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Pai, preciso de fazer um trabalho para a escola! Posso fazer-te uma pergunta? Claro, meu filho, qual é a pergunta?
O que é a política, pai?

Bem, política envolve: Povo; Governo; Poder económico; Classe trabalhadora; Futuro do país…
Não entendi nada. Dá para explicares melhor?

-Bem, vou usar a nossa casa como exemplo: Sou eu quem traz dinheiro para casa: então eu sou o poder económico.
A tua mãe administra, gasta o dinheiro: então ela é o governo.
Como nós cuidamos das tuas necessidades, tu és o povo.
O teu irmãozinho é o Futuro do país e a Zefinha, a nossa criada, é a classe trabalhadora.

Entendeste, filho?
Mais ou menos, pai. Vou pensar.

Naquela noite, acordado pelo choro do irmãozinho, o menino foi ver o que se passava. Descobriu que o irmãozinho tinha sujado a fralda e estava todo sujo. Foi ao quarto dos pais e viu que a mãe estava num sono muito profundo.

Foi ao quarto da criada e viu, através da fechadura, o pai na cama com ela. Como os dois nem ouviram o menino a bater à porta, ele voltou para o quarto e adormeceu.
Na manhã seguinte, à hora do pequeno almoço, o miúdo disse ao pai:

Pai, agora acho que percebi o que é a política.
Ótimo filho! Então explica- me por palavras tuas.

Bom, pai, acho que é assim:

Enquanto o poder económico fo** a classe trabalhadora, o governo dorme profundamente…
O povo é totalmente ignorado e o futuro do país fica na merda!

A rapariga tinha casamento marcado, e o burro do noivo jurava a pés juntos que ela era virgem, mas claro que ela não era.
Nervosa, ela pede conselhos à sua mãe :

  • Mãe… o que é que eu faço ? O Astolfo pensa que eu sou virgem, e se ele descobre que eu não sou pode querer anular o casamento!
  • Filha, olha, faz como eu fiz ao teu pai: Antes do momento X vais à casa de banho e dissolves umas pedras hume-hume num copo com água, passas a água na coisa e pronto, vais ficar toda apertadinha e ele vai acreditar, já que ele é mesmo burro.

Dito e feito, na hora do vamos-ver, a rapariga pôs as pedras num copo com água e deixou-o na casa de banho enquanto dissolvia.
A rapariga já estava na cama e o Astolfo foi à casa de banho e foi então que ela se lembrou do copo.

  • Querido, não viste um copo com água que eu deixei na casa de banho ?
  • Viff sifmf quefridifnhaf.
Antes da operação, o paciente, muito nervoso, faz uma bateria de perguntas ao médico:

– Doutor, depois da cirurgia eu vou poder desenhar?
– Claro que sim! Em poucos dias o senhor estará trabalhando normalmente!

Então o paciente abraça o médico e começa a beijá-lo.

– O que é isso, rapaz? – estranha o Doutor.
– O senhor é um anjo! – diz o paciente, empolgado – Vai me ensinar a desenhar e ainda por cima vai me arrumar um emprego!

Um homenzinho chega a casa e avisa a mulher para fazer o jantar mais cedo, para tomar banho, para se perfumar, pôr-se toda jeitosa e ir para a cama e que esperasse lá por ele que ele tinha visto uma coisa num filme que era capaz de ser engraçada experimentarem.
A mulher ficou curiosa e perguntou-lhe que raio de coisa era aquela que ele tinha visto no filme.
E ele lá lhe explicou que tinham de arrastar a cama para a frente da porta do quarto, que ela tinha de estar muito quietinha lá na cama à espera dele porque ele ia vir a correr desde a ponta do corredor, saltar por cima da cama e depois que lá se iam ajeitar para fazerem aquilo …
Ela concordou …
Comeram, ela lavou-se, penteou-se, perfumou-se e foi deitar-se.
Ele foi para o fundo do corredor todo armado em atleta, ia a chegar à porta do quarto, mesmo quando ele se estava a preparar para saltar atravessa-se-lhe o gato à frente.
Coitado do homem nunca tinha dado um trambolhão tão grande, manda uma cabeçada no fundo da cama e fica ali a gemer como um perdido :

  • Ai ai ai ai !

Vira-se a mulher muito má para ele :

  • Ouve lá! Mas afinal que raio de f…. é esta que só tu é que sentes ?
Um padre da província contava no sermão um dos mais famosos milagres de Cristo, a ressurreição de Lázaro:
– E então, Cristo chegou junto de Lázaro e disse-lhe: “Lázaro, alevanta-te e anda! E Lázaro alevantou-se e andou!” Ouve-se uma voz no fundo da igreja:
– E andou, estúpido!
Ao que o padre respondeu:
– Pois, andou estúpido durante uns tempos, mas depois parou!

