— Quando vinha no autocarro vi uma nota de vinte euros no chão. Ia para apanhá-la, diz-me um tipo que ia sentado em frente: «Eu também a vi, meu caro. É metade para mim, metade para si».
— Bem — diz a esposa —, ainda ganhaste dez euros.
— Qual quê! A nota era minha. Eu é que a tinha deixado cair!
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Anedota
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Anedota
O homem olha o jornal, no escritório, e vê, com espanto, a notícia da sua própria morte. Liga o telefone para casa, a fim de tranquilizar a esposa, e pergunta-lhe se leu a notícia.
— Li, sim, pois claro que li. Mas… ouve lá: donde é que tu estás a falar?!… -
Anedota
Um jovem pai empurra o carrinho do filho numa avenida do parque. O menino chora desaforadamente, grita, gesticula com os bracitos e as pernitas. Mas o pai segue tranquilo e lentamente, apenas murmurando, em voz baixa, de vez em quando:
— Calma, Bernardo! Bernardo, acalma-te.
Um psiquiatra que ia passando, parou a apreciar a cena e, cheio de admiração, aproxima-se do jovem pai e diz-lhe:
— Permita-me que o felicite, amigo. Você sabe dominar maravilhosamente os seus nervos. Todos os pais deviam imitá-lo.
Depois, olhando o pequeno rebelde, ajunta, apontando o menino:
— Chama-se Bernardo, não é verdade?
— Não senhor — responde o pai — Bernardo sou eu! -
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– Nunca mais deixas de mentir!, reprimia o pai o Joãozinho. Eu, quando tinha a tua idade, nunca mentia. – Então quando é que começou, paizinho?
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Anedota
Os homens chegam ao Entroncamento e vêem expostas uma batata de tamanho descomunal, que devia pesar muitos quilos, uma cebola quase do mesmo tamanho; olham, admirados, entram no estabelecimento, e um deles pergunta ao caixeiro:
— Diga-me, por favor: cá na terra há um gato preto, aí com um metro e meio de comprimento, todo preto e com uma coleira branca?
— Não, senhor, não há.
— Tem a certeza que não há?
— Tenho. Nunca cá se deu notícia desse gato.
— Então, Manel — diz o homem voltando-se para o companheiro —, não tenhas dúvidas de que atropelaste um padre. -
Anedota
No consultório:
— O seu pai era cardíaco?
— Não, senhor doutor. Era engraxador. -
Anedota
— O que é que anda à procura?
— Dum rebuçado que me caiu da boca e não o vejo.
— Dum rebuçado? Mas se lhe caiu da boca está todo sujo, com certeza.
— Mas eu preciso de o encontrar.
— Ó homem, deixe-se disso. Tome lá outro rebuçado.
— Esse não me interessa. Quero é achar o meu, que me levou a dentadura agarrada. -
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– O Toninho foi encontrado pelo amigo fora de casa com uma mala na mão. – Para onde vais? – Vou fugir de casa. – Fugir? – Sim, porque quando morre um frango, obrigam-me a comer dele. O mesmo acontece se morre um coelho ou o porco. Esta noite morreu a minha avó e não sei o que vai acontecer…
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Porque é que os lisboetas inventaram tantas piadas sobre alentejanos? Porque adoram falar da sua família!
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Era a primeira vez que ele andava de avião, e estava cheio de medo… A certa altura, voltando-se para o companheiro do banco, disse-lhe:
— É espantosa a sensação que a gente sente. E pensar que aqueles pontinhos negros lá em baixo, que parecem formigas, são pessoas…
O outro respondeu:
— Não, não. Está enganado: são formigas! A gente ainda não levantou voo… -
Anedota
— Sim, estou. Aqui aeroporto de Orly. Diga.
— Quanto tempo se demora de Paris a Nice, por favor.
— Um minuto, cavalheiro…
— Muito obrigado, minha senhora. -
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— Quando me casei, a minha mulher falava-me sempre do tesouro que tinha enterrado; e, afinal…
— Afinal, o quê?
— O tesouro a que ele se referia era o seu primeiro marido! -
Anedota
Num saloon, dois cowboys comem a uma mesa. Diz um para
— Estás a ver aquele tipo lá em baixo ao balcão?
— Qual? Estão lá uns oito.
— O que está a beber uísque!
— Estão todos a beber uísque!
— O que tem uma camisa aos quadrados.
— Todos vestem camisa aos quadrados.
— Espera!
Puxa por dois revólveres e mata sete dos clientes. Só um fica de pé.
— Aquele! — diz o cowboy. — Odeio aquele gajo! -
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Um homem telefona a um dos seus amigos, Do outro lado, responde uma voz fininha:
— Está?
— Bom dia — diz o homem —, passa-me ao teu pai.
— O papá está ocupado — responde o rapazito.
— Então, a tua mãe?
— A mamã está ocupada…
— Não há mais ninguém em casa?
— Há. A polícia…
— O quê? Então chama-me um guarda.
— Estão todos ocupados… E há também os bombeiros…
— Os bombeiros? Pronto, chama um bombeiro.
— Estão ocupados.
— Mas que se passa? O teu pai está ocupado, a tua mãe está ocupada, a polícia e os bombeiros estão todos ocupados. O que andam eles a fazer?
O garoto, muito baixinho:
— Andam à minha procura… -
Anedota
– O Joãozinho estava inconsolável. – Porque cho- ras?, perguntaram-lhe. – Porque o meu pai chamou vaca à minha mãe, e a minha mãe chamou burro ao meu pai. – Não faças caso, isso é lá com eles! – Mas então que espécie de animal sou eu?!
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Anedota
Um milionário organizou uma grande festa na sua mansão. A dada altura, dirige-se aos convidados e diz: — Vamos fazer um jogo! Eu mandei encher a piscina de crocodilos, piranhas, cobras-d’água, etc… e, quem conseguir atravessá-la a nado e chegar intacto terá direito a escolher um destes três prémios: um terreno ao pé da minha mansão, um milhão de euros em dinheiro ou a mão da minha filha em casamento.
Mal o milionário acaba de falar, um indivíduo começa a nadar com uma velocidade incrível e consegue atravessar a piscina chegando são e salvo. O milionário dirige-se a ele e pergunta:
— Então, qual dos prémios é que você quer?
— Eu quero é saber quem foi o desgraçado que me empurrou!

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