Cúmulo da paciência :
Limpar o cu a um elefante com cotonetes.
Um homem liga desesperadamente: -socorro, socorro! A minha sogra quer-se atirar da janela. -sim mas o senhor enganou-se, daqui é da carpintaria. -sim eu sei, é que a janela não quer abrir.
Estava um bêbado a tentar abrir a porta de casa quando chegou ao pé dele um polícia que lhe perguntou: “-Você está a abrir a porta com um charuto?!?” “-Bonito! Querem ver que fumei a chave!”
Cúmulo da coincidência:
A esposa dar-lhe 1000 euros de troco.
Sabem o que diz o preservativo ao acordar de manhã? Que caralho vou vestir hoje?!?
Cúmulo do egoísmo :
Um homem defecar debaixo do lençol para ter o cheiro só para ele.
Cúmulo da desconfiança:
Ir a uma loja e não poder pagar sequer com dinheiro.
E sabem o que dizem as mulheres das Caldas ao fim de mais um dia de trabalho? -Não faço nem mais um caralho!!
Cúmulo do arrependimento do carrasco ?
“Pois é, sempre que enforco alguém me dá um nó na garganta.”
Quando é que os pretos comem carne? Quando mordem a língua.
Cúmulo da burrice:
Reprovar no exame de fezes.
São duas impressoras, uma diz assim: -Essa folha é tua ou é impressão minha?
Cúmulo da coincidência:
Estar no cinema, tirar um macaco do nariz, fazer uma bolinha e, ao coláCúmulola por baixo do acento, encontrar lá outra.
Numa escola em Angola, a professora pergunta a um aluno: – Diga ai um verbo. – Bicicreta. – Não é bicicreta. É bicicleta. E bicicleta não é verbo. Depois, perguntou ao segundo aluno: – Diga ai um verbo: – Prástico. – Não é prástico. É plástico. E plástico não é verbo. A professora, desesperada, perguntou ao terceiro aluno: – Diga ai um verbo: – Hospedar. – Muito bem! Agora diga uma frase com o verbo que você escolheu. – Hospedar da bicicreta são de prástico
Cúmulo da economia:
Tirar cera dos ouvidos e dar brilho ao chão.
Em especial para nutricionistas, nutrólogos e afins…
- Doutor, como eu faço para emagrecer?
- É simples – respondeu o médico – basta a senhora mover a cabeça
da esquerda para direita e da direita para esquerda.
- Quantas vezes, doutor?
- Todas as vezes que te oferecerem comida.