Na noite de casamento ela para ele que se mostrava um pouco desinteressado:
- Olha querido,sabes,na noite de casamento, normalmente é suposto os noivos fazerem…
- Fazer o quê?
- Sabes, aquilo!…
- Aquilo o quê?
- Aquilo que vês os cãezinhos fazer na rua…
- Porra! Não me digas que vou ter de andar toda a noite a mijar contra a parede!
Na lua de mel diz o noivo para a noiva:
- Querida, tenho um segredo para te contar. É que eu sou daltónico!
- Querido, – diz a noiva – também tenho um segredo para te contar. É que eu não sou sueca, sou cabo-verdiana!
Pai, preciso de fazer um trabalho para a escola! Posso fazer-te uma pergunta? Claro, meu filho, qual é a pergunta?
O que é a política, pai?
Bem, política envolve: Povo; Governo; Poder económico; Classe trabalhadora; Futuro do país…
Não entendi nada. Dá para explicares melhor?
-Bem, vou usar a nossa casa como exemplo: Sou eu quem traz dinheiro para casa: então eu sou o poder económico.
A tua mãe administra, gasta o dinheiro: então ela é o governo.
Como nós cuidamos das tuas necessidades, tu és o povo.
O teu irmãozinho é o Futuro do país e a Zefinha, a nossa criada, é a classe trabalhadora.
Entendeste, filho?
Mais ou menos, pai. Vou pensar.
Naquela noite, acordado pelo choro do irmãozinho, o menino foi ver o que se passava. Descobriu que o irmãozinho tinha sujado a fralda e estava todo sujo. Foi ao quarto dos pais e viu que a mãe estava num sono muito profundo.
Foi ao quarto da criada e viu, através da fechadura, o pai na cama com ela. Como os dois nem ouviram o menino a bater à porta, ele voltou para o quarto e adormeceu.
Na manhã seguinte, à hora do pequeno almoço, o miúdo disse ao pai:
Pai, agora acho que percebi o que é a política.
Ótimo filho! Então explica- me por palavras tuas.
Bom, pai, acho que é assim:
Enquanto o poder económico fo** a classe trabalhadora, o governo dorme profundamente…
O povo é totalmente ignorado e o futuro do país fica na merda!
A rapariga tinha casamento marcado, e o burro do noivo jurava a pés juntos que ela era virgem, mas claro que ela não era.
Nervosa, ela pede conselhos à sua mãe :
- Mãe… o que é que eu faço ? O Astolfo pensa que eu sou virgem, e se ele descobre que eu não sou pode querer anular o casamento!
- Filha, olha, faz como eu fiz ao teu pai: Antes do momento X vais à casa de banho e dissolves umas pedras hume-hume num copo com água, passas a água na coisa e pronto, vais ficar toda apertadinha e ele vai acreditar, já que ele é mesmo burro.
Dito e feito, na hora do vamos-ver, a rapariga pôs as pedras num copo com água e deixou-o na casa de banho enquanto dissolvia.
A rapariga já estava na cama e o Astolfo foi à casa de banho e foi então que ela se lembrou do copo.
- Querido, não viste um copo com água que eu deixei na casa de banho ?
- Viff sifmf quefridifnhaf.
– Doutor, depois da cirurgia eu vou poder desenhar?
– Claro que sim! Em poucos dias o senhor estará trabalhando normalmente!
Então o paciente abraça o médico e começa a beijá-lo.
– O que é isso, rapaz? – estranha o Doutor.
– O senhor é um anjo! – diz o paciente, empolgado – Vai me ensinar a desenhar e ainda por cima vai me arrumar um emprego!
Um homenzinho chega a casa e avisa a mulher para fazer o jantar mais cedo, para tomar banho, para se perfumar, pôr-se toda jeitosa e ir para a cama e que esperasse lá por ele que ele tinha visto uma coisa num filme que era capaz de ser engraçada experimentarem.
A mulher ficou curiosa e perguntou-lhe que raio de coisa era aquela que ele tinha visto no filme.
E ele lá lhe explicou que tinham de arrastar a cama para a frente da porta do quarto, que ela tinha de estar muito quietinha lá na cama à espera dele porque ele ia vir a correr desde a ponta do corredor, saltar por cima da cama e depois que lá se iam ajeitar para fazerem aquilo …
Ela concordou …
Comeram, ela lavou-se, penteou-se, perfumou-se e foi deitar-se.
Ele foi para o fundo do corredor todo armado em atleta, ia a chegar à porta do quarto, mesmo quando ele se estava a preparar para saltar atravessa-se-lhe o gato à frente.
Coitado do homem nunca tinha dado um trambolhão tão grande, manda uma cabeçada no fundo da cama e fica ali a gemer como um perdido :
- Ai ai ai ai !
Vira-se a mulher muito má para ele :
- Ouve lá! Mas afinal que raio de f…. é esta que só tu é que sentes ?
Um índio estava noivo de uma mulher de raça branca. O pai da noiva, que era contra o noivado, diz ao índio:
- Índio, para casar com minha filha, tem que ter piroca de 2 metros.
Responde o índio:
- Não faz mal! Índio corta!
– E então, Cristo chegou junto de Lázaro e disse-lhe: “Lázaro, alevanta-te e anda! E Lázaro alevantou-se e andou!” Ouve-se uma voz no fundo da igreja:
– E andou, estúpido!