O bombeiro, depois de um dia exaustivo de trabalho, a apagar não sei quantos incêndios e a salvar pessoas, chegou a casa muito cansado e entrou rapidamente. A mulher, que estava no quarto, gritou:
-Não, João Carlos, não acendas a luz que eu estou a morrer de dor de cabeça.
E antes de que ele pudesse dar mais um passo, ela gritou ainda mais:
-Pelo amor de Deus, não acendas a luz, que tou com uma enxaqueca das grandes!
Ele tirou a roupa mesmo às escuras , enquanto a mulher gemia e gritava:

  • Não acendas a luz, que me irrita os olhos e a dor de cabeça ainda piora!

E o pobre marido ficou com pena da mulher, tornou a vestir-se , no escuro, e correu para a farmácia da esquina, que estava de serviço. O farmacêutico, que via o homem passando por ali, reconheceu-o e disse:
-Oica, o senhor não é bombeiro?
-Sou…
-E o que é que está a fazer com essa roupa de guarda-nocturno?

O coveiro de um cemitério está andando pelo seu local de trabalho quando se depara com a triste cena de um homem chorando copiosamente sobre um túmulo.

– Por que você tinha que morrer? – grita ele, inconsolável – Por quê?

O coveiro fica muito penalizado e tenta consolá-lo:

– Essa dor vai passar, senhor… É duro perder um ente querido, mas um dia vai passar…
– Ente querido? – exclama o sujeito, enxugando as lágrimas – Eu nem conhecia o cara!
– Ué! – estranha o coveiro – Então por que tanto choro?
– É que ele foi o primeiro marido da minha esposa!

As frases seguintes foram proferidas, realmente, por advogados e tiradas de registos oficiais de tribunais:

  • Foi este o mesmo nariz que você quebrou quando era criança???
  • Então, doutor, não é verdade que quando uma pessoa morre durante o sono, na maioria dos casos ela o faz de maneira calma e não dá conta de nada até à manha seguinte?
  • O que aconteceu depois?
  • Ele disse-me: “Tenho que te matar porque você pode-me identificar no tribunal”.
  • E ele matou-o?
  • Foi você ou seu irmão que morreu na guerra???
  • O filho mais jovem, o de 20 anos, quantos anos tem ele?
  • O que significa a presença de esperma?
  • Significa relação consumada.
  • Esperma masculino?
  • É o único que eu conheço.
  • Há quanto tempo você é americano???
  • Você tem filhos ou coisa do género???
  • Vou mostrar-lhe a Prova 3 e peço que reconheca a foto.
  • Este sou eu.
  • Você estava presente quando esta foto foi tirada?
  • Você estava presente a este tribunal esta manhã quando fez o juramento?
  • Então, Sr. Joaquim, como acabou o seu casamento?
  • Por morte.
  • E ele acabou pela morte de quem?
  • Há quanto tempo você está grávida?
  • Vou completar 3 meses no dia 8 de novembro.
  • Então, aparentemente, a data da conceção foi 8 de agosto.
  • Sim.
  • E o que é que você estava a fazer?
  • Senhora Manuela, a senhora considera-se emocionalmente equilibrada?
  • Eu era.
  • E quantas vezes é que a sra. cometeu suicídio?
  • Quer dizer que, quando você voltou, você tinha saído?
  • Ela tinha 3 filhos, certo?
  • Sim.
  • Quantos meninos?
  • Nenhum.
  • Tinha alguma menina?
  • Você não sabe o que era, nem com o que se parecia, mas pode descrever?
  • Você disse que a escada descia para o porão. Essa escada também subia?
  • O senhor está qualificado a apresentar uma amostra de urina?
  • Sim, desde criancinha.
  • O senhor lembra-se aproximadamente da hora em que examinou o corpo do sr António?
  • Foi à noite. A autópsia começou por volta das 20:30.
  • E o sr António estava morto naquele momento, certo?
  • Não, seu idiota estúpido! Ele estava sentado na mesa tentando imaginar por que é que eu o estava a autopsiar!
  • Qual é a diferença entre tragédia e calamidade?
  • Tragédia é tua sogra escorregar num precipício e cair no mar. Calamidade é o salva-vidas salvá-la

Um português e um espanhol engatam duas garotas, vão para quartos contíguos, e combinam que pagará todas as despesas aquele que menos vezes conseguir ter relações sexuais com a rapariga.
-JÁ CÁ VAI A PRIMEIRA!! – diz o português batendo na porta do outro.
-E MIM DOBRA! – responde o espanhol.
O outro ficou admirado pela rapidez do espanhol, faz um esforço e grita:
-JÁ DEI A SEGUNDA!
-E MIM DOBRA! responde o espanhol novamente.
E veio a terceira, quarta, quinta e sempre o espanhol dizia que dobrava.
Cansado e exausto e sem poder acreditar na virilidade do espanhol, entra pelo quarto do vizinho e pergunta à rapariga:

  • É verdade que esse tipo já deu dez?
  • Dez? – diz a rapariga – Ele ainda não a conseguiu endireitar para a primeira, sequer! Não vale um caracol. Dobra, dobra, e não passa disto!