Etiqueta: médico

Às três da manhã, o telefone toca em casa de um médico.
— Está — ouve-se uma voz angustiada. — É Durand quem está ao telefone; sabe quem é, não sabe, doutor? É o seu fiel cliente Durand!…
— Sim, sim… E o que houve?
— Calcule, doutor, que estou em minha casa com um enorme grupo de amigos; passou-se uma bela noite — festejávamos o meu aniversário —, mas o estado de saúde de um dos meus amigos inquieta-me bastante. Ele não está bom…
— E o que vê: elefantes, ou outros animais do mesmo género?
— Não, não! E aí é que está o drama: a sala está cheia de elefantes cor-de-rosa e ele afirma que não vê um único!…

— Caro senhor, eu sou o melhor psiquiatra do país e, por isso, também o mais caro. A minha consulta custa duzentos euros. Por esta quantia, o senhor pode fazer-me duas perguntas.
— Duzentos euros e duas perguntas só?! — diz o doente.
— O senhor não acha que é um bocado caro, doutor?
— Talvez… talvez… Qual é a sua segunda pergunta?

Uma mulher belíssima vai ao psiquiatra:
— Doutor, preciso da sua ajuda. Todas as vezes que saio com um rapaz, logo no primeiro encontro vou para a cama com ele. É uma coisa incontrolável, não consigo resistir! No dia seguinte, fico deprimida e com um sentimento de culpa
enorme.
— Já sei! Quer livrar-se dessa compulsão, fortalecer o seu carácter e controlar melhor a sua vontade, não é?
— Não, não é nada disso! Eu quero apenas que o senhor me ensine como é que faço para não ficar deprimida depois!

Uma senhora velhinha vai ao médico e diz:
— Doutor, eu tenho um problema com os gases, mas realmente não me aborrece muito. Eles nunca cheiram e são sempre silenciosos. Vou dar-lhe um exemplo concreto: eu soltei «gases» vinte vezes, pelo menos, desde que entrei no seu consultório. Aposto que o senhor não sabia que eu estava a soltar tantos gases, porque não cheiram e são silenciosos. O médico diz:
— Sim, sim… Leve estas pílulas e volte cá na semana que vem.
Na semana seguinte, a senhora regressa:
— Doutor — diz ela —, não sei que remédio me deu, mas agora os meus gases, embora ainda silenciosos, cheiram terrivelmente. O médico diz:
— Bom, agora que curámos a sua sinusite, vamos cuidar do seu ouvido.

No consultório, o oculista fazia os exames de rotina:
— O que está escrito aqui?
— Não sei, não consigo ler — responde o paciente.
O médico aumenta a letra:
— E agora? O que está escrito aqui?
Ele esforçou-se mas não conseguiu ler nada. Várias tentativas depois, o médico concluiu:
— Bom, só há uma solução, vamos ter de operar. Depois da operação, o doente pergunta ao médico:
— E agora, doutor? O senhor acha que eu vou conseguir ler tudo?
— Claro que sim! A operação foi um sucesso!
— Ainda bem, doutor, como a medicina está avançada! O senhor acredita que antes da cirurgia eu era analfabeto?