O professor pergunta a um aluno que gosta pouco de estudar:
- Ricardo, como se chamam os habitantes da Suécia?
- Chamam-se suecos, senhor professor.
- Muito bem. E os de Marrocos?
- Ah, esses são os marrecos, senhor professor!
O professor pergunta a um aluno que gosta pouco de estudar:
Um enfermeiro do Hospital de Santa Maria, estava namorando uma médica e ela ficou grávida! Ele, não querendo que sua mulher soubesse, disse-lhe para pedir a transferência para Évora.
Passaram-se alguns meses e, um dia, quando o enfermeiro chegou a casa, a esposa disse-lhe:
O cardiologista perguntou à esposa:
“Cinco pães alentejanos: Três com chouriço e dois sem”
— Não há nada a fazer, senhor doutor — diz o aluno, desanimado, ao seu professor de Português —, embora eu me esforce por aprender sou mesmo muito fraco, pois tudo o que o senhor doutor diz entra-me pelos dois ouvidos e sai-me pelo outro!…
— Entra-te pelos dois ouvidos e sai-te pelo outro?… — pergunta o professor. — Então tu não sabes que só tens dois ouvidos? Responde o aluno:
— Está a ver como é?… Não é só em Português… Em Matemática também sou um desastre!…
— Ouve, Isaac: as tuas notas na escola não são brilhantes. Se eu fosse como os outros pais, castigava-te duramente. Mas não. Vou fazer um contrato contigo: sempre que me mostrares uma nota boa, dou-te vinte euros.
No dia seguinte, o pequeno Isaac vai ter com a professora e diz-lhe:
— Está interessada em ganhar dez euros por semana?
Na aula de Inglês, a professora pergunta ao Zezinho:
— Como se diz peixe em inglês?
E o Zezinho prontamente responde:
— Fish
— Muito bem — aplaude a professora. — E vamos lá a ver se o menino sabe como se diz cardume…
O Zezinho pensa, pensa e responde orgulhoso:
— Ora, é fácil, senhora professora… bué da fish.
– A mãe apresentou o bebé recém-nascido ao filho mais velho de três anos: – Vês como é tão queridinho? – Não é nada!, gritou a criança mal-humorada. Careca, sem dentes, de olhos fechados? Enganaram-te, mamã! Deram-te um menino em segunda mão!
O Zezinho chega esbaforido e todo sujo, além de atrasado, à aula. A professora, toda empertigada, interpela-o:
— Então isto é que são horas de chegar? E ainda por cima todo sujo? Isto não tem explicação.
— Tem sim, tive de levar a vaca lá de casa, prò touro cobrir.
— Mas o seu pai não podia fazer isso?
— Poder, podia…, mas acho que a vaca prefere o touro.
A professora reúne os alunos e diz-lhes:
— Meninos, amanhã vem cá um fotógrafo para nos tirar um retrato todos juntos. Acho que devem comprar a fotografia, porque, mais tarde, será muito agradável, olharem para ela. Nessa altura, já adultos, vocês dirão: «Olha, este era o Carlos, o meu melhor amigo», ou «aquele era o Henrique», ou «este aqui é o João, que agora é médico», etc.
Do fundo da aula, ergue-se uma voz:
— Senhora professora, também poderemos dizer: «Olha esta era a nossa professora, coitada, já morreu.»
O pai:
— Se estudares bastante, meu filho, poderás vir a ser um homem como eu!
A mãe:
— Credo, homem! Não assustes o pequeno!
Estão dois Alentejanos debaixo de um chaparro(árvore).
Diz um para o outro: Compadre vossemecê ta vendo aquela nota de 50 euros do outro lado da estrada? Estou sim senhor compadre… Se o vento mudar já ganhámos o dia.
Olhas podes dar um passo para trás?
-sim pq?
Para eu estar a um passo do paraíso!
O professor pergunta a um aluno:
— O que é uma fraude?
— Uma fraude é, por exemplo, o senhor professor dar-me uma má nota.
— Como assim?!
— Eu explico, senhor professor. A fraude acontece quando alguém se aproveita da ignorância de outro para o prejudicar.
Primeira aula de catecismo na escola. A professora pergunta; a um dos alunos:
— Na tua casa rezam antes das refeições?
— Não, senhora professora, não precisamos. A minha mãe é uma óptima cozinheira.
Dia de prova na faculdade. Cem alunos na sala, professor chato, impaciente e louco para ir embora. Dez em ponto a prova termina, e quem não entregar até essa hora não entrega mais, diz o professor. Às 10 e 10, um aluno corre com a prova na mão até à mesa do professor, que arrumava as coisas para sair.
— Eu avisei que não aceitaria provas fora do horário! Esqueça!
O aluno, com um ar autoritário, perguntou:
— O senhor sabe com quem está a falar?
A resposta do professor tinha um certo sarcasmo.
— Não, não faço a menor ideia.
Empinando mais o nariz, tornou a repetir:
— Tem certeza disso?
— Absolutíssima!
O aluno levantou a imensa pilha de provas, enfiou a dele no meio, baralhou-as um pouco e disse:
— Agora, descubra!
– Mamã, eu não podia mudar de nome? – Porquê? – Porque o pai disse que me dava uma grande tareia, tão certo como eu me chamar João.
Responder