Vai um velhote na auto-estrada quando a mulher lhe liga.
- Sim?
- Olha, querido, tem cuidado! Deu agora nas notícias que vai um carro em sentido contrário!
- Um? Eles são às dezenas!
Vai um velhote na auto-estrada quando a mulher lhe liga.
O mecânico para o cliente:
Um polícia mandou parar um condutor:
Resposta: Por prudência, senhor Agente. É a primeira vez que saio com o carro, depois de ter tirado a carta
Na aula de português, o professor dirige-se aos alunos e pergunta:
Responde o menino Fernando:
O homem pede à namorada, que era loira, para sair do carro e ver se o pisca está a funcionar.
A mulher sai, olha para a luz e diz:
Uma loira, uma morena e uma ruiva viajavam num carro pelo deserto quando o dito avariou.
Elas decidiram continuar a viagem a pé e cada uma delas levaria uma parte do carro para ajudar na viagem.
A morena pega no radiador e diz:
A ruiva pega num banco e diz:
A loira pega numa porta e diz:
Uma loira estava a conduzir pela estrada fora quando de repente viu uma placa que dizia “Curva perigosa à esquerda”.
Para evitar o perigo, a loira virou imediatamente à direita.
A loira é mandada parar pelo polícia, que lhe diz:
Uma loira queria vender o seu carro velho, mas tinha muitas dificuldades porque o mostrador acusava 250 000 Km. Após muito reflectir, ela decide pedir um conselho a uma amiga. A Rita disse-lhe:
A loira vai ver o Toni, e o Toni coloca de novo o contador de quilometragem em 50.000 Km. Alguns dias mais tarde, a Rita pergunta à loira:
A loira está a fazer o exame de condução.
Ela faz tudo bem, mas quando estaciona fica um pouco longe do passeio.
O examinador diz-lhe:
Ela suspira, trava o carro, desliga o motor, tira o cinto de segurança, encosta-se a ele e diz, resignada:
No paraíso as almas explicam os motivos das suas mortes.
— E tu porque vieste cá parar?
— Ia no automóvel, e a minha mulher disse-me: «Querido: passa-me o volante por um minuto e serás um anjo».
Um automóvel a grande velocidade atropela o peão. O condutor, voltando-se para trás, depois de travar, diz:
— Atenção, seu estúpido!
— Atenção para quê? — pergunta o homem estendido na calçada. — O senhor vai fazer marcha atrás?
O motorista de táxi gabava as suas qualidades ao freguês provinciano, que se admirava como o trânsito conseguia fazer-se àquela velocidade, na cidade, com tanto movimento. Pretendendo causar maior admiração ao cliente, diz-lhe:
— Quer ver como ainda apanho aquela velhinha que está quase a chegar ao passeio? Acelera o carro, e quase a atingir a senhora, faz um ligeiro desvio para a esquerda; e quando vai a endireitar a direcção sente uma pancada no carro, ouve um corpo a cair, e pára o carro com uma travagem brusca, sem perceber o que se passava.
— Vocês, cá na cidade, afinal, têm muito pouca pontaria! Se eu não abrisse a porta, aqui do meu lado, você não conseguia apanhar a velhota.
Iam dois tipos a fazer corridas com os seus carros. Um, com um Lamborghini, engana-se no caminho e separa-se do outro. O do Ferrari, julgando que o outro tinha desistido, vai mais devagar, com calma. Entretanto, vê um tipo num Mini Mil, que estava a precisar de ajuda.
— Então amigo, problemas com o carro?
— Sim, algo com o carburador, não anda, será que me podia rebocar até à garagem mais próxima.
— Tudo bem!
Eles atam o Mini ao Ferrari e seguem viagem. Mais à frente, num outro cruzamento, o do Lamborghini torna a juntar-se ao do Ferrari e, ao notar que este está a rebocar outro carro, abranda, e põe-se ao lado dele. O do Ferrari, esquecendo-se do Mini, acelera e passa o Lamborghini. Este último volta a pôr-se ao lado do Ferrari, e assim sucessivamente, até ambos os carros atingirem grandes velocidades. O tipo do mini, que ia atrás, fartava-se de buzinar, mas ninguém o ouvia. Ao passarem por um polícia que estava na berma da estrada, este resolve notificar o chefe.
— Chefe, estou a precisar de férias.
— Porquê? Ora diga lá.
— Veja lá o chefe que acabo de ver um Ferrari e um Lamborghini em plena disputa, e ia um gajo num Mini Mil atrás, a apitar para ultrapassar.
Num carro, iam um homem, a mulher e a sogra, que era meio surda. O homem olha pelo retrovisor e repara que está a polícia a segui-lo. Abranda logo e guia o melhor que pode. A polícia segue-o durante um bom bocado e depois manda-o encostar. Pergunta o homem, muito aflito:
— Então senhor guarda, há azar? Fiz alguma asneira?
— Não… não… O senhor ia a conduzir muito bem e por isso o vínhamos a seguir. Fique sabendo que acaba de ganhar o prémio de melhor condutor da semana. O prémio é de quinhentos euros. Já tem alguma ideia do que vai fazer com esse
dinheiro?
— Bem, os quinhentos euros já devem dar para comprar a carta, não?
Diz a mulher:
— Senhor guarda, não lhe ligue que ele está bêbado…
Diz a sogra:
— Eu não vos dizia que isso de andar a conduzir carros roubados ainda nos ia trazer chatices?
Um agente de trânsito manda parar um automobilista que ia com excesso de velocidade.
— A sua carta.
— Não tenho. Foi-me apreendida por manobra perigosa — diz o automobilista.
— O livrete e o registo de propriedade.
— O carro não é meu. Roubei-o.
— Abra o porta-luvas.
— Não é preciso. Tenho lá uma pistola.
— Tem uma arma?!
— Tenho. Pu-la lá depois de matar a dona do carro e de ter metido o seu corpo na bagageira.
— O quê? Tem um morto lá atrás?!
— Tenho.
O agente pede ajuda pela rádio. Daí a pouco estão no local várias viaturas policiais. O chefe da brigada dirige-se ao automobilista:
— A sua carta.
— Aqui tem.
— Está em ordem — diz o chefe.
— O livrete e o registo de propriedade.
— Faça favor.
— Então, o carro é seu?
— Claro.
— Abra o seu porta-luvas. Dê-me a pistola.
— Qual pistola? Não tenho pistola nenhuma. Como vê, o porta-luvas está vazio.
— E o corpo?
— Qual corpo?
— Não tem um corpo na bagageira?
— Faça favor de ver. Também está vazia.
— Não compreendo. O agente que o mandou parar disse que o senhor não tinha carta, tinha roubado o carro, possuía uma pistola e levava um morto no porta-bagagens.
— Ah, pois… Até aposto que esse mentiroso lhe disse que eu ia com excesso de velocidade, não foi?
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