— Dê-me um selo. Depressa. Tenho de ir apanhar o comboio.
— Então — diz calmamente o funcionário —, o senhor deve dirigir-se a uma estação de caminho-de-ferro e não a uma estação de correios.
No comboio, um passageiro discute com o revisor: Outro passageiro tenta acalmá-lo:
— Não se exalte, não vale a pena. Olhe que por causa duma arrelia já vi um homem ir desta para a melhor…
— Não tem importância — diz o outro, que continua exaltado —, eu tenho bilhete de ida e volta.
O cliente, ao deixar o hotel, diz ao gerente:
— É a última vez que ponho os pés no seu estabelecimento!
— Oh! Meu Deus! O que é que não está bem no serviço?
— Nunca encontrei papel higiénico na casa de banho!
— Mas, meu caro senhor, foi uma deficiência da nossa parte. O cliente pode e deve sempre reclamar. O senhor tem língua, não é verdade?
— Tenho língua, sim. Mas não sou contorcionista.
O homem, no céu, conversava com Deus:
- Senhor Deus, que são, para vós, mil anos?
- Um minuto.
- E 100 mil reais?
- Um centavo.
- Senhor, dá-me um centavo.
- Pois não, espere um minuto.
O sábio distraído, vai à rua comprar cigarros e deixa um papel na porta:
«Saído por um instantes. Volto já». Regressa, sobe a escada, lê o papel, senta-se no patamar e diz: Espero um pouco. Oxalá que não demore.