Etiqueta: funcionário

O empregado entra no escritório do chefe:
— Senhor Director, desculpe que lhe diga, mas a minha mulher não me deixa viver: exige-me que lhe peça um aumento de ordenado. Diz que não se pode arranjar com o que ganho.
O Director, um tanto estranho, responde:
— Mas se lhe aumentei o ordenado há uns meses! E a sua mulher até me mandou um bilhete a agradecer, e dizendo que estava encantada com o novo ordenado… Então ela mudou de opinião tão depressa?
O empregado baixa a cabeça e responde:
— Não senhor. Eu é que mudei de mulher.

— Patrão: fui escolhido para representar os camaradas e venho aqui pedir aumento. Para todos. Não podemos aguentar as nossas famílias com os nossos salários que já há que tempos não são aumentados. O patrão tem de nos dar razão e resolver esta situação. Olhe, vê isto? Andamos todos assim. Os cintos já estão nos últimos furos, e já não nos seguram as calças…
— Mas porque é que vocês não fazem como eu? Porque é que não usam suspensórios?

Estão três miúdos (um francês, um inglês e um português) a discutir, quando diz o francês:
— O meu pai é o mais rápido de todos: é piloto do Concorde e vai de Paris a Nova Iorque em três horas!
O inglês discorda:
— Nada disso! O meu pai é que é o mais rápido: é piloto de Fórmula Um e atinge trezentos à hora em dez segundos!
Chega, finalmente, a vez do português:
— Ora, os vossos pais são umas lesmas, comparados com o meu: é funcionário público, sai do trabalho às cinco da tarde e às quatro já está em casa!

O psicólogo fazia testes para admissão de novos candidatos numa empresa.
— O senhor pode contar até dez, por favor!
— Dez, nove, oito, sete, seis, cinco, quatro, três, dois, um.
— Porque contou de trás para frente?
— É que eu trabalhava na NASA!
— Sinto muito, está reprovado!
Entra o próximo.
— O senhor pode contar até dez, por favor!
— Um, três, cinco, sete, nove, dois, quatro, seis, oito, dez!
— Porque contou primeiro os ímpares e depois os pares?
— Porque eu trabalhava como carteiro.
— Sinto muito, está reprovado!
Entra o próximo.
— Antes de começarmos, por favor diga-me uma coisa, o que fazia no emprego anterior?
— Eu era funcionário público!
— Okay. O senhor pode contar até dez!
— É claro! Dois, três, quatro, cinco, seis, sete, oito, nove, dez, valete, dama, rei, ás!

O empregado chegou atrasado ao emprego e encontrou o patrão à porta do escritório.
— Onze e meia! — diz o outro com cara de poucos amigos. — Como explica o senhor um atraso destes?
— É que vou ser pai… — responde o empregado.
— Homem —abrandou o patrão—, se a razão era essa, podia ter ficado até a criança nascer!
— Também não era preciso tanto! Ainda faltam nove meses…