— É verdade, senhor doutor, que pintar o cabelo prejudica os miolos?
— Não, minha senhora, não é verdade. Isto porque quem pinta os cabelos… nâo tem miolos.
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Anedota
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Anedota
Após um exame demorado o médico pergunta ao doente:
— Então, deixou os cigarros, como eu lhe disse?
— Sim, senhor doutor.
— E tem-se dado bem com as pastilhas elásticas?
— Assim, assim… O que me custa muito é acendê-las. -
Anedota
— Então? Tem fumado só os quatro cigarros por dia, como lhe disse?
— Sim senhor doutor. Mas custa-me muito, amargam-me na boca, dão-me tosse, o fumo vai-me para os olhos, faz-me chorar. Não consigo fumar o cigarro até ao fim. Sabe? Eu não estava acostumado, não é? -
Anedota
Era muito velho o homem. Andava quase pelos noventa. Havia tempos que lhe doía uma perna. Foi consultar o médico e explicou-lhe o caso.
— Essa dor que sente é consequência da idade — disse-lhe o médico.
— Qual idade, qual carapuça! — replicou o velho, com aborrecimento — A outra perna tem a mesma idade desta e não dói nada. -
Anedota
No posto médico de urgência entra um homem que se dirige ao médico de serviço: Senhor doutor, eu…
— Entre para ali e dispa-se.
— Ó senhor doutor, mas é uma coi…
— Entre para ali e dispa-se.
— Ó senhor doutor, mas é só…
— Entre para ali e dispa-se.
O homem não teve outro remédio, entrou e já lá encontrou mais de uma dúzia de indivíduos, todos nús; encara os outros, e desabafa:
— Este médico parece que é maluco. Eu vinha só para tirar uma areia que me entrou para um olho, e ele manda-me entrar para aqui a despir-me!
— Inda isso não é nada, amigo! Imagine você que eu vim só para entregar um telegrama! -
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Uma senhora para o médico:
— Observe a minha língua, doutor, e diga-me o que preciso…
— Descanso, minha senhora, muito descanso. -
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O médico ausculta um cliente.
— Não sei bem o que o senhor tem. Deve ser do álcool.
— Não tem importância — diz o cliente —, voltarei quando o senhor estiver mais sóbrio!… -
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O médico:
— Pronto, aqui tem a receita. Passe pela primeira farmácia e mande aviar os comprimidos para tomar logo a seguir às refeições.
O doente:
— Pois sim, senhor doutor. Mas onde é que eu avio as refeições? -
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O médico: — Posso gabar-me de que, felizmente, não tenho um só inimigo neste mundo!
O outro médico: — E no outro? -
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Um conhecido médico operador, para um cliente:
— O senhor poderá viver mais dois anos se eu o operar. O doente:
— E quantos mais poderei viver se não consentir que me opere? -
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— Prefiro morrer, a ser operada, senhor doutor.
— Calma, minha senhora. Calma. Uma coisa não impede a outra. -
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— Mandem chamar o coveiro. Sinto que vou morrer.
— O coveiro? Vamos mas é chamar o médico.
— Não. Eu não gosto de dar dinheiro a intermediários. -
Anedota
O médico para o doente:
— Consultou algum outro médico antes de vir aqui?
— Não, senhor doutor. Apenas o farmacêutico.
— E que disparate é que ele lhe mandou fazer?
— Mandou-me vir consultá-lo. -
Anedota
Numa rua do Porto, uma mulher encontra uma amiga que traz um grande colar de supositórios ao pescoço.
— Ouve lá, minha querida, que andas tu a fazer com isso?
— A culpa é do médico — responde a outra —, disse-me que suspendesse o tratamento… -
Anedota
O médico para o vendedor de gelados:
- O que é que você tem?
- Coco, morango, abacaxi e chocolate.
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Anedota
— Meu caro senhor — diz o psiquiatra ao cliente —, o seu caso é simples: o senhor tem dupla personalidade. São cem euros pela consulta.
— Aqui tem cinquenta, senhor doutor. O que falta, o outro que pague.

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