— O que fizeste com os 5 euros que te dei hoje?
— Fiz uma boa acção. Comprei rebuçados e dei-os a um menino que estava com muita vontade de os comer.
— Ah! Está bem. E quem era esse menino?
— Era eu, mamã.
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Anedota
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Anedota
— Ao menos, dá os bons-dias, não sejas malcriado. Não te ensinaram isso lá na escola?
— Eu só tenho escola à tarde. -
Anedota
— Joaquinzinho: o que queres fazer quando fores crescido?
— Calendários. Já descobri que em cada duas semanas se podem sempre meter sete sábados e sete domingos, e dá sempre certo. -
Anedota
O gaiato sorve, de vez em quando, com estrondo, o ranho que vem até fora das ventas. Uma senhora que está na mesma paragem do autocarro, já enojada, pergunta-lhe:
— Não tens aí um lenço, menino?
O miúdo tira o lenço da algibeira, mostra-lho e responde:
— Tenho, sim senhor, mas não lho empresto. -
Anedota
Numa festa:
— Vá, Joãozinho, pode comer mais um bombom.
— Muito obrigado, minha senhora, mas jâ tenho o estômago cheio.
— Então, se quiser, leve alguns no bolso.
— Muito obrigado, mas também já está cheio! -
Anedota
O Joãozinho entra em casa a correr e mostra ao pai um canivete novo que achou na rua.
— Mas tens a certeza que foi perdido? — pergunta o pai.
— Foi perdido, foi, que eu bem vi o homem à procura dele. -
Anedota
— Porque vais tu a correr dessa maneira, filho?
— É para não deixar dois rapazes brigarem — responde o pequeno, sem parar.
— Quem são eles?
— O Ambrósio e eu. -
Anedota
Um petiz chega a casa com um olho negro e o nariz amachucado.
— Que foi que te aconteceu, querido?
— Foi um menino que me bateu.
— E és capaz de o reconhecer?
— Com certeza, mamã. Ele tem a testa partida com a pedrada que eu lhe dei. -
Anedota
A mãe: Estiveste então a comer cerejas lá no cinema. Espero que não tenhas deitado os caroços para o chão.
— Ah, não, mãezinha! Deitei-os no chapéu do senhor que estava ao meu lado. -
Anedota
— Mãezinha: foi Nosso Senhor que a fez, mãezinha?
— Pois com certeza, meu filho.
— E também me fez a mim?
— É claro que sim.
— Ah… mãezinha: não acha que Nosso Senhor tem feito progressos no seu trabalho? -
Anedota
— Mãezinha! — chamou a pequenina.
— O que é, filha?
— Sabe, aquela jarra que a mãezinha diz que tem passado, há muitos anos, na família, das mãos duma geração para a outra?
— Sim. E então?
— Olhe: esta geração deixou-a cair das mãos. -
Anedota
— Sabes, mãezinha? O termómetro desceu.
— Desceu? Muito?
— Três andares… Caiu-me da janela. -
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Entre miúdas:
— E o teu pai, o que faz?
— Tudo o que a mamã quer. -
Anedota
O pai, zangado: Não sei como te hei-de corrigir desse péssimo costume de dizer mentiras. Eu, quando tinha a tua idade, nunca mentia.
O petiz: E que idade tinha quando começou, paizinho? -
Anedota
O miúdo: ó pai! O avô batia-te quando eras pequeno?
O pai: É claro que batia.
O miúdo: E o bisavô também batia no avô quando ele era pequeno?
O pai: Pois batia.
O miúdo: E tu não achas que já é tempo de se acabar com esta geração de sádicos? -
Anedota
— Como é que se chama o pai do burro?
— É burro, meu rapaz.
— Então porque é que o papá me chama tantas vezes burro?

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