Senhora idosa:
— A que vem? A pedir esmola?
Mendigo:
— Naturalmente; ou julgava que a vinha pedir em casamento?
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Anedota
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Anedota
Estavam 3 bêbados num hospital 2 com a cabeça partida.
O medico pergunta:
O que se passou?
E o bêbado que não tem a cabeça partida diz:
È que eu fiz uma aposta com eles quem conseguisse atravessar o traço que eu fiz no chão ganhava um prémio.
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Anedota
Na clínica psiquiátrica:
- Doutor, está uma mulher ali fora a dizer que é invisível!
- Diga-lhe que agora não posso vê-la!
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Anedota
Sabem qual é a diferença entre um camião cheio de alentejanos e um camião cheio de porcos? Não? é a matricula!
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Anedota
Mamãe, mamãe, por que você é branca, o papai é preto e eu sou japinha?
Meu filho, se você soubesse da festa que teve naquele dia, você devia estar satisfeito de não latir!
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Anedota
A senhora pergunta ao médico:
— Qual é a idade que considera mais interessante numa mulher?
— Bem… cá para mim ê a daqueles dez anos em que ela está nos vinte e cinco…
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Anedota
Dois amigos encontram-se.
— Estás melhor?
— Estou na mesma.
— Foste consultar o médico que te aconselhei?
— Fui.
— E acertou com o que tinhas?
— Quase! Eu levava 30 euros na carteira e ele levou-me 25 pela consulta.
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Anedota
Uma noite, chegando de viagem, um senhor muito elegante, tomou um táxi
no aeroporto e pediu ao motorista para levá-lo até à casa. No caminho,
viu uma senhora, com um vestido bem decotado, entrando numa boite.
Reconhecendo a mulher, ele pediu ao taxista que voltasse à porta da
boite. Tirou do bolso um maço de notas e disse-lhe:
– Aqui estão 500 euros. Serão seus se você tirar de dentro desse
Clube das Mulheres aquela mulher vestida de vermelho que acabou de
entrar. Mas vá tirando-a e cobrindo-a de pancadas, sem contemplações,
porque aquela desgraçada é minha esposa.
O taxista, que andava numa “dureza”, aceitou de caras e entrou na
boite. Cinco minutos depois ele saiu, arrastando uma mulher pelos
cabelos, toda desgrenhada e gritando todos os impropérios que se
possam imaginar. O senhor, que ficara no táxi, viu a cena e percebeu,
horrorizado, que a mulher estava vestida de verde e saiu correndo para
alertar o taxista do erro.
– PARE! PARE! O senhor errou. Esta não é a minha mulher! Como o senhor
confundiu vermelho com verde? O senhor é daltónico?
Ao que o taxista retrucou:
– Fique tranquilo… Esta é a minha… Já lá volto para pegar a sua!!!
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Anedota
O médico volta das férias e diz ao substituto.
— Bonito trabalho, o que você fez!… Deixo-lhe dez doentes, que eu trato já há anos, e você cura-os todos em três semanas!
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Anedota
—Doutor: que tal acha o meu marido?
— Não muito bem, minha senhora. Precisa, especialmente, de muita tranquilidade. Por isso, vou-lhe receitar imediatamente um calmante.
— E quando devo dar-lho?
— A ele?! Não, minha senhora. O calmante é para si.
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Anedota
De onde vens?
-Do instituto de beleza.
Mas já o encontraste fechado?
-Não!
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Anedota
— É verdade, senhor doutor, que pintar o cabelo prejudica os miolos?
— Não, minha senhora, não é verdade. Isto porque quem pinta os cabelos… nâo tem miolos.
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Anedota
Após um exame demorado o médico pergunta ao doente:
— Então, deixou os cigarros, como eu lhe disse?
— Sim, senhor doutor.
— E tem-se dado bem com as pastilhas elásticas?
— Assim, assim… O que me custa muito é acendê-las.
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Anedota
Era meia-noite e um homem passava em frente ao cemitério, completamente apavorado. De repente, notou que havia uma moça atrás dele.
Ele ficou ainda mais apavorado, mas para disfarçar o medo, puxou conversa com ela:
– Você não tem medo de passar em frente ao cemitério à meia-noite?
Ela responde: – Eu tinha muito medo quando estava viva, mas agora já não tenho mais…
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Anedota
— Então? Tem fumado só os quatro cigarros por dia, como lhe disse?
— Sim senhor doutor. Mas custa-me muito, amargam-me na boca, dão-me tosse, o fumo vai-me para os olhos, faz-me chorar. Não consigo fumar o cigarro até ao fim. Sabe? Eu não estava acostumado, não é?
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Anedota
Era muito velho o homem. Andava quase pelos noventa. Havia tempos que lhe doía uma perna. Foi consultar o médico e explicou-lhe o caso.
— Essa dor que sente é consequência da idade — disse-lhe o médico.
— Qual idade, qual carapuça! — replicou o velho, com aborrecimento — A outra perna tem a mesma idade desta e não dói nada.

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