Ao que o padre respondeu:
– Pois, andou estúpido durante uns tempos, mas depois parou!
O marido durão chega em casa do trabalho e encontra a mulher aos prantos:
_ Osvaldo, a nossa empregada…
_ Isso é problema seu!
_ Ela… ela está grávida!
_ Isso é problema dela!
_ E ela disse que o filho é seu!
_ Isso é problema meu!
O bombeiro, depois de um dia exaustivo de trabalho, a apagar não sei quantos incêndios e a salvar pessoas, chegou a casa muito cansado e entrou rapidamente. A mulher, que estava no quarto, gritou:
-Não, João Carlos, não acendas a luz que eu estou a morrer de dor de cabeça.
E antes de que ele pudesse dar mais um passo, ela gritou ainda mais:
-Pelo amor de Deus, não acendas a luz, que tou com uma enxaqueca das grandes!
Ele tirou a roupa mesmo às escuras , enquanto a mulher gemia e gritava:
- Não acendas a luz, que me irrita os olhos e a dor de cabeça ainda piora!
E o pobre marido ficou com pena da mulher, tornou a vestir-se , no escuro, e correu para a farmácia da esquina, que estava de serviço. O farmacêutico, que via o homem passando por ali, reconheceu-o e disse:
-Oica, o senhor não é bombeiro?
-Sou…
-E o que é que está a fazer com essa roupa de guarda-nocturno?
– Por que você tinha que morrer? – grita ele, inconsolável – Por quê?
O coveiro fica muito penalizado e tenta consolá-lo:
– Essa dor vai passar, senhor… É duro perder um ente querido, mas um dia vai passar…
– Ente querido? – exclama o sujeito, enxugando as lágrimas – Eu nem conhecia o cara!
– Ué! – estranha o coveiro – Então por que tanto choro?
– É que ele foi o primeiro marido da minha esposa!
As frases seguintes foram proferidas, realmente, por advogados e tiradas de registos oficiais de tribunais:
- Foi este o mesmo nariz que você quebrou quando era criança???
- Então, doutor, não é verdade que quando uma pessoa morre durante o sono, na maioria dos casos ela o faz de maneira calma e não dá conta de nada até à manha seguinte?
- O que aconteceu depois?
- Ele disse-me: “Tenho que te matar porque você pode-me identificar no tribunal”.
- E ele matou-o?
- Foi você ou seu irmão que morreu na guerra???
- O filho mais jovem, o de 20 anos, quantos anos tem ele?
- O que significa a presença de esperma?
- Significa relação consumada.
- Esperma masculino?
- É o único que eu conheço.
- Há quanto tempo você é americano???
- Você tem filhos ou coisa do género???
- Vou mostrar-lhe a Prova 3 e peço que reconheca a foto.
- Este sou eu.
- Você estava presente quando esta foto foi tirada?
- Você estava presente a este tribunal esta manhã quando fez o juramento?
- Então, Sr. Joaquim, como acabou o seu casamento?
- Por morte.
- E ele acabou pela morte de quem?
- Há quanto tempo você está grávida?
- Vou completar 3 meses no dia 8 de novembro.
- Então, aparentemente, a data da conceção foi 8 de agosto.
- Sim.
- E o que é que você estava a fazer?
- Senhora Manuela, a senhora considera-se emocionalmente equilibrada?
- Eu era.
- E quantas vezes é que a sra. cometeu suicídio?
- Quer dizer que, quando você voltou, você tinha saído?
- Ela tinha 3 filhos, certo?
- Sim.
- Quantos meninos?
- Nenhum.
- Tinha alguma menina?
- Você não sabe o que era, nem com o que se parecia, mas pode descrever?
- Você disse que a escada descia para o porão. Essa escada também subia?
- O senhor está qualificado a apresentar uma amostra de urina?
- Sim, desde criancinha.
- O senhor lembra-se aproximadamente da hora em que examinou o corpo do sr António?
- Foi à noite. A autópsia começou por volta das 20:30.
- E o sr António estava morto naquele momento, certo?
- Não, seu idiota estúpido! Ele estava sentado na mesa tentando imaginar por que é que eu o estava a autopsiar!
- Qual é a diferença entre tragédia e calamidade?
- Tragédia é tua sogra escorregar num precipício e cair no mar. Calamidade é o salva-vidas salvá-la
– Olhe, a linha não tem isca.
– Claro, seu estúpido! A banheira não tem peixes!
Um português e um espanhol engatam duas garotas, vão para quartos contíguos, e combinam que pagará todas as despesas aquele que menos vezes conseguir ter relações sexuais com a rapariga.
-JÁ CÁ VAI A PRIMEIRA!! – diz o português batendo na porta do outro.
-E MIM DOBRA! – responde o espanhol.
O outro ficou admirado pela rapidez do espanhol, faz um esforço e grita:
-JÁ DEI A SEGUNDA!
-E MIM DOBRA! responde o espanhol novamente.
E veio a terceira, quarta, quinta e sempre o espanhol dizia que dobrava.
Cansado e exausto e sem poder acreditar na virilidade do espanhol, entra pelo quarto do vizinho e pergunta à rapariga:
- É verdade que esse tipo já deu dez?
- Dez? – diz a rapariga – Ele ainda não a conseguiu endireitar para a primeira, sequer! Não vale um caracol. Dobra, dobra, e não passa disto!