minha boca e andei a volta com a minha língua. Depressa chegou o momento em que sabia que tinha que cuspir…. Foi uma experiencia e tanto a primeira vez que provei aquela pasta de dentes.