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Um pato todos os dias entrava numa mercearia e dizia:

  • Tem comida para patos?

E o merceeiro respondia-lhe:

  • Não, não tenho comida para patos.

Isto repetia-se dia após dia e cada vez incomodava mais o merceeiro. Certo dia, o pato entra e pergunta se tem comida para patos. Furioso o homem responde:

  • Ouve lá, já estou farto de te dizer que não tenho comida para patos! Da próxima vez que entrares aqui e pedires comida para patos, prego-te as patas ao chão!

No dia seguinte o pato volta a mercearia e diz:

  • Tem pregos?
  • Pregos? Pregos não tenho. – estranhou o homem.

Perguntando o pato quase de imediato:

  • E comida para patos tem?

Piada por Kawaiish! Só coisas catitas hehehe

Dois vampiros regressavam uma noite a casa sem terem conseguido comer nada. Um deles diz para o outro:

  • Vou dar ainda uma volta, pois dificilmente durmo sem comer – e saiu.

Passado um bocado o vampiro regressou sendo ainda bem visível o sangue em redor da boca. O outro, curioso e esfomeado, perguntou-lhe :

  • Onde arranjaste isso ?
  • Estás a ver aquela quinta árvore ali do lado esquerdo? – respondeu perguntando o colega.
  • Não…- disse o curioso.
  • Eu também não vi… – respondeu o outro.

Um descendente de grego ofereceu a um deputado seu amigo um doce meio esquisito chamado “Geléia de Mástique”. O gosto era bom, meio picante e vagamente familiar. Só que o deputado não sabia o que queria dizer “mástique”. E ele muito menos.

  • É uma especiaria – explicou, o que não queria dizer simplesmente nada.

Resolveram apelar para o dicionário. “Almécega”, dizia a enciclopédia Lello.

  • E Almécega?

Tornaram a folhear o dicionário e encontraram: “Almécega: resina de Lentisco.”
-Não sei o que é Lentisco – confessou o deputado.

  • Alguma coisa a ver com lentilha? – tornou o outro.

O dicionário dizia: “Lentisco: nome vulgar de uma espécie de pistácea, que exsuda um suco resinoso.”
-Fiquei na mesma – disse um.

  • A coisa está-se a complicar – disse o outro.
  • Pistácea talvez seja uma espécie de pistache.
  • Ainda chegamos lá.

Páginas adiante encontraram: “Pistácea: gênero de anarcadiáceas da Ásia.”
Não se detiveram aí, na sua curiosidade malsã. O dicionário ensinou que anarcadiácea era uma família de plantas que tinha por tipo o anarcadeiro. E anarcadeiro uma árvore teselintácea que produz o anacardo.
Sendo o anacardo um fruto amarelo, de suco adstringente, com uma pequena castanha…

  • Caju! – exclamaram ambos, triunfantes.

Um homem entra num Restaurante e fica surpreendido com a dimensão de todos os utensílios à sua vista.
Encomenda um “Bife com Batatas Fritas” e quando o empregado vem servi-lo exclama:

  • Mas, o bife é enorme, dá pelo menos para quatro pessoas.

Ao que o empregado responde .

  • Isto aqui é tudo em grande.

Tendo pedido vinho da casa para acompanhar a refeição volta a surpreender-se quando lhe trazem um garrafão de cinco litros para a mesa.
O empregado, vendo o ar perplexo do homem, volta a dizer-lhe :

  • Isto aqui é tudo em grande.

Já no fim da refeição e porque tinha bebido imenso, o nosso homem pergunta onde fica a casa de banho.
O empregado explicou-lhe que era à direita ao fundo do corredor.
Mas o homem, estando bem bebido, enganou-se e, virando à esquerda, cai dentro da piscina.
No meio da sua aflição só gritava :

  • Não puxem o autoclismo… Não puxem o autoclismo…

Um homem entra numa tasquinha e pede uma sopa do dia.
Quando o empregado vinha a servi-la o homem diz :

  • Não se importa de aquecer a sopa um pouco mais…

O empregado levou a sopa para dentro da copa e, quando voltou com ela já aquecida, o homem voltou a pedir-lhe :

  • Não se importa de aqueçer a sopa um pouco mais…

Quando o empregado voltou para servir a sopa pela terceira vez disse para o homem :

  • Espero que agora já esteja suficientemente quente…”.

Ao que o homem lhe respondeu :
-Não, enquanto você, para a servir, trouxer os dedos dentro da sopa é porque ela não está suficientemente
quente.

Os dois caras já tavão pra lá de Bagdad quando um fala pro outro, trancando as pernas e a língua: — Vamos toma um porre?? Vamos?? Quanto zzze tem ai? — (enfiando a mão no bolso) “Zinquenta. Zo tenho zinquenta!” e mostra a moedinha. “Quanto ze tem?” — (o outro enfia a mão) “Tenho 1 e vinte!” — Num vai da… — E, num vai… Os dois cambaleando até que um teve uma ideia: — Tive uma ideia! A gente compra uma linguiça com o dinheiro, vai pro bar e toma um monte. Ai, você se abaixa eu ponho a linguiça pra fora, você começa a chupar e o dono do bar vai ficar tão puto que nos não vamos pagar… — Ta bao, então vão… E compraram a linguiça e foram pro bar. Tomaram até sair pela orelha. Ai um se abaixou e começou a chupar a linguiça, o dono do bar ficou puto e os dois saíram sem pagar… — Beleza, num disse!! Vão para outro bar! — Vão ‘bora!! E assim foram, uns 3 bares. Ai o que estava chupando a linguiça: — Oh, num e’ por nada, mas será’ que da’ pra trocar um pouco?? To ficando cansado de chupar. No próximo bar e’ sua vez, ta?!! — Ta bao. Só que você não vai ficar chateado?! E’ que eu perdi a linguiça depois do primeiro bar.

Um rapaz com 6 anos de idade, quando tinha que ir para a escola, precisava de passar por um caminho estreito. Sempre que passava por esse caminho, via um burro com a sua “ferramenta”‘ bem à mostra, pastando num terreno situado ao lado desse caminho. Mas como o miúdo tinha medo de ir sozinho por esse caminho, todos os dias alguém da família tinha que ir com ele. Um dia, foi a vez do pai dele ir com ele, e o miúdo pergunta-lhe: -Pai, que coisa é aquela que o burro tem entre as pernas? O pai, muito atrapalhado responde: -ò filho, não te preocupes, porque aquilo é uma doença que ele tem. No outro dia, é a vez da mãe ir com o miúdo, e lá estando o mesmo burro no mesmo local, diz o miúdo para a mãe: -Ó mãe, o pai ontem disse-me que o que aquele burro tem no meio das pernas é uma doença. Responde-lhe a mãe: -Há, ele disse-te isso foi? Pois olha, quem lhe dera ao teu pai, ter só metade da doença que o animal tem!