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Anedota
Mamãe, mamãe… é verdade que descendemos dos macacos?
Não sei, filho… Seu pai nunca quis me apresentar a família dele…
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Anedota
— Porque deixaste de cantar no coro da igreja?
— Porque, um dia que estive doente, alguém perguntou ao senhor prior se tinha mandado concertar o órgão.
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Anedota
Mulher: Porque vais sempre para a varanda, quando eu canto? Não gostas de me ouvir?
Marido: Não é isso, querida… É que não quero que os vizinhos pensem que estás a discutir comigo.
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Anedota
Dois alentejanos deitados na mesma cama:
– Ó Compadre, vossemecê tá batendo uma punheta?
– Pois tou!
– Mas a pila é minha!
– Ó porra, por isso é que nã me vinha!
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Anedota
Uma nova-rica convidou um grande artista para’dar um concerto em sua casa. Comentando uma das suas interpretações, exclamou:
— Que bela música! Quem a compôs?
— Beethoven — respondeu o artista.
— Ah, pois — remediou a senhora, com ar de entendida. — A propósito, que é feito dele? Ainda compõe?
— Não — replicou o artista, gravemente. — Decompõe-se.
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Anedota
Aquela máquina de escrever que o senhor me vendeu não presta.
-Porque? Que defeito tem ela?
Faz uma porção de erros de ortografia!
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Anedota
- Ontem, matei dez coelhos e dez perdizes.
- Eu tive melhor sorte. Matei vinte coelhos e vinte perdizes.
- Também és caçador?
- Não. Também sou mentiroso.
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Anedota
Dois grandes amigos conversam:
— Olha, rapaz… A minha mulher é uma tremenda mentirosa.
— A Gabriela? — surpreende-se o amigo — Então, o que aconteceu? Porque estás a dizer isso?
— Ah, ontem não dormiu em casa e inventou que passou a noite com a irmã.
— E não passou?
— Claro que não! Quem passou a noite com a irmã dela fui eu!
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Anedota
Um vendedor de sabão em pó vai fazer uma demonstração em domicílio:
– Boa tarde, minha senhora. Estamos lançando uma nova marca de sabão em pó, e eu gostaria de fazer uma demonstração. A senhora me permite?
– Sim, claro. Por favor, entre e venha ate o tanque.
– Com licença. Veja esta camisa: a senhora põe um pouquinho do nosso sabão, esfrega, esfrega, esfrega! Que cheirinho gostoso! Sinta só (e coloca a camisa próxima do nariz dela).
– Realmente, ficou muito cheirosa….
– Agora essa calça de seu marido: põe-se um pouquinho de sabão, esfrega, esfrega, esfrega e hum! Que cheirinho gostoso!
Não contente,o vendedor continua:
– E essa calcinha da senhora: Um pouco de sabão, esfrega, esfrega… Hum! Esfrega, esfrega, esfrega… Ahn! Esfrega, esfrega, esfrega…
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Anedota
— Nunca vais pedir esmola aqui?
— Não. Oferecem trabalho.
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Anedota
A senhora, caridosa mas admoestando:
— Tome lá dez tostões, mas não os vá gastar em vinho na primeira taberna que encontrar.
O pedinte:
— Porquê? O das outras é melhor?
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Anedota
Um carro pára em frente de certa loja. O condutor desce, entra no estabelecimento e, com toda a delicadeza, pede esmola ao lojista, que lhe perguntara o que desejava.
— Mas… você anda a pedir esmola de automóvel? — exclama o lojista espantado.
— Que quer o senhor? Estou cheio de pressa.
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Anedota
A senhora: E não sente vergonha de andar a pedir esmola pelas ruas?
O mendigo: A verdade, minha senhora, é que gostava que ma levassem a casa. Mas, bem vê…
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Anedota
Numa escola em África a professora pede aos alunos que digam um verbo. O 1º aluno pensa um bocado e diz: – Bicicrete.
– Não, bicicleta não é um verbo. Tu aí atrás, diz um verbo.
O rapaz pensa um bocado e finalmente diz: – Prástico.
– Não, plástico não é um verbo. Tu aí ao pé da janela, diz um verbo.
O rapaz pensa um pouco e diz: – Hospedar.
– Muito bem, hospedar é um verbo sim senhor. Agora diz uma frase com esse verbo. O aluno: – Hospedar da minha bicicrete são de prastico!
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Anedota
A senhora, caritativa:
— E esses ataques de tosse duram-lhe muito tempo?
O mendigo:
— Oito horas por dia. É o que manda o horário de trabalho.

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